Em Linhas Gerais

Enquanto o governador continuar cassado e denunciado por prática de corrupção” sua legitimidade estará arranhada- por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

congresso22A crise não é de fabricação nossa, é somente deles lá de Brasília. Por que eles não se sacrificam um pouco? Mas temos que ter consciência de que a coisa vai ainda piorar. O governo está apenas começando a mexer em impostos, o que sempre acaba no final das contas pesando no nosso bolso.

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 SÓ EMPURRANDO

Confucio1Perto de completar 150 dias de gestão, Confúcio Aires Moura, chefe do Executivo rondoniense, não tomou nenhuma medida de impacto para estancar o cenário de crise e fomentar o crescimento sustentável da nossa economia. Fez (digamos assim!) só o elementar, além de tentar vender (como blogueiro e cronista frustrado) ufanismo e um otimismo que esbarra na realidade.

Temos ai um governador que empurra com a barriga aquilo que deveria ser urgentíssimo. Pagar servidores em dia, contingenciando para isso despesas com fornecedores, e fazendo constantes suplementações do orçamento é o óbvio ululante. Pouco.

Não há como negar: terminaremos o ano com muito mais problemas do que começamos.

 O FUTURO

Confucio1E 2016 o que nos reservará? Depende do que for feito ou deveria ter sido feito.

Confesso minha profunda preocupação. Converso com funcionários graduados do governo, com intelectuais das nossas faculdades de economia e constato: Estão zonzos; sem rumo. São conscientes de que com um governo mantido no posto, apesar da cassação do mandato, por mera liminar, não dá para esperar uma grande mudança positiva…

 SEM MILAGRES

Confucio1Prefeitos correm para a Governadoria e vão para Brasília, em busca de salvação. Os dois cofres estão no “volume morto”. Não existe milagre. E a situação fica ainda mais tensa diante da transformação da corrupção numa rotina das administrações.

Para agravar o que é muito ruim temos o alastramento do desemprego, do recuo de investimentos do governo federal, tudo apontado para recessão que certamente vai motivar no segundo semestre a fase de greves…

 LEGITIMAÇÃO

Confucio1Enquanto o governador permanecer ocupando o gabinete como “um gestor cassado e denunciado por prática de corrupção” sua legitimidade estará profundamente arranhada e minando o pouco apoio que ainda tem na sociedade.

E mesmo nessa situação encalacrada, o governador não pode reclamar da “oposição”. Ela nem existe. Só um rascunho, movido pelas catilinárias pronunciadas pelo deputado José Hermínio. Só que o tempo não joga a favor do governo. A compreensão e tolerância que hoje paira sobre a quase totalidade dos deputados pode se esvair com a crescente perda de paciência do eleitorado.

 REALIDADE

São 500 mil (meio milhão!) de desempregados no primeiro quadrimestre de 2015. E o Governo diz que não há crise.

 DISCURSO RASGADO

Mauro222É difícil acreditar. Todavia a realidade é essa. O prefeito Mauro Nazif fez carreira política em Porto Velho com um discurso de paladino da transparência na gestão pública, de combate sem trégua aos atos de corrupção, de compadrismo e até de nepotismo na gestão publica. No entanto, como prefeito, esse discurso de tantos anos de Mauro Nazif acabou caindo por terra. Em sua gestão o que não falta são claros exemplos de nepotismo e também do compadrismo.

 LIMINARES

Mauro222O prefeito colocou em cargos importantes dessa sua lamentável gestão vários personagens com uma ficha corrida que, a priori, era motivo de impedimento para ocupar cargos públicos. O prefeito não se intimidou com isso e socorreu-se na própria Justiça. Graças a liminares figuras com contas a ajustar no judiciário se mantém na administração do “probo” Nazif.

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 CADÊ O MP?

É uma situação inusitada, desafiando órgãos como o MP a adotar, de ofício, providências para derrubar as liminares, e afastar da prefeitura os nomeados pelo prefeito sem a observância dos critérios fundamentais exigidos para se ocupar cargos públicos.

 REFORMA

GLORIAMais do que uma reforma política, o Brasil precisa de uma reforma moral. Numa sociedade moderna, podemos buscar reconhecimento em inúmeras coletividades: desportivas, familiares, acadêmicas, profissionais, associativas, artísticas, conforme nossos laços, interesses e talentos, mas existe uma à qual dificilmente podemos nos eximir, aquela que nos impõe maiores direitos e deveres, aquela que nos concede existência legal e exige de nós indiscutível obediência, que é a sociedade politicamente organizada na forma do Estado.

 HONRA E VIRTUDE

GLORIASujeito e ator da História e da Política, o homem é o objeto de todas as melhorias que pretenda uma coletividade. Mas é preciso lembrar que, antes de conformarmos uma comunidade política, vivemos numa sociedade civil, cujo fim, conforme apontado por Aristóteles, é o viver bem, sendo ela menos uma sociedade de vida em comum do que uma sociedade de honra e virtude.

 EM DESESPERO

vergonhaNão aparece na mídia do establishment, mas o setor da construção civil em Porto Velho está entrando no desespero. O desaquecimento está acontecendo numa velocidade que assusta. Nem fornecedores de programas do governo, como o “Minha Casa, Minha Vida”, escapam do sufoco. A situação ficou mais assustadora com o corte de 15 bilhões de reais para este ano. Afinal, a União deve hoje R$ 1,5 bilhão aos fornecedores do programa.

 COISAS DE PETISTAS

A mesma presidente Dilma que sancionou com pompas a Lei de Acesso à Informação para todo o Governo vetou a divulgação dos contratos de empréstimos do BNDES.

 DEFENDENDO PREFEITOS

Apesar de o Planalto investir no Ajuste em busca do caixa, há quem ainda seja a voz dos prefeitos – quase falidos. O deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR) apresentou a PEC 48/15 para que a União repasse parte da arrecadação da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para incrementar o Fundo de Participação dos Municípios.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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