Em Linhas Gerais

Depois que o Judiciário decidiu pela prisão de Carlão Oliveira, tem muita gente condenada em 2ª Instancia sem dormir

FILOSOFANDO

“A política é a arte de procurar problema, achá-lo, fazer um mal diagnóstico e, por fim, aplicar o remédio errado”. Groucho Marx (1890/1977), pseudônimo de Julius Henry Marx, ator, humorista, diretor de cinema, compositor e roteirista americano.

REAÇÃO NATURAL

Lula23É natural o Instituto Lula divulgar notas afirmando a inocência do ex-presidente petista. Também é natural a manifestação dos petistas apaixonados pelo lulismo ir para as ruas gritar palavras de ordem em favor de Lula. Também é natural a manifestação dos contrários a Lula. É preciso entanto não esquecer: tem muita gente interessada em tumultuar o ambiente.

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PAÍS AMARRADO

Lula23O acirramento dos ânimos podem ter consequências imprevisíveis. O Brasil acordou ontem perplexo, mas não surpreso. Afinal, Lula não esta acima da legislação em vigor. Afinal, há uma realidade incapaz de ser mascarada. O Brasil, como disse o senador Cristovam Buarque (PPS), está amarrado por um governo sem credibilidade.

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PRISÃO

 DelcidioSe Delcídio comprovar que Lula mandou pagar mesada pelo silêncio de Nestor Cerveró, o ex-presidente fica passível de prisão. O senador teria ouvido do Barba a frase “você tem todas as ferramentas para resolver isso”, em visita ao Instituto Lula em SP.

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PETRALHAS

PT2Entre petralhas rondonienses, alguns já condenados na Justiça e ainda soltos e recorrendo das sentenças, os fatos de ontem, com destaque para ação da PF levando Lula a depor na Lava Jato, a situação é cada vez mais dramática, entraram em depressão. Afinal a opinião pública já espera a prisão de alguns deles.

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FIM DA TOLERÂNCIA

Carlão2Aqui em Rondônia, pelas últimas decisões do Judiciário de mandar prender envolvidos nos escândalos investigados pela “Operação Dominó”, dá para acreditar no fim da tolerância contra quem desviou dinheiro público e participou de atos de corrupção.

Certamente a situação se complica para pessoas como a ex-deputada Epifânia Barbosa e Edson Silveira, ex-secretário municipal, ambos já condenados e propensos a ver o sol nascer quadrado brevemente.

PROXIMIDADE

mauraoMaurão de Carvalho, o presidente da Assembleia, tem sido alertado para o perigo da proximidade cada vez maior de figuras ligadas ao ex-deputado “irmão Valter”, apontado como ex-chefe de quadrilha pela Polícia e sofrendo punição da Justiça. É, em sociedade tudo se sabe.

Segundo esses “olheiros” o atual presidente – que tem como projeto político disputar o governo em 2018 – é assediado quase diariamente pelo próprio irmão de Valter Araújo, presença constante e sem restrições no gabinete de Maurão. Certamente o atual presidente ainda não alertado para os riscos desse tipo de “contaminação” para o fortalecimento de seu projeto.

INCONCEBÍVEL

vergonhaO Brasil é mesmo um país suis-generis: como pode permanecer no cargo de presidente da Câmara alguém que é acusado de desviar dinheiro público e de receber propinas, réu no principal tribunal do país, além de responder processo por quebra de decoro?

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EM RONDÔNIA

Carlão2Diante desse mar de incongruência dá para entender como pode o rondoniense Moreira Mendes, sofrendo inelegibilidade por condenação judicial em processo sobre corrupção, ainda ser o presidente regional do PSD.

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PERGUNTINHA

Carlão2Se o Judiciário decidiu pela prisão de Carlão de Oliveira, assim que ele for liberado do tratamento de saúde a que está submetido em São Paulo, uma pergunta paira no ar: e antigos condenados como Silvernani Santos, que já foi além de presidente da Assembleia em mais de uma oportunidade e até deputado federal, também irão sentir o gostinho da cadeia?

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OUTRA PEDREIRA

PT2Na próxima quarta-feira o governo petista tem outra pedreira pela frente. Naquele dia a Comissão Mista de Orçamento deverá votar as contas de Dilma referentes a 2014. Existe um relatório alternativo recomendando a rejeição dessas contas. A recomendação do Tribunal de Contas da União foi pela reprovação das contas. Deputado que votar com Dilma pode sofrer um enorme desgaste político. Como irão se comportar depois dos acontecimentos dessa semana.

EFEITO DOMINÓ

sergio-moroSe o juiz Sérgio Moro conseguir pegar o ex-presidente Lula, vai faltar espaço na cadeia da Polícia Federal, em Curitiba. Até ontem a equipe de defesa de Lula não fez outra coisa a não ser responder as suspeitas levantadas contra o ex-presidente e tentar evitar que ele prestasse depoimento que pudesse comprometê-lo ainda mais no caso do sítio de Atibaia e do tríplex.

O esforço da defesa de Lula não impediu que ele fosse conduzido coercitivamente no dia ontem para depor. Certamente essa nova fase da Lava Jato poderá, pelo efeito dominó, chegar ao Congresso Nacional derrubando nomes importantes em sua composição, inclusive de gente oriunda de Rondônia.

PERSONALIZADA

herminioO deputado José Hermínio recebe um tratamento personalizado de segurança custeado pela Assembleia Legislativa. Ele é o único parlamentar segurança com agentes destacados para sua residência, pagos com o dinheiro do contribuinte.

Ninguém sabe que tipo de ameaça ronda o parlamentar antecessor de Maurão de Carvalho na presidência do legislativo rondoniense. Companheiros de parlamento afirmam que o deputado demonstra estar vivendo um momento de depressão. E isso faz dele, atualmente, uma presença mais rara no plenário e até em seu próprio gabinete parlamentar.

Taborda

 

 

 

 

 

 

 

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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