Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais- A administração municipal parece não ouvir os reclamos da população por Gessi Taborda

VEGETATIVO

BandeiraA nota do Ideb (índice de desenvolvimento da educação básica) de Rondônia cresceu. Em 2011 o estado tinha um índice de 3,3 e agora, em 2013, esse índice passou para 3,4, conforme informou ontem o MEC.

Esse crescimento não é motivo para deixar felizes os responsáveis pela política de educação pública, pois o resultado não aponta melhorias significativas, sendo mesmo irrelevantes se comparados com parâmetros dos estados mais importantes do país e de algumas nações da própria América Latina. Isso vale dizer que nossa melhorai foi vegetativa e não competitiva.

 

METAS

SBandeiraegundo uma fonte da área de planejamento da educação pública no estado, Rondônia não conseguiu – mais uma vez – alcançar as metas estabelecidas para o Ideb. Segundo essa fonte, o ensino rondoniense sofre com a falta de continuidade nas políticas públicas para o setor que, por essa falta de prioridade das prioridades, a Secretaria de Estado da Educação sempre sofre com a descontinuidade diante da troca excessiva de secretários, alguns (como acontece nesse final de governo) sem ter qualquer especialização na área. “Aqui em Rondônia, pelos acordos políticos, a gente vê a gestão da política de educação pública tentando sempre inventar a roda, sem sair, no entanto, do lugar”, detalhou a fonte.

 

GOZADOR

PSDCEymael tem pendências para o humor. Perguntado ontem na sede regional do PSDC rondoniense se imagina como será o desfecho das eleições desse ano, tascou: “Nem Aécio e nem Marina têm condições de derrotar Dilma, isso só a nossa campanha pode fazer”. Após a declaração, comeu um salgadinho, convocando Edgar do Boi e o pessoal que lotou o diretório para sair em caminhada pela principal avenida da cidade, a Sete de Setembro.

 

FEIJOADA

Para arrecadar dinheiro em favor da campanha de reeleição do deputado José Hermínio, acontece hoje a “Feijoada de Arrecadação”, às 11 horas, no Bufet do Braz. A adesão é de 100 por cabeça. Segundo o tititi em torno de regabofe a procura pelo convite foi intensa no dia de ontem.

 

FENÔMENOS

EleicoesEm política – pela minha experiência – não existe verdade definitiva. Um engano recorrente é achar que o universo dos eleitores é plano, que um morador do bairro Meu Pedacinho de Chão tem a mesma percepção – boa ou má – do desempenho de um candidato em debate ou programa eleitoral que alguém que more no bairro Ulysses Guimarães. O que pode ser ruim para alguém letrado pode ser bom para alguém mais humilde e vice-versa. Desse engano nascem os “fenômenos” eleitorais, fatos normais não detectados a tempo.

 

CANDIDATOS CRENTES

É bom não esquecerem. Como está no bíblico Mateus, na parte que fala dos hipócritas, “sois semelhantes aos sepulcros caiados”.

 

CAÇAMBAS

Transito-sinalA administração municipal parece não ouvir os reclamos da população e nem ler os alertas da imprensa. Faz tempo que essa coluna avisa aos gestores (???) sobre o risco verdadeiro que representa essas caçambas de entulhos colocadas de qualquer jeito nas vias públicas onde ficam por tempo indeterminado. Elas estão por toda parte, na maioria das vezes no leito carroçável das vias. Não são sinalizadas, não têm pinturas reflexivas e são um perigo real de acidente grave, principalmente nas vias de grande trânsito e estreitas. Parece que a prefeitura só tomará conhecimento disso quando alguém morrer numa colisão com essas caçambas. Ou, quem sabe, antes disso acontecer o MP faça alguma coisa para proteger o cidadão-contribuinte-eleitor.

 

SÓ 29 DIAS

Eleicoes
Em menos de um mês o cidadão-contribuinte-eleitor terá de comparecer às urnas. O voto é missão da maior significação a ser cumprida por todos os eleitores. É instrumento (ou arma, como queiram) utilizável apenas nas democracias. A sua utilização, representando o exercício da cidadania, precisa materializar a ambição de valorização. Não se deve oferecê-lo sem avaliação minuciosa de quem o recebe.

 

RONDÔNIA AGRADECE

urna_eletronica_unbA sociedade agradece ao eleitor se ele escolher gente séria e competente para dar seu voto.  Se o candidato não é sério, vai aproveitar-se do cargo, servindo-se e não servindo. Se sério, mas não competente, estaremos dando um emprego ao candidato, simplesmente, pagando uma conta por nada. O eleitor tem menos de 30 dias para tomar uma decisão. Há uma desinteresse de  boa parte do eleitorado em analisar os candidatos e suas propostas. A coluna, claro, espera que o eleitorado rondoniense faça um exercício sério e responsável, jamais se prestando para negociação pessoal, até porque quem compra o voto hoje, vende o eleitor amanhã.

 

NOVA PROFISSÃO

VOCE SABIAA profissão de apicultor pode ser regulamentada. Projeto de lei do deputado federal Danrlei de Deus (PSD) cria regras para o exercício da profissão e exige, entre outras coisas, curso na área e permite que os apicultores façam pesquisas científicas sobre o tema. “O valor da apicultura e da meliponicultura para a economia brasileira e a importância da polinização efetuada pelas abelhas silvestres nativas na estabilidade dos ecossistemas e na sustentabilidade ambiental urbana e da agricultura representam aspectos substanciais do agronegócio”, disse.

 

SEM VOTAR

senadoO decreto que cria a Política Nacional de Participação Social acabou com o segundo esforço concentrado. Os deputados não votaram nenhuma matéria no plenário, e a sessão, que estava marcada para quarta-feira passada, foi desmarcada antecipadamente. A oposição reivindica desde junho, e com o apoio de partidos da base governista, como o PMDB, a votação de um projeto de decreto legislativo que susta o texto do Planalto.

 

 

DECISÃO

VergonhaÉ impressionante o número de candidatos com nódoas no exercício da vida pública em disputa nesse pleito rondoniense. Tem gente apostando na eleição de alguns desses personagens, como aquele que ficou popularmente conhecido como Bob Ali Babá. A população mais esclarecida torce para que o eleitorado vote de forma consciente. Mas se isso não acontecer, espera-se uma decisão do Judiciário que impeça esse sujeito já condenado em alguns processos e respondendo outros não consiga mais uma nova blindagem da impunidade. O judiciário pode tomar a decisão moral de fazer a faxina onde o eleitorado falhar.

 

PERGUNTA

Será que os evangélicos estarão de novo com aqueles candidatos que no passado se notabilizaram por sua participação na Máfia das Ambulâncias?

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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