Em Linhas Gerais

Eleições 2016- Odacir Soares se movimenta, e já organiza um time de “bambas”- por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

A liberdade de expressão, completa e irrestrita é uma condição sine qua non para a existência das outras liberdades democráticas, ela é uma liberdade que engloba toda a sociedade e que precede todas as liberdades individuais.

 ODACIR SE MOVIMENTA

odacir2O ex-senador Odacir Soares está determinado a voltar às disputas eleitorais e para isso se movimenta no sentido de organizar um time para pavimentar sua eventual candidatura à prefeitura de Porto Velho em 2016.

No escritório político de Odacir são cada vez mais frequentes as visitas de lideranças dos mais importantes setores da sociedade da capital, tudo convergindo para a “escalação de um time de bambas” capazes de formular um projeto para a Porto Velho do futuro.

 PARTIDO

odacir2Odacir se acha confortável com sua atual filiação partidária mas mesmo assim não descarta uma mudança. Ele está prospectando em Brasília “uma outra opção partidária” para solidificar sua base de lançamento para a disputa do paço municipal.

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 DEBATES

odacir2No segundo semestre o ex-senador pretende estimular encontros com pautas definidas para o debate sobre como resgatar os longos anos de atraso a que foi submetido o município de Porto Velho pelas sucessivas gestões de péssima qualidade. Serão debatidos temas como desenvolvimento social, crescimento econômico, geração de emprego, estabilidade política e até direitos humanos. Odacir pretende instigar pensadores ligados à universidade e também às faculdades de Porto Velho a apresentarem soluções para os gargalos que impede Porto Velho de romper com o longo período de mediocridade em sua gestão.

 CONTRATAÇÃO PRECÁRIA

TCEDe pouca coisa valeu a decisão do Tribunal de Contas proibindo, liminarmente, a realização do Edital de Chamamento Público Procedimento Simplificado nº 01/2015/CPL-Especial/CML/Semad/PVH, inventado pela gestão de Mauro Nazif, prefeito da capital rondoniense, para a contratação “Emergencial” de uma empresa para substituir as permissionárias do sistema de transporte público coletivo de Porto Velho.

 180 DIAS

TCEPor esse “Chamamento Público” esdrúxulo sedimentado na decretação de caducidade do contrato 139/PGM/2003, pelo qual o Consórcio Vale do Guaporé vinha explorando o sistema de transporte coletivo de Porto Velho, a prefeitura sob o comando de Nazif pretende contratar “emergencialmente” uma nova empresa para prestar esse serviço, pelo prazo de 180 dias, uma nova empresa que vai operar o sistema cobrando uma tarifa de R$ 2,60, que somará um valor total do contrato em R$ 27 milhões.

 EMERGÊNCIA UMA OVA

Assim como se posicionou a coluna, também o TCE acatou a tese da inexistência de emergencialidade na prestação do serviço de transporte público urbano em Porto Velho, mesmo por que em qualquer caso de extinção da concessão, a concessionário será obrigada a manter o serviço nas condições estipuladas no contrato até a assunção dos novos contratados para a exploração do serviço.

 ANULAÇÃO

TCECoube ao conselheiro Wilber Colimbra relatar esse processo no Tribunal de Contas do Estado. E esse parecer foi acatado pelo colegiado daquele tribunal. A contratação emergencial foi considerada ilegal, até pelo fato de que decorrido 6 meses dessa contratação, a prefeitura terá de realizar novos gastos para promover a deflagração de processo licitatório de processo licitatório definitivo.

O TCE reconheceu a ilegalidade dessa contratação provisória, anulando o tal chamamento público e o procedimento simplificado ao qual o prefeito se apegou para tirar as atuais permissionárias e colocar outra por apenas seis meses na exploração desse serviço.

O prefeito conseguiu da Justiça decisão que suspendeu os entendimentos do TCE e assim deverá levar avante a tal contratação emergencial.

NOVA EMPRESA

TCEE curioso o comportamento da administração municipal. Com a derrubada da decisão liminar do TCE, o prefeito anunciou na última sexta feira (22), o credenciamento da empresa de ônibus Ocimar Comércio de Automóveis, Transporte e Turismo Ltda que vai operar o sistema de transporte urbano na capital, em regime emergencial. Certamente essa empresa desconhecida no setor de transporte de passageiros não é garantia de que o usuário terá um serviço de qualidade. Não é nem mesmo uma troca de seis por meia dúzia. É mais uma decisão atabalhoada que vai custar caro ao usuário. Essa escolha não afasta as mumunhas da desconfiança de um jogo de acerto de contas com supostos financiadores de campanha eleitoral.

 CRIME DE RESPONSABILIDADE

Mauro222Essa decisão não esgota o assunto e nem pode afastar uma gravíssima confissão feita pelo alcaide, ao conceder entrevista ao radialista Ibernon Nunes, na Rádio Transamérica 94.1. O prefeito não escondeu o principal motivo da decretação de caducidade do contrato que manteve por tantos anos as péssimas empresas de transporte na exploração do serviço de transporte coletivo de Porto Velho: “A falta de recolhimento do ISS” por mais de uma década.

Ora se Mauro Nazif está entrando no 3º ano de sua gestão, salvo melhor juízo, ao deixar de praticar as medidas de cobrança dos impostos atrasados pelo consórcio transportador não prevaricou, não cometeu crime de responsabilidade?

 LOCUPLETAR-SE

Stanislaw Ponte Preta, cujo nome real era Sérgio Porto, clamava: “Ou restaure-se a moralidade ou todos nos locupletemos”. Hoje só se locupleta quem já está locupletado.

 SONHO

MaurãoO grande sonho do presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho, e se fortalecer politicamente o bastante para disputar o governo rondoniense em 2018. Alem de manter uma agenda com constantes viagens ao interior do estado, Maurão pretende influir muito no resultado eleitoral do próximo ano, garantindo uma sólida plataforma de lançamento da candidatura ao governo, que tentou e não conseguiu em virtude das manobras realizadas por Ivo Cassol em favor de sua irmã, Jaqueline. E para fazer do sonho algo concreto, Maurão está estudando uma mudança partidária, que poderá ser concretizada após a reforma política em tramitação no congresso.

 RAUPPP É CONTRA

Raupprr22pet.fwO barbudo senador rondoniense Valdir Raupp, presidente em exercício do PMDB nacional, está fazendo tudo o que pode e mais um pouco no combate ao distritão, tese defendida por Temer (o presidente licenciado do PMDB) e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O senador rondoniense entende que a reforma deveria se restringir apenas no fim das coligações partidárias, no teto para financiamento de campanha e fim da reeleição.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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