Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: A pouco mais de um mês das urnas, chega a hora da verdade para os candidatos. por Gessi Taborda

ASSIM FALOU LENIN

Vale a pena recordar Lenin: o pior governo não é aquele que comete erros, mas aquele que, cometendo-os, não consegue corrigi-los.

CAMPANHA VOTO LIMPO

VotoSerá hoje, sábado, às 19 horas, o lançamento da campanha “Vote certo, Vote consciente”, no Mercado Cultural, localizado na Praça Getúlio Vargas. No ato cívico que será aberto pelo presidente do Tribunal de Regional Eleitoral de Rondônia, desembargador Péricles Moreira Chagas, haverá a apresentação da peça teatral “Herói do Voto” que é feito em parceria com a FIERO, e posteriormente, às 20h30, show dos Mcs Biela e Júnior Duz Cariocas, que cantam o rap da campanha. Todo mundo lá no começo da noite.

DE NOVO

“DNIT assegura ao senador Raupp obras rodoviárias de acesso a Colorado e região” o que, levando-se em consideração tantas outras conversas dessa natureza, não significa absolutamente nada.

TERCEIRA FORÇA

Ivo21O surgimento inequívoco de uma terceira força política, representada pela candidata Jaqueline Cassol, quebra a polarização entre o PSDB de Expedito Júnior e o PMDB de Confúcio. E acrescenta um elemento novo para a avaliação livre dos eleitores rondonienses, que agora poderão escolher entre três projetos distintos – considerando-se os pretendentes têm chances de se eleger. Ganha o estado com o aumento do leque de alternativas e, principalmente, com a oportunidade de acompanhar o embate de ideias proporcionado pelos próximos debates, esteios das verdadeiras disputas democráticas.

GULA DOS POLÍTICOS

censura2É sempre bom ouvir alguém dizer verdades que muitos tentam manter escondidas para o grande público. Não fosse a descaracterização da campanha política nos tempos de hoje, quando expor certas verdades pode custar muito caro a quem pensa ser capaz de romper a blindagem que beneficia quem disputa o pleito, o eleitorado poderia ser mais esclarecido sobre os candidatos.

Informar é papel constitucional dos veículos de comunicação. Mas não é ético colocar na mira da revelação fácil algum personagem desafeto, apenas com o objetivo de provocar desgaste eleitoral. Se a justificativa fosse simplesmente cumprir as funções de bem informar, assuntos explosivos de métodos antigos poderiam – e deveriam – ser estampados muito antes do jogo eleitoral. A imprensa tem mesmo o papel de divulgar sempre a classe política e os dirigentes públicos. Não deve é usar munição de grosso calibre por interesse particular em contrário do interesse geral.

Os políticos de carreira e os que deverão conseguir o primeiro mandato nas eleições desse ano devem aprender como lidar com a imprensa. Uma imprensa livre, persistente e com memória, será sempre um perigo.

DESINTERESSE DO ELEITOR

eleiçõeseeAs bruscas mudanças perceptíveis na corrida eleitoral rondoniense após a consolidação dos concorrentes com a participação em debates e na maratona de viagens ao interior com as indefectíveis carreatas e outras coisas do gênero não serviu ainda para avaliar as tendências do eleitorado no apontamento “da bola da vez”. Ainda dá para perceber uma má vontade acima da habitual por parte dos eleitores em relação aos políticos.

E nesse cenário os indícios mais evidentes apontam o governador como o maior derrotado, mesmo incorporando slogans com a variação da palavra mudança no seu discurso eleitoral.

Ainda ontem um coordenador de campanha majoritária me dizia – sem pedir segredo – que vamos entrar no mês de setembro com um percentual recorde de indecisos. É importante que essa insatisfação possa levar a um aprimoramento e não a mais desgaste da política e da democracia.

COMO ASTRO

euclides 1Se for verdade a notícia veiculada pela mídia sobre o número de público no lançamento da campanha de reeleição do deputado Euclides Maciel, cerca de 5 mil pessoas, é preciso reconhecer que o parlamentar (comunicador de TV) é uma espécie de astro rondoniense. Certamente é um dos poucos que não está tendo dificuldades de transmitir o seu recado aos potenciais eleitores. Se para reunir essa multidão o deputado não tiver utilizado das desgastadas fórmulas de arregimentação e marketing, estaremos diante de um novo fenômeno eleitoral com possibilidade de entrar na lista dos mais votados.

CIRCO DOS HORRORES

hhCom poucas exceções, o desfile de candidatos nas ruas, nos meios de comunicação e nas redes sociais ajuda a reforçar essa impressão, ao insistir em desgastadas fórmulas de marketing e de comportamento. É uma lista repleta de pastores doidos para trocar a vida eclesiástica por um púlpito no legislativo; um monte de professores cansados das salas de aula; um outro tanto de milicos doidos para trocar a farda por um terno. Há candidatos com inspiração humorística ou bizarra (como o tal de “Bagunça”), todos apostando numa postura que verdadeiramente não combina com a postura esperada de um político.

TEMERIDADE

hhCertamente são poucos, muito poucos, os cidadãos comprometidos de verdade com as questões da população que estão participando desse pleito.

Os excessos, somados à insistência de quem não desiste de pedir voto mesmo tendo ficha suja, demonstram a dificuldade de o país atrair o interesse dos cidadãos para a escolha consciente de seus governantes e representantes políticos, o que se constitui numa temeridade.

Quando os políticos não convencem e os eleitores perdem a confiança em seus representantes, o risco é o de que os ganhos fiquem com os oportunistas, pouco ou nada interessados no bem comum e na democracia.

SÓ INTENÇÕES

hhA pouco mais de um mês das urnas, chega a hora da verdade para os candidatos. Eles precisam expor, de forma que o eleitor possa sentir firmeza, o que de fato pensam sobre questões essenciais para o estado e até para o país.

Dificuldade maior para quem disputa a reeleição, muitas vezes obrigado a esquivar-se de fatos suspeitos que permanecem sem respostas convincentes.

Até agora, os programas foram, com exceções, resumidos em compactas cartas de intenções, muitas vezes orientadas pelo marketing político. É preciso bem mais na defesa de posições para temas sempre presentes numa eleição. Os candidatos estão desafiados a provar que as boas intenções e a retórica da propaganda política não escondem planos deliberadamente abordados com superficialidade.

BRONCA BESTA

mauro_nazifSe esse prefeito que temos não fosse tão incapaz de imaginar soluções verdadeiras para as questões da mobilidade urbana não entraria, novamente, numa rota de colisão babaca com as instituições de controle externo e de defesa da legalidade. Inverter o trânsito na Sete de Setembro é uma dessas idiotias sem explicação. O pior de tudo é querer jogar dinheiro público em projetos que trocam seis por meia dúzia. Um dia esse prefeito vai compreender, talvez, que bronca (ainda mais de forma insistente) contra instituições consideradas pelo povo como o Ministério Público é ferramenta de otário.

 

 

Tags

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by