Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: É incrível a cara de pau de alguns candidatos. – por Gessi Taborda

TUDO COMEÇA NO VOTO

Horario-Eleitoral2É próprio da atrasada política brasileira: vale tudo para galgar alguns votos a mais nessa reta final de primeiro turno das eleições. O que assistimos nesse período, sobretudo na propaganda da TV, são as velhas (e novas) aberrações que de nada servem, pedagogicamente, para nos ensinar a votar com mais qualidade.

Bem que dizem que, toda a cidade e todo o estado têm o prefeito e o governo que merecem! Os problemas não começam nos governantes, mas sim em nosso voto!

 

CARAS DE PAU

Horario-Eleitoral2É incrível a cara de pau de alguns candidatos. Eles estão tão confiantes na ignorância do eleitor que debocham dele sem nenhum pudor. Ou não isso que faz um candidato ao Senado prometendo todo dia na TV que fará hospitais, creches, escolas profissionalizantes, coisas que nem são atribuições de senador?

Fala com a certeza de que o eleitorado é mesmo um bando de parvo, fácil de ser manipulado com promessas absurdas e mentirosas, como se a gente não soubesse que executar obras é negócio de governo, prefeito e presidente da República.

O cara de pau, que precisou substituir o próprio pai em sua chapa (porque o pai é ficha suja), ainda vem com aquela conversa de que é político acima de qualquer suspeita.

Há vários outros caras de pau prometendo, por exemplo, trabalhar por Rondônia, por Porto Velho, como se não estivessem terminando um mandato sem fazer nada pela situação vergonhosa e vexatória da falta de saneamento básico.

 

CASO ESPECÍFICO

Horario-Eleitoral2Veja, por exemplo, o caso dessa deputada Marinha Raupp (mulher de um ex-governador e atual senador) afirmando que fez e aconteceu por aqui.

Onde? O que? .Quando? Desconheço alguma marca ou realização que tenha o dna dessa mulher!

Ah, me direis os borrabotas, e o teatro? Ora, o teatro é obra de 20 anos e mesmo assim, será inaugurado sem estar verdadeiramente acabado. Ainda tem grande parte da obra cercada por tapumes.

 

AUDÁCIA

Horario-Eleitoral2É tamanha a audácia desses políticos que em pleno final da corrida ainda tentam se mexer para dizer que estão fazendo obras populares.

O governo está no seu último ano e, só agora, em plena reta final da disputa, faz um trabalho de reforma do único ginásio de esportes existente na área central de Porto Velho. É ou não uma tremenda cara de pau?

São lambanças ridículas que podem ser vistas por toda a capital rondoniense.

Existe lambança maior do que os malfadados (vá lá!) viadutos da BR-364 integrando a enorme manada de elefantes brancos de Porto Velho.

E mesmo com toda essa absurda comprovação de desperdício do dinheiro público, o audacioso personagem apelidado de Bob Ali Babá tem coragem de estar na corrida eleitoral por acreditar na idiotia do eleitorado.

Estão cientes (ou confiantes) que nosso eleitorado digere bem essas porcarias paridas no pior da política, com riquezas que não resiste nenhuma investigação e fazem políticas milionárias, bem capazes de serem sustentadas pelo Caixa 2.

 

PAPO MAROTO

EleicoesAs pessoas estão resistindo a pensar. E prefere ir no vai da valsa. É incapaz de compreender que essa conversa de diminuição da pobreza está enrustida numa outra realidade: essa pobreza foi reduzida às custas dos impostos dos trouxas trabalhadores para sustentar programas assistenciais.

E que agora vemos por exemplo, o professor da escola básica andar de carro velho enquanto que os beneficiários de seus inúmeros programas já tem tablet e até carros melhores do que os dos pobres professores!

 

CONSOLO

EleicoesÉ claro que, como se vê, vale tudo pela jogada política, até dançar funk e repetir trocentas vezes seus discursos cheios de retóricas e balelas decoradas na tv, repetindo velhas promessas (não cumpridas) com outra roupagem como se fossem novas.

Nesse momento o número de candidatos desesperados é maior. Estão sentindo (como uma senhora que no passado mostrava os seios e agora tenta ser engraçada com ridículos bonecos) seus minutos de fama indo ralo abaixo. Mas não pensem que são apenas estas pessoas simples quem fazem campanhas mirabolantes em meio a inúmeras pataquadas diárias.

 

VOTE SEM IMBECILIDADE

DEBATEEstamos na reta final e ainda temos atividades importantes das eleições desse primeiro turno. Hoje, com início às 22 horas, acontece mais um debate, na TV Candelária, retransmissora da Rede Record. O último debate – tido como o mais importante, será no dia 30, na TV Rondônia, retransmissora da Globo.

Assistir aos debates é importante para o eleitor se informar mais, sabendo separar o joio do trigo, votando com mais consciência.

 

ATÉ NO DF

EleicoesSeria muito bom para o estado de Rondônia se aqui nossos eleitores não agissem, com a imbecilidade dos eleitores de Alagoas e de Brasília. Os imbecis de Alagoas votam no Collor e no Renan, mesmo tendo roubado bilhões. O povo trouxa de Brasília votaria no Arruda, mesmo diante das impugnações da Justiça e seu tempo de prisão, por ter metido a mão na grana do povão.

 

IMBECILIDADE

Taborda4O colunista quer acreditar na maior conscientização do eleitorado rondoniense. Reconheço ser esse desejo um caso difícil de ser realizado. Ouço todo dia que aquele político sujo acostumado a esconder dinheiro na cueca, respondendo processo por participar de esquemas de corrupção divulgados com insistência na mídia será, isso mesmo, um dos mais votados da capital. Se isso acontecer temos que nos envergonhar e reconhecer que o problema não são os políticos sem vergonha, mas o eleitorado imbecil que elege ladrões e ladras para compor o legislativo.

 

COISA DE ANÃO

dilma-rousseff-sorriEm seus dois discursos na ONU Dilma deu a entender que apoia os terroristas do Estado Islâmico. Ou, então, ela e seu califado desconhecem totalmente o que se passa naquela região. É, depois reclama quando chamam o Brasil de anão diplomático. Os pronunciamentos de Dilma rivalizam com as abobrinhas de seu padrinho e mentor. Ela não percebeu que o Estado Islâmico está se lixando para nós, os “infiéis”.

 

 

INCLUSÃO

Leitor atento da coluna pediu para incluir na relação daqueles que devem ter retorno garantido ao mandato de deputado estadual o nome da parlamentar de Cacoal, Glaucione. Está ai, devidamente incluso.

 

HUMOR

mauro_nazifVocê, eleitor do Mauro Nazif, sabe para que ele foi eleito? Deve ser para posar de aspirante de humor. Em pleno momento do Primeiro Centenário, quando a cidade não tem nada para apresentar, vem o prefeito com esse negócio de “Vovô e Vovó Pop”. É não apenas hilário, mas também macunaímico.

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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