Em Linhas Gerais

E dificil levar a sério Câmara de vereadores que torra dinheiro com viagem inútil de seu presidente -por Gessi Taborda

VAI TER CONCURSO

 luciaEla é uma das instituições mais importantes do governo federal para Rondônia. E a nova presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Maria Lúcia de Oliveira Falcón, garantiu que está comprometida com a desburocratização dos processos de assentamento de famílias em áreas rurais. “Não basta reforma agrária: temos de dar [aos assentados] acesso à infraestrutura, à educação e à capacitação”, disse ela.

Ao tomar posse, Maria Lúcia disse que o Incra precisa “resolver entraves e ter mais governança”, enfatizou. “Para termos um novo Incra, será necessário redimensionar o quadro funcional, por meio de concursos, bem como pactuar um plano de carreira.” A nova comandante do Incra é engenheira agrônoma e mestre em economia pela Universidade Federal da Bahia. Maria Lúcia é também doutora em Sociologia de Ciência e Tecnologia pela UnB.

 MAIS CARO

Preparem os bolsos: Segundo cálculos do Sindusfarma, os medicamentos com preço controlado foram reajustados entre 5,40% e 5,90%, desde ontem (31). A compra de remédios é o maior gasto de saúde do brasileiro, de acordo com dados do IBGE.

 INTOLERÁVEL

tvvA publicidade rondoniense, especialmente na TV, é de uma falta de qualidade impressionante. Quem não tem como escapar para canais da TV paga fica a certeza de que o anunciante é vítima dos argumentos de agências de publicidade sem nenhuma responsabilidade do profissionalismo que precisa existir nessa atividade, sobretudo na criação. Anunciantes jogam fora o seu dinheiro quando são levados a crer que para vender basta uma boa oferta e um bom desconto. Estão se esquecendo de que a maior função da publicidade é a de seduzir. É por isso que aqui até venda de automóvel ganha anúncios feitos aos berros, tipo os “reclames” de quermesses ou de feira livre. O consumidor rondoniense deve estar cansado da gritaria dos “anunciantes”. Certos produtos e serviços depende  do quanto o consumidor se sentiu, de fato, seduzido pela sua comunicação.

 E VOCÊ COM ISSO?

camara2É difícil levar a sério vereadores de uma Câmara que torra dinheiro público para viagens de seu presidente, com seu motorista (levado a tiracolo) a esses manjados encontros sem nenhuma importância para a comunidade, como se o dinheiro do cidadão-contribuinte-eleitor fosse capim. Por isso não causa surpresa nenhuma o “esforço” (quah!quah!quah!quah!) do edil Cabo Anjos (??) em distribuir moções de aplausos para o 1º e 5º BPM, e também para uma emissora de TV. A justificativa de Anjos (que não se perca pelo nome) é pelo bom serviço prestado à comunidade.

 CONTRAMÃO

camara2Que comunidade, cara pálida? Até parece haver total desconhecimento desse “angelical” edil de que a criminalidade nunca esteve tão alta na capital e que um das principais reclamações dos moradores na questão segurança é a falta de policiais nas ruas e ações específicas para enfrentar o crescente número de assaltos, homicídios, estupros e vai por ai afora. Esse puxa-saquismo de alguns edis deixa claro como muito pouco deles estão realmente comprometidos em cumprir bem o papel de representar a comunidade. A maioria dos edis continua na contramão dos interesses populares. Na questão de policiamento, a população não está nada satisfeita com o que existe em Porto Velho e principalmente com a omissão da prefeitura, coisa que mesmo vereador “angelical” faz questão de não enxergar.

 É SÓ CUMPRIR A LEI

camara2O vereador que gosta de viajar com todas as despesas pagas pela Câmara Municipal e, de quebra, ainda levar tiracolo (hum!!!!) o seu motorista, com passagens e diárias também custeadas pelo dinheiro público, conseguiu aprovar para a tarde do próximo dia 20, através de requerimento de sua autoria, uma audiência pública para discutir (êpa!) a ocupação existente no igarapé Canal dos Tanques, no bairro Nova Porto Velho.

 É SÓ BLABLABLÁ

camara2Uma capital com tantos problemas graves que precisam ser resolvidos para garantir-lhe um futuro com qualidade de vida, e os vereadores prontos a fazer mais uma reunião para discutir o óbvio ululante, chovendo no molhado.

Ora, em se tratando de canais e fundos de vale há uma legislação (inclusive federal) que não permite ocupação ou edificações nessas áreas de preservação permanente. É uma pena que o vereador presidente da casa demonstra não estar informado dessa lei em vigor.

 NA AGENDA

mpe roO Ministério Público do Estado de Rondônia é uma das poucas instituições que jamais se esquece de prestar homenagem à imprensa no Dia do Jornalista, efeméride comemorada nesse mês de Abril. Para isso, o MP estará oferecendo um café da manhã na próxima segunda-feira, dia 6, quando o Procurador Geral de Justiça, Héverton Alves de Aguiar fará o lançamento do Manual de Relacionamento com a Mídia, um dia antes da data reservada para a comemoração do Dia do Jornalista. O evento está marcado para 9 horas, no 7º andar (torre II) da sede do MP, na rua Jamari, 1555, bairro Olaria.

 MILICOS

Transito-sinalA primeira e mais visível comprovação de que os principais governantes rondonienses (em nível de estado e da capital) são homens de mentalidade atrasada, que pouca importância dão aos interesses sociais da comunidade e parecem distanciados dos ideais republicanos esta na preferência por colocar em cargos importantes figuras saídas da organização militar.

Essa rigidez de visão do prefeito Nazif e do governador Confúcio (um saudosista confesso dos tempos em que foi homem de farda) é o que mantém na chefia da Semtran (comandando agentes com fardas muito parecidas à da polícia fascista de Benito Mussolini) e da Sedam os chamados milicos de pijamas.

 SUMIDOUROS

Transito-sinalÉ por isso que o trânsito de Porto Velho permanece sem rumo e a política de defesa do meio-ambiente estadual não sai do processo que estilhaça tanto as iniciativas do empreendedorismo como as de preservação dos biomas do estado.

É a insistência de governos de estruturas piramidal e vertical que gera sumidouro de dinheiro, como o tal espaço alternativo (alternativo a que, cara pálida?) e como a enésima reforma da rua Vieira Cahula (e desse vez, quanto dinheiro está sendo enterrado naquele local?).

 DELÍRIO

FATIMA-CLEIDE-CAPA-300x257Faz-nos lembrar da desaparecida Fátima Cleide, quando dirigia o PT com a defesa dos dogmas da ética e da transparência, mas nem assim condenava posturas de companheiros como Roberto Sobrinho e suas trapalhadas na prefeitura de Porto Velho. Agora vem esse documento da direção petista, com o aval de Lula, que delira ainda mais e diz que “o PT é atacado por suas virtudes”. Então o Mensalão e o Petrolão seriam virtudes? O PT está zonzo. E, pelo visto, se autodestruindo…

 LÁ COMO CÁ

Bolivia ReferendumO MAS, partido de Morales, se mantém como primeira força, mas perdeu em cidades como La Paz, El Alto, Cochabamba, Santa Cruz, Tarija, Trinidad, Pando e Oruro. Haverá segundo turno nos departamentos de Beni e Chuquisaca. O MAS ganhou em 4 governações e a oposição em 3. O olha que nas terras de Evo, a situação econômica não está tão erodida como a do Brasil.

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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