Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Alex Testoni sem mascara e pode antecipadamente encerrar carreira politica – por Gessi Taborda

Esse encurralamento de Alex poderá levar o caricato personagem a encerrar antecipadamente seu projeto de homem público no estado. Como deputado Alex Testoni ficou mais conhecido por ter modificado o entendimento dos parlamentares e ….

ESPEREM SENTADOS

prefeito-Mauro-NazifNão pretendo desanimar as famílias vítimas da enchente histórica do Rio Madeira. Mas é dever da mídia não domesticada alertar essas pessoas, muito fragilizadas nesse momento, para uma inegável realidade: o padrão de lentidão da gestão municipal (ainda mais lerda do que as anteriores) em solucionar os dramas dos moradores da capital. Diante dessa constatação não há outra recomendação para as vítimas da catástrofe das enchentes: se vocês estão esperando solução pela via da prefeitura, é melhor esperar sentados. As pessoas desalojadas ou desabrigadas devem correr, elas mesmas, atrás do prejuízo do que ficar esperando pelas pífias e insuficientes ações do governo ou da prefeitura.

Daqui para o final do ano deverão existir muitas promessas (principalmente eleitoreiras), mas só por um milagre veremos a conclusão de obras que respondam aos efeitos a esse desastre natural. Aliás, pela tradicional morosidade das ultimas gestões municipais, o governo de Mauro Nazif não deverá conseguir recuperar nem mesmo a malha viária urbana de Porto Velho, colocando a trafegabilidade num padrão civilizado.

POR CONTA PRÓPRIA

prefeito-Mauro-NazifComo há falta de foco e de capacidade de identificar prioridades deveremos chegar ao final do ano com a buraqueira das vias públicas, o asfalto totalmente irregular, as calçadas desniveladas e cheias de armadilhas para o pedestre (especialmente idosos e cadeirantes) etc etc.

Ontem a prefeitura distribuiu um de seus factoides para imprensa, afirmando que está planejando a reconstrução. No lero-lero oficial, os debates se concentram na questão da reconstrução dos bairros alagados, das moradias dos desalojados e desabrigados e na construção de parques em áreas que não deverão mais ser ocupadas por moradores.
Acredite quem quiser. Até agora a prefeitura mostrou incapaz de tomar conta até do principal (e único) parque da cidade. Como acreditar que construirá novos parques?

E a urgência justificada de atendimento ao povo que perdeu tudo na enchente do Madeira vai, evidentemente, para o beleléu. Agora, com o rio voltando ao seu nível normal, quem sofreu por viver num município totalmente vulnerável a qualquer tipo de catástrofe precisa compreender que está por conta própria. Botar fé em promessas de políticos e declarações de autoridades como o prefeito ou o governador é pura besteira que resultará em frustração.

MANÉ É MANÉ

b1O excesso de vibração do fabricante de factoides da prefeitura de Porto Velho ao registrar a doação de obras da artista plástica Patrícia Franco para a Biblioteca Francisco Meirelles mostra bem como e administração municipal da capital rondoniense continua patética. Segundo o tal factoide o diretor da biblioteca, Adson Muniz, não cabia em si de tanta felicidade em poder, como disse, transformar o corredor lateral (do prédio da biblioteca) em “espaço cultural importante para que outros artistas venham a expor seus trabalhos”.

Ora, se o pensamento de “Mané” não prevalecesse nessa gestão, alguém deveria pensar em dotar a cidade de uma pinacoteca. Isso mesmo. Uma prefeitura não pode ficar esperando por doações de artistas recém-chegados à cidade. Deveria, isso sim, pensar na aquisição de obras de arte significativa, através de salões e galerias renomadas.

ALEX SEM MÁSCARA

test1Mais um político inventado por Ivo Cassol está na iminência de enfrentar tempos difíceis, mesmo após desistir de disputar a eleição desse ano, quando chegou a ser cotado para encabeçar uma candidatura de governador.

Alex Testoni, prefeito de Ouro Preto, não deu maiores explicações para seu licenciamento da prefeitura. Se o objetivo era deixar dormindo as denúncias nas gavetas da Câmara Municipal as investigações de seu envolvimento com a corrupção, a tática não funcionou. A Câmara Municipal decidiu abrir uma CPI. A máscara de político sério, ficha limpa, mantida por Testoni desde sua debutação no cenário político rondoniense, quando se elegeu deputado estadual começou a ser retirada pelo MP, autor da denúncia como esse miliardário de Ouro Preto na Justiça Eleitoral.

GOLPE DURO

test1Esse encurralamento de Alex poderá levar o caricato personagem a encerrar antecipadamente seu projeto de homem público no estado. Como deputado Alex Testoni ficou mais conhecido por ter modificado o entendimento dos parlamentares e introduzido o uso do boné no plenário, durante a realização das sessões. Seu discurso era centrado na defesa de Ivo Cassol e no combate aos gastos com a folha de pessoal (da própria Assembleia) e de alguns segmentos onde os barnabés tinham peso maior. Gostava de se auto-promover como “incorruptível”.

Na condição de órfão do “cassolismo” acabou resistindo ao assédio de partidos ligados ao ex-governador, indo se abrigar no PSD. E mesmo com um surrado discurso chegou a contribuir para inviabilizar a candidatura de José Hermínio ao governo.

AJUDOU NA DESCONSTRUÇÃO

test1Ninguém duvida que a desconstrução da candidatura popular de Hermínio começou com o próprio chefão do PSD, mais alinhado ao tipo de política levada a efeito por Testoni.

Testoni, claro, nunca teve proximidade com o eleitorado rondoniense, embora, reconheça-se, tinha liderança no seu município. É essa liderança que deverá ser liquidada com os possíveis resultados da CPI e da ação patrocinada pelo Ministério Público. A população ouro-pretense poderá descobrir, finalmente, que Alex Testoni não passou de uma farsa, bem diferente daquela imagem que tanto vendeu no passado recente.

MUDANDO DE IDÉIA

od1“O Senador da BR” (era assim que Odacir Soares se autoproclamava durante os muitos anos que ficou representando Rondônia em Brasília) está mudando de ideia. Ele chegou a anunciar que não pretendia mais se candidatar a mais nada. Pelo jeito, o homem superou suas últimas grandes derrotas e está com vontade de “contribuir” mais com Rondônia. Dizem as más línguas que o insepulto Odacir vai pedir autorização de Cassol para o ato de ressurreição. Ora, o velho ex-senador não é o tipo de cara para fazer isso.

Odacir – que sempre sonhou em governar o Estado – tinha pendurado as chuteiras. Mas, esperto como ele só, deve ter compreendido que as eleições desse ano, diante da ruindade dos prováveis candidatos, pode ser uma chance personificar o retorno da Fênix.

REPRESADA
inf1Ouvi ontem de um economista de credibilidade em Rondônia: “É necessário que se diga que estamos convivendo com uma inflação represada e que, passado 2014, terá de ser sentida, porque o aumento dos combustíveis e da energia elétrica, pelo menos, não poderá mais ficar escondido. Até lá, é só lutar para mudar este governo e tudo isso que está aí”.

ESPECIALIZAÇÃO

c1Não fica pedra sobre pedra. Quem tiver interesse em acompanhar as denúncias de roubalheira na gestão do atual governador que, como se afirma, fará qualquer coisa para conseguir uma reeleição, não deve deixar de acessar o blog (acriticaderondonia.blogspot.com.br) onde se revela os aspectos sombrios de órgãos como a tal Sepaz; fala-se da vergonha Caerd, revela ligações do governo com o Beto Baba, escracha as viagens internacionais (pagas com o dinheiro do contribuinte) do Barbudo de Rolim e sua mulher; revela o estouro da folha do governo que passou por cima da lei de responsabilidade fiscal. A situação de Confúcio, de acordo com esse blog, pode ficar simplesmente inviabilizada para continuar na vida pública.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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