Em Linhas Gerais

Em linhas Gerais: O atual governo não terminou o Teatro. Parte da obra está cercada por tapume- por Gessi Taborda

LEI? ORA A LEI!

alcoolO nosso problema não é falta de leis, mas sim de cumprir com as existentes. Aqui em Rondônia também é proibido vender bebidas e cigarros a menores. É uma decisão muito boa, não resta dúvida. Mas isso só existe no papel. Ou leitor ainda não percebeu que os menores continuam fumando e bebendo como gente grande? Aliás – salvo melhor juízo – a rapaziada bebe mais cerveja do que refrigerante. Na maioria dos estabelecimentos comerciais ninguém deixa de vender esses produtos proibidos por lei para os menores de idade.

Não adianta me olhar de soslaio. Isso acontece porque não há qualquer fiscalização das instituições públicas.

 

É PARA GOVERNADOR?

acirNão sei se a legislação eleitoral permite que a manipulação na propaganda seja manipulada a bel prazer pelos marqueteiros interessados em vender seus (clientes) a qualquer custo. Prá mim a propaganda de Acir Gurgaz, onde ele promete a construção de hospitais a estradas (federais), como a que liga Guajará-Mirim à BR 364, é uma autêntica embromação ou ele está se candidatando a governo do Estado.

Ele deveria deixar claro que não compete ao senador executar obras em nenhum lugar no Estado. As promessas são meras lorotas. Destinar recursos de emendas (sem garantia de serão executadas) para isso ou para aquilo não é garantia de execução de nada. A competência de fazer obras é dos executivos e não dos parlamentares.

 

ENGANOSA

acirPrá mim, os programas do tal candidato não passam de demagogia que a Justiça Eleitoral está deixando passar numa boa. Ora, quem pode acreditar que o (vá lá!) senador sem votos (só chegou lá no tapetão que derrubou Expedito) está praticando propaganda enganosa, destinada principalmente aos eleitores mais desinformados.

 

 

GRANA ÀS PAMPAS

dinheiroNessa reta final do primeiro turno é visível o esbanjamento de dinheiro na campanha de vários candidatos, fortalecendo a suposição de esses custos exagerados são pagos pelo caixa 2.

Tem candidato que para produzir a propaganda veiculada no rádio e na televisão montou estúdio de áudio e vídeo de fazer inveja a emissora de TV, usando um batalhão de assessores e gente de marketing, muito bem remunerados.

 

HOLLYWOODIANO

dinheiroE ai vem as promessas envoltas numa produção de cinema com trilhas sonoras de fazer inveja a estúdios de Hollywood, para encantar os olhos do eleitor e atrair seu voto na urna. Há uma realidade que mascarada pelos efeitos e pelas imagens acaba cegando os eleitores, que não percebem a falta de propostas (factíveis), mensagens e informações que assegurem a mínima segurança de que o eleitor não estará votando em mais um “trapalhão” para o governo que, depois de quatro anos, revela-se outra porcaria que impediu o desenvolvimento sustentável rondoniense.

 

CANCRO

hhA propaganda eleitoral gratuita (que de gratuita não tem nada) é certamente um cancro que solapa a eleição. É um dos principais trunfos usados pelos políticos matreiros e capazes de sustentar campanhas milionárias para manipular o processo eleitoral, onde quase sempre vence o candidato sustentado pelas alianças mais paradoxais, que lhe dá mais tempo na TV.

 

 

CONDIÇÕES DESIGUAIS

censura2Com o sistema existente no Brasil não igualdade na disputa entre os candidatos. A televisão deveria garantir, isso sim, espaço para o debate político honesto, ao invés das fantasias e espetáculos milionários do marketing, prejudicial à democracia.

E nesse cenário todo, para fazer a coisa ficar pior, a Justiça Eleitoral ainda inibe o exercício da livre opinião e informação nos jornais e sites jornalísticos, com uma clara decisão de blindar quem concorre da crítica e da informação reveladora do lado negro do candidato, escondido do povo.

 

INAUGURAÇÃO INÚTIL

teatroA esperteza política em Rondônia acaba produzindo fatos inusitados, especialmente nessa época eleitoral. Recentemente o tal Teatro Estadual de Rondônia, obra com aproximadamente 20 anos de duração, foi “inaugurado” com um evento que trouxe aqui uma conhecida atriz brasileira.

Foi, como se pode constatar, mais uma inauguração de mentirinha. O atual governo não terminou o Teatro. Parte da obra está cercada por tapume, exatamente porque ainda não foi concluída. Dizem que vão fazer uma nova inauguração nesse mês.

 

RAUPP PRESENTE

barbaE agora outra inauguração está sendo anunciada. É a ponte sobre o rio Madeira, ligando Rondônia ao nada, pelo menos enquanto a reconstrução da BR-425 não passar de um sonho distante.

Embora seja uma obra que consumiu milhões do tal PAC, pouco influencia terá na vida econômica do estado. Por enquanto a ponte milionária é uma espécie que liga nosso estado ao nada. Afinal, a rodovia é aquela que deveria servir para ir a Manaus mas acabou a muito tempo. E sua recuperação já serviu de promessas em várias eleições.

Raupp, o senador barbudo de Rolim de Moura, estará presente na inauguração. Certamente vai falar de novo que a BR-425 ainda vai ser reconstruída até Manaus. Quando? É melhor esperar sentado por vários anos.

 

NOME LIMPO

nome limpoUm levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’ nas 27 capitais descobriu que grande parte dos brasileiros reconhece a importância de manter as contas em dia. Dentre os consumidores entrevistados, 82% consideram que ter o ‘nome limpo’ é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter. Apenas 6% disseram não se importar em ter o CPF negativado.

No entanto, apesar da aparente preocupação da maior parte da população, uma outra parcela significativa dos brasileiros admite assumir atitudes arriscadas. Seis em cada dez entrevistados (64%) reconhecem que já pagaram, pelo menos uma vez em suas vidas, alguma conta atrasada, ao passo que 17% nunca o fizerem. Já o hábito de fazer um planejamento financeiro não é prática corriqueira para pelo menos 40% dos entrevistados.

 

ENGANO TOTAL

VergonhaA propaganda política que mostra candidatos com o largo sorriso (por que riem com tanta facilidade?) em cavaletes fincados em nossas ruas me leva a pensar sobre uma frase de Millôr Fernandes: “Em política sempre se pode provar o contrário”.

Jamais me passou pela cabeça a ideia de ver disputando de verdade um cargo importante para o Congresso Nacional gente que num passado nem tão distante assim colocou na rua da amargura milhares de servidores públicos que perderam não só o emprego, mas a própria dignidade de ver, depois quase 20 anos de trabalho ver tudo ir para o ralo.

Também não imaginava que nomes que começaram a aparecer com a relevância de “Ficha Suja” após desempenhar cargos públicos importantes e se envolverem com a corrupção seriam candidatos nessa eleição. Me enganei, totalmente. Ainda não será dessa vez que assistiremos o fim desse bando. É possível que saiam da urnas fortalecidos.

 

ESDRÚXULO

hhNão sei o leitor, mas esse colunista tem vontade de desligar a TV na hora do horário eleitoral, para não ter escutar tanta agressão e tanta mentira. É um espetáculo esdrúxulo proporcionado por duas senhoras que querem ser presidente do Brasil, em que Marina mordeu a isca candidamente e entrou no jogo sujo da incompetência. Infelicidade à parte, esse é o entulho que representa esse horário eleitoral, tão cobiçado, mas que mais parece uma briguinha de gato e rato, herança do autoritarismo.

De uma coisa estou cada vez mais convencido. Hoje o que temos? Uma enorme herança maldita em termos de valores éticos e morais, deixados por Lula, além de uma economia em deterioração na gestão Dilma.

Afinal, Lula afirmou que “eles não sabem do que somos capazes de fazer” e Dilma, por sua vez, com candura afirmou sem nenhum constrangimento que poderia fazer “o diabo” para ganhar as eleições. É por essas falas que escapam de sua boca que ambos revelam o que são, sua verdadeira natureza e a que vieram.

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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