Em Linhas Gerais

A reforma de Confúcio é como aquela estória “Enganei um bobo na casca do ovo” -por Gessi Taborda

É UM ABSURDO

Brasil tem 39 ministérios e cobra do povo 40% do PIB na forma de impostos. Estamos, pasmem, piores do que a Grécia. Socorro!

 FAZENDO OS RONDONIENSES DE BOBO

Tabordatv.2jpgApesar do desgaste em que se debate Confúcio Moura nessa versão “Porcina” do governador (cassado, denunciado, investigado e prestes a virar réu em processo do STJ), ele continua com a reforma  Administrativa aprovada pela Assembleia Legislativa no último dia 2?

A tal “reforma” (rárárárárá) como grande vencedor no espetáculo tosco de fazer de bobo os cidadãos-contribuintes-eleitores de Rondônia. Afinal, não foi exatamente isso que aconteceu com a aprovação da “reforma” confuciana quase por unanimidade dos votos dos parlamentares. Apenas um voto para destoar da fidelidade canina do parlamento a quem exerce o papel do Executivo e, assim, detém a chave dos cofres públicos, o diário oficial e a caneta que nomeia ou exonera para as boquinhas de alta remuneração.

 MALBA THAN DE ARAQUE

Tabordatv.2jpgA (vá lá) reforma confuciana convenceu a quase totalidade dos deputados que a criação de 282 funções gratificadas (FG’s) e a ampliação do quadro de cargos atual de 5.566 cargos para 5.678 incluindo-se (FG’s) e CDS’s não vai gerar novos custos para a administração pública.

Certamente isso só acontecerá pelo fato dessa gestão agir como personagem do escritor Júlio Cesar de Mello e Souza, nascido em 6 de maio de 1895, no Rio de Janeiro, formado em engenharia, conhecido mundialmente pelo seu pseudônimo de Malba Tahan.

Mas, claro, a realidade rondoniense está muito distante dos contos árabes escritos por Júlio Cesar de Melo e Souza. Ao Malba Tahan rondoniense falta o conhecimento de engenharia do homem que foi um dos ilustres professores do Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, e a capacidade de enfeitar o pavão do “Homem que Calculava”, um dos contos mais conhecidos de Malba.

 RONDÔNIA ISOLADA

Tabordatv.2jpgDesde que assumiu o comando do Executivo rondoniense Confúcio não conseguiu (esta é a realidade incontestável) implementar nem um ciclo de mudanças na vida econômica, política ou social do estado. É impossível tatear mudanças no desenvolvimento rondoniense em função de medidas adotadas pela gestão do PMDB.

O tão sonhado aumento do bem estar para todos os rondonienses só aconteceu na propaganda inventada por marqueteiros do governo e não na realidade.

Claro que em determinados aspectos é possível Rondônia ter se destacado com índices acima dos registrados pelo próprio Brasil. Mas isso tem pouca relevância. Afinal, Rondônia não está isolada do país e não tem a menor possibilidade de ficar imune ao processo de recessão em que os governantes meteram o nosso Brasil.

 NA CASCA DO OVO

Tabordatv.2jpgEssa conversa de que a “reforma” proposta pelo governo e aprovada pela Assembleia não vai aumentar as práticas nocivas de uma gestão reconhecidamente perdulária é como aquelas estórias infantis do “enganei um bobo na casca do ovo”.

O pior quadro nesse cenário da medíocre política rondoniense é a constatação de que permanece prevalecendo o complô do silêncio mesmo entre os personagens que deveriam sair da apatia para multiplicar os gritos vindos do próprio povo, mostrando que “o rei está nu”.

 LÓGICA PERVERSA

Tabordatv.2jpgNão é possível entender a lógica perversa que impede os legítimos representantes do povo de enxergar que não estamos fazendo nada do que Rondônia poderia fazer de melhor para garantir um desenvolvimento verdadeiro e sustentado.

A verdade é essa: não se fez (e pelo visto nem se fará tão cedo) as reformas administrativas importantes, a reestruturação que livrasse o estado do monte de penduricalhos existentes apenas para garantir cargos em comissão, benesses e acomodações generosas para parceiros políticos eleitorais, e vai por ai afora.

 OBSOLETAS

Tabordatv.2jpgNão precisa ser expert em gestão pública para compreender que o governo rondoniense está encapsulado numa estrutura obsoleta há muito tempo. Reforma de verdade seria aquele que extinguisse secretárias e órgãos desnecessários, principalmente reduzindo de forma drástica cargos em comissão, que buscasse aumento de eficiência e redução no impacto da folha de pagamento no custo dessa máquina perdulária.

O resultado da “reforma” aprovada pelo parlamento rondoniense não vai modernizar e agilizar a gestão estadual, garantindo aumento de investimentos necessários ao seu desenvolvimento econômico e social.

Em se tratando de Rondônia, Confúcio Moura é a própria personificação da crise. Por sua esdrúxula situação (de governador cassado) ele não tem como comandar uma transformação positiva no Estado. Não é mais (como não foi nem no primeiro mandato) capaz de conduzir Rondônia a uma prosperidade maior.

 DO LADO DA VACA

Certamente com o tempo o segmento político rondoniense vai passar por grandes transformações, fazendo com que lideranças de qualidade aflorem em suas instituições representativas.

Hoje, no entanto, prevalece a tendência dos últimos 20 anos de que boa parte dos políticos prefiram, sempre,  ficar do lado que a vaca deita.

 MASOQUISMO

ale3E assim, embora seja um personagem na mira de um futuro em que se divisa o abismo, Confúcio consegue na Assembleia Legislativa todos os parceiros que necessita para tocar prá gente, empurrando com a barriga, sua determinação de continuar liderando a mediocridade que um governo que sequer se preocupa com o planejamento para o médio prazo.

Que não se espere desse pessoal ainda mantido na direção do Estado qualquer obra gigantesca, consentânea com o tamanho do estado e com seu potencial econômico. Não há nada sendo feito para aumentar a oferta de empregos, nem mesmo para a juventude que todos os anos saem de nossas faculdades e não encontram oportunidades para o seu desenvolvimento profissional.

 NA CAPITAL

Porto Velho

A situação não é diferente com a classe dirigente da Capital. Porto Velho deveria se a cidade da vanguarda no estado. Mas nem passa perto dessa posição. E muito disso é responsabilidade exatamente dos políticos e das lideranças incapazes de assumir seu verdadeiro papel na sociedade.

O prefeito Mauro Nazif não tem mesmo do que se queixar. Poderá agir de forma imperial enquanto estiver no poder. O silêncio dos “bons” vai continuar sendo a tônica mesmo diante dos maiores absurdos e indícios de malfeitos ou maracutaias revelados em negociações desse prefeito mantendo Porto Velho prisioneira do atraso.

 SEM TUGIR

Taborda2Vereadores, dirigentes de entidades representativas, juristas, empresários e até eventuais concorrentes ao cargo de prefeito no próximo ano simplesmente se calaram diante da revelação (exclusiva) da coluna em relação à empresa que Mauro vai contratar para explorar o transporte urbano da cidade. Será que todos acreditam que uma empresa com apenas uma funcionária com registro em carteira (como consta nos arquivos do MTE) tem competência para assumir uma responsabilidade dessas, tem estrutura para um negócio que exige idoneidade financeira, etc, etc. Pobre Rondônia, pobre Porto Velho.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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