Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: A impressão que ficou do debate é que Jaqueline tem tudo para crescer nas pesquisas – por Gessi Taborda

VISLUMBRE DE MUDANÇA

EleicoesPena que a audiência conseguida pela TV Allamanda com o primeiro debate dos candidatos a governador de Rondônia foi baixo. Digo isso porque ontem passei a perguntar a todas as pessoas com quem tive algum tipo de encontro se viram o debate e, decepção, a maioria não ligou a TV e alguns nem sabiam que iria acontecer o tal debate. É o desinteresse do eleitorado a produção pobre da TV que sequer conseguiu divulgar bem sua realização.

Não que o debate tenha tido a qualidade esperada no que tange aos aspectos didáticos de uma campanha eleitoral, mas certamente a parte do eleitor que “deixou prá lá”, perdeu a oportunidade de constatar que no meio das manhas e artimanhas utilizadas para ludibriar a boa fé dos eleitores vai sobressaindo candidatos mais coerentes com a aspiração de mudanças da política rondoniense, envelhecida no curto tempo em que Rondônia passou a escolher pelo voto do povo seus governantes. É uma mudança lenta, mas está acontecendo.

 

COISA DE MULHER

charmerAinda vistas como “bobinhas” no machista mundo da política rondoniense, nossas mulheres vão aos poucos deixando a conivência ao machismo imperativo dos homens, “donos” de quase todos os partidos, para se tornarem não só dirigentes dessas agremiações como protagonistas das melhores produções eleitorais, deixando de lado o papel de absoluta subjugação e aviltamento, para enfrentar sem medo a concorrência aos cargos mais importantes.

O debate da Allamanda serviu como um aviso de que a política é, sim, coisa de mulher.

As velhas ciladas que mantinham as mulheres rondonienses como simples coadjuvantes para “cumprir o papel das cotas” estão com seus dias contados. E isso porque nesse pleito temos Jaqueline Cassol, uma mulher que rompeu com o sistema de migalhas e está disputando na cabeça da chapa o cargo de governadora.

 

JOGO BRUTO

jaquelineA maneira como se comportou, na defesa e no ataque, desse primeiro jogo bruto de que participou a candidata do PR certamente demonstrou que tem gás para chegar à etapa final da disputa. Isso, claro, não significa apostar numa vitória dessa jovem advogada, loira inteligente e arrojada.

Mas se nas próximas pugnas não for abatida pelos petardos dos concorrentes pode sim conseguir cacife para uma das duas vagas do segundo turno.

A impressão que ficou do debate é que Jaqueline tem tudo para crescer nas pesquisas, sobretudo naquelas que serão feitas após o debate que a Globo fará, com uma penetração maior do que o debate da segunda-feira.

 

JÁ VI ESSE FILME

urna_eletronica_unbA frase: “Se eleito for…” é nossa velha conhecida em época de eleição. Todos os candidatos parecem ter estudado pela mesma cartilha. Pena que, após eleitos, esquecem o que prometeram. Antes sabem como resolver todos os problemas, mas depois de eleitos dizem ser preciso estudar com cautela os erros cometidos pelos antecessores. E assim passam dias, meses, anos, termina o mandato e é hora de recandidatar-se. E lá vem a frase: “Se eleito for…”

 

 

TÁTICAS

cara de pau_0Em meio a mais uma campanha eleitoral, conheça algumas táticas de candidatos para conquistar a simpatia e o voto do eleitorado: aparecer ao lado do(a) esposo(a) e filhos, símbolo do bom marido e pai e cultivo dos valores tradicionais; com criancinhas no colo, demonstração de sensibilidade; em igrejas, respeito aos credos; abraçar pessoas de outras raças, ausência de preconceitos; em mangas de camisa, expressão de trabalho e iniciativa; com atores, jornalistas, escritores, intelectuais, estímulo às atividades culturais e artísticas; em festas de gente pobre ou no meio de operários, expressão de humildade e simplicidade; com roupa a rigor ao lado de altas autoridades, capacidade de influência e prestígio pessoal; ao lado de pessoas de baixa condição social e esteticamente feias, manifestação de tolerância; em transporte coletivo, no meio do povo, demonstração de simplicidade.

 

RODOVIÁRIA E VIADUTOS

Elefante_brancoFora as promessas para resolver a falta de segurança no estado, o debate de segunda-feira serviu para colocar na ordem do dia dois outros espetáculos de decadência de Porto Velho: a rodoviária e os viadutos de mentirinha iniciados na gestão do PT (simples elevados e nada mais), hoje uma das nutridas manadas de elefantes brancos. E ai tome promessas eleitoreiras de que esses entraves serão resolvidos. Em nenhum âmbito da administração pública há definição para isso e, muito menos, verba para as obras…

 

SUPERFICIALIDADE

DEBATEUm assunto realmente escabroso que o próximo governador rondoniense terá de resolver é a dívida bilionária do estado. Esse assunto foi tratado com superficialidade pelos participantes do primeiro debate na TV. Confúcio, o governador ficou apenas naquela conversa mequetrefe de que o estado contraiu a dívida “por ter recebido oferta de crédito” da presidente Dilma, e se vangloriou: “Rondônia foi um dos poucos estados brasileiros que recebeu essa oferta”.

Nenhum dos demais candidatos falou sobre como reduzir a dívida rondoniense e nem como, nesse contexto, pretende promover as taxas de crescimento superior aos grandes estados da região. Ninguém falou nada sobre a reestruturação da receita estadual, para combater as evasões fiscais e arrecadar mais sem arrochar contribuintes.

 

PARENTES

herminioCabe ao povo rondoniense não deixar se iludir por candidatos que apenas pretendem alongar e manter os interesses de família na político do estado, depois dos chefes dessas famílias terem sido presos e cassados  da vida pública. Esse é o alerta do deputado José Hermínio, num encontro com eleitores e lideranças da região do 4 de Janeiro.

O deputado tem razão: votar em filho, mulher, nora e qualquer parente de corrupto é o mesmo de trocar seis por meia dúzia.

 

ERMÍRIO

antonio-ermirio-de-moraisPerdemos o grande líder empresarial Antonio Ermírio de Moraes, um dos poucos homens que acreditavam que a única saída para o país seria a educação. Como empresário, sua paixão sempre foi a de investir, construir e gerar empregos. Como brasileiro, alimentou um amor imenso pelo nosso país. Que o seu espírito empreendedor e seu caráter ético iluminem aqueles que vão continuar a sua obra.

 

 

AMPLIAR PARA QUE?

jaquelineTodos os candidatos afirmam disposição de ampliar o tempo de permanência de nossos estudantes nas escolas. E daí. Se colocassem cursos técnicos e profissionalizantes, com treinamentos específicos, e passassem a investir em tecnologia, dando todo o suporte para os alunos, então seria importante a ampliação do horário de aula. Agora fazer – como disse Jaqueline – das escolas apenas um “crechão”, ou ampliar o tempo apenas para doutrinação ideológica, não há vantagem alguma.

 

COISAS DA CANALHA

EleicoesNão é só nosso povo que é indiferente, permitindo a reconhecidos canalhas da política se candidatem e até se eleger, quando deveria é estar na cadeia pagando pelo esbulho contra o povo. Todo o povo brasileiro é omisso naquilo que não interessa. A bandidagem está solta, agindo silenciosamente nas praças, dentro dos ônibus, dentro das assembleias legislativas, dentro das prefeituras, câmaras municipais, tribunais etc. Tudo está na cara das pessoas, mas a opção é a indiferença.

 

 

Tags

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by