Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Será hoje, na TV Candelária, o segundo debate entre Confúcio Moura e Expedito Júnior, às 20h30- por Gessi Taborda

 RONDÔNIA NA CONTRAMÃO

Horario-Eleitoral2Estou, pelo visto, vivendo o ápice da mistificação proporcionada pelo marketing eleitoral aqui no nosso estado de Rondônia. Esse marketing pago a preço de ouro pelo governo que disputa a reeleição usando todas as armas tem procurado vender ao rondoniense (e parece ter muita gente pronta para comprar essa lorota) uma fantasia, onde se afirma, entre outras coisas, que o estado vai bem economicamente, que o governo faz muitas obras, e tudo isso com austeridade e probidade.

A realidade é bem diferente. Uma análise fria mostra como o estado vai se mantendo na contramão do desenvolvimento, até mesmo se considerar apenas a região. O eleitor – dizem alguns cientistas políticos – gosta de se enganar e disso aproveitam-se marqueteiros contratos para ressuscitar personagens que, até recentemente, eram defuntos políticos.

Fatos registrados em documentos oficiais mostram como se mente (de forma deliberada) ao povo. O relatório de gestão fiscal e o demonstrativo de disponibilidade de caixa oriundo da vigilância do Tribunal de Contas rondoniense de agosto desse ano revela que o (des) governo de Confúcio só tinha 87 milhões de reais em caixa para uma dívida de 274 milhões. Quebradeira à vista.

INDUSTRIALIZAÇÃO

JuniorExpedito Júnior, concorrente que busca desalojar Confúcio do palácio, tem se ocupado do tema da industrialização. E esse é só mais um aspecto da incapacidade do atual governo em colocar Rondônia numa rota de desenvolvimento. Não é preciso muito argumento para mostrar a inexistência de uma política de industrialização durante o governo desses (vá lá!) filósofo de Ariquemes. É só constatar que no tal Distrito Industrial de Porto Velho as “indústrias” que lá estão não surgiram em seu governo, especialmente aquelas de médio porte. E não chegam a 10 unidades fabris.

Essa percepção de que praticamente nada se fez nesse governo para industrializar Rondônia é colhida também no interior do estado onde não há nenhum polo de industrialização, nem mesmo da agroindústria. Agora, o que existe é a promessa eleitoral de que, num segundo mandato isso seria feito. Quem pode acreditar nisso?

FUNDAMENTAL

BandeiraA industrialização é fundamental para gerar empregos de qualidade. Estudiosos constataram ser muito mais difícil gerar empregos em escala e com salários médios mais elevados sem a presença da manufatura. Se o governo de Confúcio não fez nada de expressivo para a industrialização no estado, é muito difícil acreditar que num hipotético novo mandato era fazer esse dever de casa.

Rondônia tem uma localização geográfica invejável, mas o ambiente institucional de negócios é hostil ao empreendedorismo e à competitividade. Tirando segmentos e indústrias aqui instaladas antes de Confúcio (caso da Votorantin), as demais indústrias são afetadas pela crescente perda de competitividade.

Nem mesmo iniciativas antigas que deveriam aproveitar-se da chamada Zona Franca prosperam, assim como não foi adiante a tal zona de livre comércio de Guajará Mirim.

 Por isso, entendemos que o próximo governo precisa priorizar a capacidade do estado de concorrer no comércio global, incluindo uma forte política de atração de investimentos industriais. E para isso terá de investir de verdade na implantação da infraestrutura que só existe na propaganda e na ação de marketing eleitoral da campanha de reeleição.

EXIGÊNCIAS

BandeiraInvestidores têm exigências para arriscar seu capital, tais como a segurança jurídica, a redução da burocracia, tudo isso aliado a um ambiente de gestão pública de qualidade, com demonstrações de que o custeio da máquina pública obedeça de verdade os preceitos da austeridade e da eficiência.

A inserção de Rondônia no cenário do fortalecimento da indústria brasileira não se dará sem o advento de grandes unidades de produção, capaz de fornecer a varejistas locais e da região, inclusive participando do comércio globalizado dos tempos atuais.

É decisivo para a promoção da industrialização rondoniense que o estado tenha um governante que se comprometa com a correção necessária e rápida dos problemas de gestão dos últimos tempos, especialmente na saúde, na segurança, na educação e na implementação da infraestrutura.

DEBATE ACIRRADO

DEBATESerá hoje, na TV Candelária, o segundo debate entre Confúcio Moura e Expedito Júnior, às 20h30. A princípio Confúcio chegou a cancelar sua participação. Ele reconsiderou sua decisão inicial e, agora, promete que estará a postos para esse confronto.

A guerra entre os marqueteiros de Confúcio e Expedito Júnior está acirradíssima, o que vemos no momento são acusações e acusações em cada inserção do horário eleitoral nas redes de rádio e televisão.

Até o momento, salvo melhor juízo, a gente tem de reconhecer que o programa do candidato oficial mente à vontade e melhor, procurando desfazer a imagem de um governo que rendeu grandes manchetes de corrupção e que chegou a ser acusado de incompetência até por importantes companheiros de partido, como Amir Lando, só para citar um.

No debate de hoje certamente Expedito Júnior terá de ser mais ofensivo contra Confúcio, destacando o lado da corrupção no governo, inflamada agora com a delação premiada de Batista, exatamente aquele Batista que promoveu a execução da demissão dos 10 servidores (no governo Bianco) e foi, no princípio da gestão de Confúcio o subsecretário da Educação.

FINGIMENTO

JuniorSerá com a exploração do tema corrupção que Expedito poderá desestabilizar a imagem que Confúcio vai vendendo, de ser “totalmente ficha limpa”.

Confúcio não demonstra interesse em responder questionamentos dessa natureza. Ainda não explicou nem mesmo a condenação explorada por Expedito nas inserções dos intervalos da propaganda eleitoral no rádio e na TV. Buscando valorizar a maquiagem preparada pelos marqueteiros para “as obras” de seu governo, Confúcio sempre finge teatralmente destacar temas importantes (como a miragem de uma indústria pesqueira de porte nacional), sem indicar um caminho concreto para realizá-los.

Dessa vez, para popularizar seu rival como envolvido nas tramoias e maracutáias reveladas pelo Batista, o candidato Expedito não pode cair na armadilha de deixar esse debate de hoje ser o nada X nada. Tem  que mostrar que o debate é coisa séria e não a farsa em que acaba se convertendo, garantindo o descompromisso do governador com a situação de penúria em que se debate essa Rondônia completamente endividada.

NÃO FOI A OPOSIÇÃO

JoaquimOs petistas demonizaram o ministro Joaquim Barbosa porque foi um juiz corajoso e pôs os mensaleiros na cadeia. Agora, pretende fazer o mesmo com o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato. Convém lembrar aos petistas que não foi a oposição a responsável por trazer à tona a forma vil de governar do PT, mas exatamente o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, que estão dando conhecimento ao Brasil de qual o caminho da corrupção.

TÁTICA COMUM

dilma-presidente (1)Ao ver, na TV, a presidente Dilma esbravejar contra a corrupção, não pude deixar de fazer uma analogia com o gatuno que, ao roubar uma carteira, sai correndo e gritando “pega o ladrão!”. Esse estratagema, além da vítima, confunde os cidadãos transeuntes e até mesmo a polícia. É inacreditável o cinismo dessa triste e dissimulada figura condenando os malfeitos que são, além de seus, de seu próprio desgoverno, como se nada lhe dissesse respeito. É patético.

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ESCOLHA

dilma-presidente (1)Dilma diz que com vinte e poucos anos Aécio foi nomeado funcionário de um banco público. O que Dilma não diz é que com a mesma idade ela assaltava bancos. Temos duas opções: eleger um ex-bancário ou uma ex-terrorista.

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Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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