Em Linhas Gerais

Delação Premiada: Fonte revela que ela não sera esquecida pelas autoridades responsáveis pelo combate a corrupção – por Gessi Taborda

 DELAÇÃO PREMIADA

del bat2A eleição acabou com o governador conseguindo mais um mandato. Nem por isso pode-se imaginar que a delação premiada feita por José Batista da Silva, ex-secretário adjunto da Saúde rondoniense preso em 2011, na Operação Termópilas, revelando que o governador Confúcio Moura foi “o cabeça” do esquema de propinas, que funcionou neste governo que está terminando, para pagamento de despesas de campanhas com recursos públicos, não deve ser esquecido pelas autoridades responsáveis pelo combate à corrupção. Foi o que revelou fonte bem informada à coluna.

Segundo a mesma fonte “há uma disposição dos integrantes do Judiciário” em fazer com que os envolvidos naquele escândalo, estando ou não no governo, enfrentem o implacável rigor da Lei.

 

DIFÍCIL DE ACREDITAR

del bat2Mesmo sendo uma revelação alvissareira essa da fonte, é difícil de acreditar que os grandes acusados na delação premiada do Batista sejam pelo menos ouvidos nas instituições do Judiciário ou da Polícia Federal. Até agora os políticos acusados de botar a mão em dinheiro grosso do erário, com raríssimas exceções, estão por ai influenciando nas questões políticas do estado; elegendo seus parentes prepostos, e vivendo como nababos mesmo com o patrimônio bloqueado (qua!qua!qua!qua!) pela Justiça.

Rondônia precisa adotar de fato a tolerância zero contra quem faz o uso que bem entende dos recursos públicos, roubando descaradamente através de esquemas de corrupção, como esse denunciado pelo Batista.

Restabelecer a moralidade no trato com a coisa pública nesse estado só será possível se denúncias substanciais – como essa feita pelo Batista – tiver consequências.

 

FALTA FIRMEZA

herminioAinda bem que o deputado reeleito José Hermínio não passa batido. Fez muito bem em puxar as orelhas do senador Valdir Raupp por sua intromissão nas competências do Legislativo Estadual, com referência à reeleição da mesa diretora da Casa, prevista no Regimento.

Raupp parece ter esquecido que seu cargo é de Senador e é lá que deveria falar grosso sobre questões como transposição dos servidores; infraestrutura viária e outras obrigações do governo federal descumpridas com o estado de Rondônia.

 

BLÁBLÁBLÁ

barbaAté parece que o Senador já se esforçou ao máximo para questões como o desabastecimento de água tratada em boa parte do estado; a falta de infraestrutura viária, a falta da rede de esgotos e até mesmo a prosaica implementação do Aeroporto Internacional Jorge Teixeira, que só é “internacional” no nome, e isso desde quando Raupp foi governador rondoniense. Raupp me faz lembrar a história bíblica do túmulo: por fora a beleza fria do mármore e por dentro só ossos e podridão. Fala em verbas e mais verbas, mas se você espremer não vai encontrar praticamente nada. Ou leitor conhece alguma grande obra no estado de Rondônia que foi conquista pelo barbudo de Rolim?

 

ORGULHO

aLDRINNão pode haver pai mais orgulhoso. Aldrin Willy Mesquita Taborda, filho do colunista, recebeu em Brasília – das mãos do ex Ministro da Previdência, professor Nelson Machado – prêmio Chico Ribeiro, dentro do IV Congresso Internacional de Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público. O premio é o reconhecimento à importância da implantação no Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, de aplicação de técnicas desenvolvidas (em conjunto comm Clodoaldo Pinheiro Filho) de mensuração de ativos no TCE e que estão sendo adotadas em órgãos outros públicos.

 

CASSAÇÃO

leoSerá uma questão de DNA? É difícil saber. Mais um jovem introduzido na política com o objetivo de seguir a carreira interrompida do pai deve sofrer a frustração de descobrir que o abismo da cassação deverá engolir sua vitória eleitoral. Dessa vez a Procuradoria Regional Eleitoral ajuizou ação para cassar o registro de candidatura ou do diploma  de Leo Moraes, eleito deputado estadual no pleito recente.

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SUPLENTE DE SORTE

leoLeo é filho de Paulo Moraes, ex-vereador, ex-deputado estadual e ex-secretário da Segurança Pública. Leo foi eleito vereador num visível esquema de grande campanha com base raízes da Segurança Pública. Agora, na reedição do esquema que lhe deu a vitória para Assembleia, o jovem está sendo acusado de abuso econômico e captação ilícita de recursos. Além dele, o presidente do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil, Antonio Garção Sobral Neto, também vai responder à ação.

Diante dos indícios conhecidos a vitória de Leo não vale nem uma pataca furada. Quem deve estar soltando fogos é seu suplente.

 

PRÁTICA

“Reajuste de combustível não se anuncia; pratica-se”. Dadas as circunstâncias, podemos parafrasear a (sem) Graça Foster, dizendo: “De falcatrua não se desiste; pratica-se”. Ou se preferir: Corrupção não se denuncia, acoberta-se.

 

TRATAMENTO

Governador-Confúcio-Moura-apresentará-balanço-de-100-dias-de-governo-em-CacoalJá que o governador reeleito de Rondônia é médico, bem que poderia anunciar antes de começar o segundo mandato como pretende tirar nossa economia da UTI, sem perspectivas de produtividade e crescimento. A juventude que sai das faculdades e das escolas de ensino médio com o canudo nesse ano bem que gostariam de saber onde vai arrumar o tal primeiro emprego.

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E VOCE ACREDITA?

stfPresidente do STF rebate Gilmar Mendes: ministros são independentes de quem os indicou. Ah tá! Papai Noel existe, cegonha traz o bebezinho aos pais no hospital, coelhinho elabora o ovo de Páscoa. Fala sério! É por estas que a credibilidade do STF está próxima de zero.

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BLINDAGEM

Como é que Dilma quer combater a corrupção se todos os políticos envolvidos são blindados pelo governo?

 

PRAÇA MILIONÁRIA

mauro_nazifA gestão anterior do prefeito petista, que acabou conhecido como Roberto Ali-Babá, chegou a gastar quase 20 milhões numa “reforma” da praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Ninguém sabe realmente quanto se gastou ali, pois a tal “reforma” não passou de uma maquiagem mal feita pela gestão petralha.

Agora é o prefeito Mauro que promete “reativar” a praça. Ora, não se sabe ainda como é o tal projeto. Mas o anúncio da decisão deve ligar o sinal de atenção das instituições de controle para evitar novas derramas de dinheiro público sem nenhum critério.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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