Em Linhas Gerais

Desespero “Estão apelando até pros Orixás, Não ha pemba que de jeito” -por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

As técnicas adotadas na educação das crianças hoje em dia são calculadas para induzir mudanças de comportamento sem passar pela aprovação consciente.

 O QUE SE ESVAI

confucioFora a apreciação dos embargos declaratórios apresentados pela defesa de Confúcio Moura, o (ainda) governador (por liminar) rondoniense, terá de enfrentar, provavelmente a partir dessa semana, a tramitação de uma ação de investigação judicial interposta pelo Ministério Público Eleitoral, com todas as possibilidades de culminar com outra decisão de cassação do diploma eleitoral da chapa formada por Confúcio e Daniel.

E assim, mesmo mantendo para si o assento de governador, Confúcio e sua grei não consegue afastar os sintomas de desintegração de seu segundo mandato.

 MÚSICA ANTIGA

confucioNas redes sociais surgem as manifestações de aspones do palácio vangloriando-se de um simples episódio jurídico (a liminar que deu uma sobrevida ao filósofo de Ariquemes) como se tivessem obtido um ganho fantástico.

Se conhecessem sucessos musicais do Brasil dos anos 70, veriam na situação do governador uma filosofia descrita na música de Moacir Franco, compositor e cantor que chegou a desempenhar um mandato de deputado federal. “Mas o tempo é que não passa, como nuvem de fumaça, a vida é que se esvai…”, escreveu sabiamente o compositor mineiro.

A letra dessa música antiga serve como uma luva ao governo de Confúcio Moura. Seu governo é que não passa, como nuvem de fumaça, a gestão é que se esvai.

 VAI SUMIR

confucioEntão é isso: o futuro político de Confúcio é o mesmo reservado a quem cava, com seus próprios pés, o abismo. Confúcio terá de rezar muito e procurar no caríssimo cipoal das filigranas jurídicas uma saída para a confirmação da cassação decidida pela própria Justiça.

E se conseguir essa façanha ainda tem contra si um inquérito que tramita no STJ com todas as características de que será transformado numa ação capaz de levá-lo a uma condenação que, entre outras coisas, porá ponto final em sua carreira de homem público.

 SEM SOLIDEZ

Federal22Incompetência, inaptidão, descontrole e corrupção exacerbada, como demonstrou as investigações da Polícia Federal e do MP é o que faz o (des) governo de Confúcio se desmanchar no ar. Aliás, o governo desse ex-deputado federal e ex-prefeito de Ariquemes nunca foi sólido. Assumiu um cargo carregando grandes expectativas que nunca se cumpriram, a não ser pelo marketing caríssimo e pago com o dinheiro dos cidadãos-contribuintes-eleitores.

 PLANO DIABÓLICO

pembaPersonagens acostumados a buscar consolo e orientação em orixás de terreiros de além fronteiras, imaginam sempre existir algum plano diabólico para virar o jogo.

Ora, em determinada altura do campeonato, quando não tem mais jeito de esconder as intenções malévolas de um longo período de desatinos e maldades – mais do que por outros motivos – não há receita de pemba que dê jeito. Nesse momento quem pretende continuar sua caminhada na vida pública trata de se descolar dessa “liderança” que está dissolvendo por si só.

 PREPAREM O PESCOÇO

olho-azul-grandeFrente ao aumento dos preços da tarifa de energia elétrica, dos combustíveis e dos alimentos, o consumidor já faz manobras para fazer com que todas as contas caibam no bolso. Muitos economizam nas compras e até nos gastos com alimentos. Em Porto Velho é visível a piora na queda de consumo das famílias e enquanto o nó da corda no pescoço vai ficando mais arrochado, não se vê nenhuma ação prática dos governantes para minimizar os efeitos da crise.

 PRIORIDADE

olho-azul-grandeDe acordo com estudioso do mercado de consumo em Porto Velho, enxugar o orçamento passou a ser prioridade – Cerca de 31% das famílias pretendem reduzir gastos até com a alimentação, disse esse estudioso que fez uma pesquisa de campo com famílias de baixa renda. No quadro geral dos consumidores rondonienses, disse essa fonte, o aumento de gastos com energia elétrica é o que desperta maior atenção. Mais da metade dos pesquisados estão decididos a reduzir o consumo de energia, concluiu a fonte.

 SINAL VERMELHO PARA 3ª IDADE

olho-azul-grandeA inflação percebida pelos idosos encerrou o primeiro trimestre de 2015 em forte alta. A taxa acumulada no período ficou em 4,16%, mais que o dobro do aumento de 2,02% observado no quarto trimestre de 2014, em função, principalmente, da energia elétrica. É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na segunda-feira, 13. O indicador mede a inflação percebida pela população com mais de 60 anos de idade. Contribuíram também para a aceleração do índice os grupos Transportes (1,96% para 4,98%), Alimentação (2,92% para 4,31%), Despesas Diversas (0,56% para 3,65%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,47% para 1,59%).

LEITE

mariana222A deputada mais linda que Rondônia já teve não pretende apenas chegar ao governo do estado, mas também incentivas a doação de leite materno para salvar bebês prematuros na rede de saúde pública do estado. E assim, Mariana Carvalho andou visitando o Banco de Leite Humano Santa Ágata que, para quem não sabe, funciona no Hospital de Base da capital rondoniense. E de lá a bela tucana fez um apelo para conseguir aumentar o número de doadoras. As interessadas poderão obter mais informações ligando para 3216 – 5715.

SEM ENTRAVES

Dep_JesualdoO prefeito Jesualdo Pires, de Ji-Paraná, mandou recado ao colunista para explicar nota publicada sobre as supostas dificuldades criadas para o altíssimo investimento da Havan. A mega loja acabou se não se instalando em Ji-Paraná.

Jesualdo disse que sua gestão não só está aberta a todo investimento produtivo na cidade, como tem procurado conquistar investidores em todos os segmentos da economia. Criar empregos é uma das metas prioritárias daquele prefeito, disse.

NÃO ACREDITA

Mauro222Um velho conhecido da coluna, muito ligado ao PSB e mais precisamente a Mauro Nazif, comentava ontem que o prefeito não acredita no que chamou de aleivosias da coluna, sobre a “alta insatisfação do povo” com a gestão do “doutor”.

As eleições do próximo ano vão demonstrar a dimensão dessa insatisfação, que de nenhuma maneira os institutos de pesquisa, por mais isentos que sejam, conseguirão mensurar. Só que ai não adiantará nem chora e nem vela.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by