Em Linhas Gerais

deputada Mariana Carvalho do PSDB, está dando um show de representação política- por Gessi Taborda

 EXPLICAÇÕES

Gessitaborda.fwNão consegui escrever na segunda feira a coluna de terça. Fui mais uma vez abalado por dores e precisei fazer repouso. É a prova candente de que essa conversa de “boa idade” para quem passa dos 60 é simples retórica dos tempos atuais, quando vivemos a ditadura da minoria através dessa coisa babaca do “politicamente correto”. Transformaram tudo: favela virou comunidade, a música caipira virou “sertanejo universitário”, as orgias viraram “sexual fun party”, defender valores das famílias das décadas passadas passou a ser uma coisa de conservadores babacas, e defender ideias homoafetivas passou a ser “progressista”. Pelo menos em se tratando do tempo cronológico da vida, “a melhor idade” para mim é aquela que vive dos 25 anos aos trinta e poucos. Mas aqui estou eu de volta aos alfarrábios (que palavra!) recuperado após um bom repouso e umas duas aspirinas.

 AGUÇADA

mariana222A jovem e bela deputada Mariana Carvalho, do PSDB, está dando um show de representação política em seu primeiro mandato de parlamentar federal. Tem surpreendido até os maiores críticos que já estavam cansados e céticos diante de antigos representantes do povo rondoniense que ao longo dos últimos anos não se destacaram em nada positivo no cenário político brasileiro.

É a demonstração dessa inteligência aguçada em seu protagonismo na reunião da CPI que apura causas, custos sociais, consequências, morte e desaparecimentos de jovens negros e pobres, em audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Rondônia, no último dia 6, que motivou à jovem deputada ser aplaudida de pé pela plateia presente, numa consagração político-eleitoral como há muito tempo não se via.

 ENXERGANDO O POVO

mariana222Enquanto no passado recente o cenário de Brasília serviu para sepultar a então jovem professora rondoniense, Fátima Cleide, eleita na carona de Lula e que lá ficou oito anos no Senado sem aprender nada do múnus político; com Mariana – pela primeira vez em vários anos – aparece uma personagem política interessante, principalmente por moldar um perfil bem diferente daquele que expunha como vereadora.

Mariana ultimamente demonstra uma facilidade de enxergar as vontades públicas e, por isso, não age como uma personagem manietada por simples interesses de siglas partidárias. Foi assim que se posicionou em relação à redução da maioridade penal e, agora, em relação aos objetivos da CPI da Câmara, reunida na segunda feira em Porto Velho.

 PODER PELO PODER

Mauro2A existência de personagens políticas (e até do povo) ainda dispostos a defender os interesses e a política do prefeito Mauro Nazif é uma realidade, facilmente constatável nas redes sociais, sobretudo no Facebook onde críticas ao chefe do executivo municipal de Porto Velho são rechaçadas, muitas vezes com virulência, pelos apaixonados restantes do lamentável prefeito.

Mas o ibope do prefeito é terrível. Seu índice de aprovação está minguado e sua presença no comando da prefeitura desagrada muita gente. Isso, claro, não estimula Nazif a mudar o sistema ou até mesmo pensar numa renúncia (quando enfrenta, por exemplo, processo de impeachment na Câmara), pois ele é mais um daqueles que demonstra querer o poder pelo poder.

 ATITUDES ESTRANHAS

Mauro2O mínimo que se pode dizer de Mauro Nazif é sua predileção por atitudes estranhas. Tão estranhas que deveriam motivar investigações mais profundas sobre os gastos de sua (??) gestão em coisas comezinhas, como a operação tapa-buracos (aqui transformada numa maquiagem para transformar asfalto velho e vencido em pavimentação com cara de nova), o exagero da sinalização semafórica (aqui entregue a um monopólio sobre o qual paira suspeita de alimentar propinoduto) e até na promoção de eventos festivos, por onde se esvaem montanhas de reais retirados dos cofres públicos.

 ARIETES

FOGAÇAE ai entra hoje a figura do vereador Everaldo Fogaça, disposto a não dar tréguas a esse tipo de político que, mesmo sabendo não agradar à maioria, faz tudo para enganar a opinião pública para manter o poder sobre seu controle, para gáudio próprio e alegria daqueles que em seu redor sempre topam buscar o enriquecimento ilícito, garantindo meios de alimentar a bocarra de quem, por acreditar na impunidade, sempre deseja mais nem que para isso comprometa as esperanças do povo em dias melhores.

Então só nos resta torcer para que o vereador, bem como o Ministério Público de Contas (órgão do TCE) continuem nesse papel de aríetes da corrupção. Afinal, o povo certamente não concorda com a utilização do dinheiro dos impostos para pagar até a cachaça de menestréis contratados para dourar a pílula.

 DISPENSA SAQUEADA

FOGAÇAFaz muito tempo que os vereadores de Porto Velho deixaram de demonstrar qualquer noção dos problemas municipais – maior parte deles decorrentes de gestões fraudulentas e incompetentes – e então diante da praxe de não se mexerem institucionalizou-se nas ultimas gestões do município portovelhense a presença de “ratos” que perderam o pudor e passaram a saquear a dispensa.

Foi o que se viu especialmente na longa temporada em que o PT deu as cartas, a ponto da prefeitura ganhar o presente de caverna do Ali Babá, até mesmo da parte de deputados estaduais, como José Hermínio e (isso mesmo) do petista Ribamar Araújo.

 PERSPECTIVAS?

AFOGAÇAgora, diante de atuais pontuais e pessoais, como a do vereador Everaldo Fogaça, há perspectivas de recuperação da gestão transparente e republicana? Nada é impossível, mas é bom lembrar sempre que ainda há um grande número de vereadores sempre dispostos a fazer carinhos ao chefe da administração do município. Vereadores como Jair Montes (só para citar um) estão sempre prontos a aprovar tudo que interessa ao prefeito, mesmo coisas esdrúxulas como a contratação de uma empresa totalmente desconhecida no mercado de transporte de passageiros, para explorar o transporte coletivo da cidade.

Para esses vereadores a ideia de não mexer, de deixar correr frouxa qualquer vontade (mesmo as mais macunaímicas) do prefeito. Então mesmo com a reação positiva de vereadores mais comprometidos com os anseios da população, ainda há uma grande chance do povo perder de novo, enquanto não escolher melhor quem pode gerir a cidade.

 ROLANDO

mpfÉ difícil acreditar nas mudanças necessárias para o país conseguir crescer de verdade, com mais justiça social e com sustentabilidade.

Também é difícil acreditar que estamos encerrando o ciclo de corrupção e da presença de incompetentes, medíocres e desonestos nas gestões, do estado e do município, pois o cenário de impunidade permanece, principalmente pelo fato de que até hoje rola os processos de quem, algum momento, chegou a ser preso numa das muitas operações da polícia e do Ministério Público, de combate à roubalheira.

 ALERTA

CamaraPrecisamos de mais autoridades alertas e com disposição de enfrentar o caradurismo existente nas administrações do município.

Hoje a maioria dos vereadores da capital, por incrível que pareça, devem culpar o próprio povo ou qualquer outra instituição pelos malfeitos praticados com chancela da prefeitura. Isenta de culpa com galhardia o chefe da administração. Não têm o menor interesse em enquadrar quem verdadeiramente manda nos fatos lamentáveis da farra com o dinheiro público. A maioria dos vereadores de Porto Velho está longe, muito longe da realidade.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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