Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais -Nesse período em curso, podemos notar a falta que faz uma reforma política – por Gessi Taborda

 PARA PENSAR

BandeiraÉ claro que Rondônia não vai bem. Os fatos desmentem a maquiagem feita pelos marqueteiros. E para o ano a situação não será melhor, mesmo se houver uma gestão mais capacitada. São tantas notícias ruins na nossa economia que devemos rezar pelo fim do continuísmo.

E agora, com essa ferida exposta da Hidrelétrica de Santo Antonio (que nem começou e já beira à falência) a situação vai piorar. Sem gestão de qualidade, o que ainda resiste em termos de desenvolvimento pode ser reduzido a pó. É melhor o eleitor votar consciente de que já estamos vivendo um momento de estagnação de nossa economia.

INDUSTRIALIZAÇÃO

padretonO padre Ton, candidato do PT ao governo rondoniense, assumiu o compromisso de, caso eleito, adotar políticas que favoreçam a industrialização de matérias primas. O padre foi o entrevistado de um programa da Rede TV em Porto Velho.

“Apenas cerca de 20% do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços vem da agricultura e da pecuária, bases da nossa economia. Não podemos mais admitir que as nossas matérias primas sejam levadas para fora. Temos de beneficiar, industrializar nossos produtos, para gerar riquezas, emprego e renda, ou seja, o crescimento da economia”, disse Padre Ton.

PEÇA SEM IMPORTÂNCIA

eleiçõeseeAs ruas estão cheias do clima eleitoral, que hoje é apenas isso: a poluição visual das centenas (ou milhares) de painéis com as caras risonhas dos candidatos. A maioria faz parte daquele capítulo que ninguém sabe e ninguém viu.

As eleições de hoje não têm nada da “festa cívica” do passado, quando a militância era feita por voluntários, que seguiam os partidos como os torcedores de futebol.

Sem os grandes comícios de antigamente pouca coisa restou para chamarmos isso que está ai de “festa”, e muito menos cívica.

Com tristeza, cada vez mais constatamos que a peça menos importante dessa (qua!qua!qua!qua!) “festa” é o eleitor.

REFORMA

eleiçõeseeNesse período em curso, podemos notar a falta que faz uma reforma política ampla, geral e irrestrita para a saúde cívica da Nação.

Só uma reforma verdadeira poderia livrar o processo eleitoral da presença dos chamados partidos nanicos, sempre prontos a se unir a qualquer plataforma que seja um negócio vantajoso, independente do conteúdo ideológico, pois não estão presos a qualquer valor moral.

A prova disso está aqui mesmo em Rondônia. O rumo das eleições é decidido pelos partidos grandes. Os pequenos fazem (quando muito) barulho, mas não passam de coadjuvantes. Sem a tal reforma política (de verdade) é isso que teremos em cada eleição: a construção de alianças caóticas, sem nenhum viés programático ou ideológico.

INCITATUS

cavaloE no cenário de poluição visual surge até um painel destacando um vistoso é um cavalo. Mas o cavalo não é o candidato.

É uma sacada relembrando o Incitatus, cavalo que foi nomeado Senador na Roma Antiga. O que pretende o candidato com essa sacada cavalar?

Será que visa esconder sua falta de recursos de retórica e oratória (importantes para o exercício parlamentar). Ou o show cavalar objetiva conquistar eleitores mais ingênuos e testar a paciência dos que raciocinam um pouco mais?

O CAVALO NO DF

cavaloTalvez o ginete candidato cre que a “imagem é tudo” numa campanha. Mas, pergunta-se, o que um homem montado num cavalo tem de consistência para ser um bom parlamentar federal?

Numa terra em que personagens boiadeiros e tucuras consegue maravilhar os eleitores, talvez o cavalo acabe desembarcando em Brasília para, mais uma vez, colocar o estado no anedotário.

APOIO DE EYMAEL

PSDCAté o fechamento da coluna, ontem, ninguém do diretório estadual do PSDC soube dizer o dia exato em que o presidente nacional do partido e candidato à presidência da República, José Maria Eymael desembarcaria na capital rondoniense para falar de seu programa e também apoiar os candidatos do partido, especialmente Edgar do Boi, candidato a deputado federal e presidente regional do PSDC. A visita de Eymael à região foi anunciada ontem, em São Paulo, após sua sabatina a jornalistas da rádio CBN.

DIA DA AMAZÔNIA

Uma efeméride pouco lembrada. Hoje é comemorado o Dia da Amazônia. Aqui, na maior floresta tropical do mundo, as diversidades mostram um Brasil de muitas caras. Na Amazônia não há somente a cultura indígena, mas muitas culturas diferentes. Influenciadas pelas características geográficas, históricas e econômicas da região.

MULTIDÃO

Ivo21Jaqueline Cassol, segundo informe de sua assessoria, conseguiu reviver uma tradição política, em Vilhena, onde promoveu um grande comício, atraindo mais 3 mil pessoas ao evento. A assessoria não informou se ela pretende fazer evento dessa natureza na capital.

FACTÓIDE

FACTOIDEA fábrica de factóides da prefeitura distribuiu o seguinte informe: “Defesa Civil avalia situação de áreas atingidas por enchente”. Pô, se até hoje estão avaliando os efeitos da cheia que terminou praticamente em maio, imagine quanto tempo vão gastar para fazer as obras de recuperação, etc, etc. Parece que essas obras vão ter de esperar um novo prefeito.

IMPORTANTE

FACTOIDEÚnica informação verdadeiramente importante para a coletividade, saída dos arautos da prefeitura nessa semana: “Campanha de vacinação contra a raiva” terá início a partir do sábado, amanhã. Equipes do Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) percorrerão regiões da cidade a cada fim de semana com postos de vacinação disponíveis para imunizar cães e gatos domésticos a partir de 90 dias de vida contra o vírus causador da raiva.

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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