Em Linhas Gerais

Deputados aprovam aumento de salario do governador, mas ele segura repasse da ALE em retaliação -por Gessi Taborda

BARBARIE

ale3Servidores da Assembleia Legislativa caíram numa enorme depressão na tarde de ontem ao tomarem conhecimento de uma manifestação do presidente daquele poder sobre a resistência do Executivo a uma determinação legal para garantir o repasse financeiro necessário à manutenção da casa e pagamento da folha.

Por conta dessas dificuldades o deputado José Hermínio cancelou viagem agendada e decidiu que irá presidir a sessão de posse do governador. A nota não deixou claro se os servidores do poder legislativo ficarão sem receber o salário desse que, a princípio, estava programado para o dia 16.

 SOS JUDICIÁRIO

ale3Esse é o cenário de barbárie em que os servidores estão na iminência de sofrer (sem o salário de dezembro) por culpa da divergência política e ideológica entre José Hermínio e Confúcio Moura. Certamente os servidores do legislativo não podem ser punidos por esse extremismo insano. A Justiça não deve permitir que o briga entre os dois chefes de poderes sirva de pretexto de vingança contra os servidores nesse momento natalino.

Deixar apreensivas centenas de pessoas com direito a receber em dia seus salários é algo abominável, capaz de justificar uma ação imediata da Justiça para proibir essa iminente brutalidade.

 DEBOCHE

Confucio MouraNão chegou a surpreender quem acompanha de perto como agem os parlamentares em relação a garantir privilégios, mostrando que as prioridades dos representantes do povo nunca são aquelas prometidas durante as campanhas, de defender os interesses da maioria da população.

A rapidez com que deputados aprovaram reajustes salariais para o governador Confúcio, na última quinta feira (18) e alguns outros “iluminados” do poder, soa como um deboche difícil de aceitar.

Principalmente sabendo-se que o principal beneficiário dessa decisão é nada menos do que um personagem político suspeito de ter comandado a organização criminosa desmantelada pelas operações de combate à corrupção no estado, desencadeados principalmente pela Polícia Federal.

 METAS ROMPIDAS

Confucio MouraÉ preciso ressaltar que a aprovação aconteceu só aconteceu porque Confúcio ainda tem folgada maioria na Assembleia, mesmo estando totalmente desgastado pelo seu envolvimento com a corrupção.

A decisão dos deputados rondonienses (da qual o presidente José Hermínio não participou) quebrou o discurso oficial anunciando que 2015 teria a marca do rigor no setor público. Assim, mesmo antes da posse de Confúcio no primeiro dia do novo ano, as metas de austeridade prometidas já estão rompidas.

 CORTES

Confucio MouraComo a decisão da Assembleia garantindo um supersalário para o governador (lamentavelmente) reeleito, quem vai sofrer com os previstos cortes de despesas pelo filosófico governador serão exatamente os servidores menos remunerados que terão de apertar ainda mais o cinto.

O pessoal do andar de cima desse governo – graças à bondade dos parlamentares – não só receberão uma remuneração direta mais fortalecida, ainda somarão uma série de vantagens adicionais. Será que os servidores não vai reagir a essa desfaçatez? Os sindicatos ficarão calados ou irão liderar protestos contra isso?

 DE CIMA

Confucio Moura0s políticos rondonienses que aceitaram aumentar o salário do governador certamente foram contaminados pelo exemplo vindo do próprio comando da República. Lá também o papo é de ajuste fiscal e nem por isso o parlamento deixou de praticar uma boa ação (para quem manda no país):

O salário da presidente, do vice e dos ministros subiu 15,76%. Foi aumentado para R$ 30.900,00 mensais. Ministros do Supremo, deputados federais, senadores e procurador-geral da República vão receber R$ 33.700,00. Ganham mais que a presidente. Então porque um estado rico como Rondônia não pode pagar uma merreca melhor para o seu amado governador?

 E BATE O BUMBO

mauro_nazifEsse prefeito de Porto Velho é mesmo uma bola. Não consegue (ou não tem interesse no assunto) colocar placas com a nomenclatura das ruas da cidade, mas anuncia, como se fosse sua grande obra do ano que acaba, a “sinalização de entradas de comunidades rurais”. Difícil saber se é para rir ou para chorar. Eta prefeito do baralho!

 INCOMPETÊNCIA

eXPEDITOExpedito Júnior não deverá ser candidato em 2016, como querem alguns puxa-sacos dentro do ninho dos tucanos. A derrota sofrida para o desgastado governo do PMDB foi a demonstração de que Expedito é um homem de sorte mas, politicamente falando, é um incompetente. Se decidir enfrentar a disputa de 2016 para comandar um município importante (como é o caso de Porto Velho) pode sofrer uma derrota com o efeito da pá de cal para suas aspirações futuras.

 FIM DE CARREIRA

eXPEDITOQuem, em sã consciência, apostaria suas fichas num político como o (ainda) presidente do diretório regional do PSDB rondoniense.

Em situação normal não é fácil enfrentar um candidato à reeleição para o governo, pois quem se lança à reeleição naturalmente leva uma vantagem muito grande em se tratando de meios de contribuições, de apoios forçados ou não. Mas especificamente perder para Confúcio que estava no auge de sua rejeição é uma incompetência muito grande. Depois dessa derrota, o melhor para Expedito é não mais se candidatar, correndo o risco de mais uma derrota certa. Se aceitar novo desafio em 2016 estará confirmando sua tolice.

 SANTA INOCÊNCIA

Raupprr22pet.fwEntão o nosso senador barbudo de Rolim de Moura entrou na lista do delator do escândalo da Petrobrás (ex-diretor Paulo Roberto da Costa), como um dos beneficiários do esquema de corrupção e caixa 2 que se instalou na petrolífera. Mas será? Logo o Raupp, aquele ex-pobretão de Rolim, hoje uma figura proeminente na política e que está na lista dos milionários rondonienses?

 MALEDICÊNCIAS

Raupprr22pet.fwAssim como todos os outros nomes revelados na edição d’O Estado de São Paulo de ontem, Raupp também jura que tudo não passa de intriga. Por sua mão nunca passou – pelo que disse – dinheiro da Petrobras, desviados pela organização criminosa que colocou esse importante patrimônio do povo brasileiro nessa situação falimentar.

Valdir, o nosso mais ilustre homem público, não tem muito com que se preocupar. Ele tem pepinos na Justiça e nem por isso perdeu o poder de tramitar tranquilamente pela República. E quem sabe (acredite se quiser) essas acusações de ser beneficiário do “Petrolão” não passem de maledicências encomendadas…

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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