Em Linhas Gerais

Decisão do TRE confirmando a cassação de Confúcio Moura , transformou o Palácio Rio Madeira, num autêntico cenário de zumbis- Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Os principais sábios tentam não aborrecer os grandes e agradar ao povo” – Maquiavel.

 OLHADINHA

olho-azul-grandeSe investigadores com faro especial para detectar tramoias em negócios nas gestões públicas, tipo os do Gaeco, der uma olhadinha no funcionamento das licitações em nível de município deverão ficar embatucados. Our man no paço garante que são sempre as mesmas “empresas” as vencedoras ao longo do tempo. Funcionam como uma verdadeira holding ligada aos tentáculos da família que manda na city.

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 LIVRO

lotPara quem é interessado nos temas da história política do Brasil, a coluna registra o lançamento de um livro fundamental da historiadora Karla Carloni, lançado nessa semana. “Marechal Lott: a Opção das Esquerdas” entra no circuito das boas livrarias. Ele conta a história do movimento liderado por Henrique Dufles Teixeira Lott, que impediu uma tentativa de golpe contra a posse de JK. O Marechal era chamado de “soldado da legalidade”. Lott disputou a presidência em 1960, quando perdeu para Jânio da Silva Quadros.

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 GESTÃO MEDIOCRE

Olho vivoComo é possível explicar a falta de remédios em toda a rede de saúde municipal de Porto Velho? Essa é uma pergunta que embatuca até o pessoal da área de saúde. Quem vence licitações acaba desistindo de entregar a encomenda quando é submetido ao aceite dos tradicionais 15 por cento do esquema batizado de “caixinha obrigado”. E assim, quem acaba se ferrando, sempre, são as pessoas mais simples e sem condições de comprar tudo na farmácia.

É o que acontece quando a mediocridade é marca da gestão sempre obrigada a devolver dinheiro vindo da de Brasília porque não se consegue sequer comprar remédios básicos.

 BAÚ CHEIO

Fiero_logoNão tem respaldo algum as maledicências sobre a situação de penúria em que estaria Denis Baú, aquele sujeito que prometeu um shopping na entrada da cidade, além de outros empreendimentos que nem saíram do papel. Denis já não é mais o CEO da Federação das Indústrias de Rondônia, mas continua nadando de braçada quando o assunto é grana prá valer. Afinal, pelo que se ouve nas quebradas desse mundaréu, ele é o cara que comprou a mansão de Toninho da Silvacar, na Abunã, pela qual pagou em dinheiro vivo uma montanha de milhões, sequer sonhado por meros mortais.

 PARECIDOS COM ZUMBIS

tre1A decisão de ontem proferida pelo colendo Tribunal Regional Eleitoral confirmando a cassação dos mandatos de Confúcio Moura e Daniel Pereira, transformou o Palácio Rio Madeira (???) no autêntico cenário onde zumbis se trombam pelos cantos sem rumo, graças a uma liminar concedida pelo TSE e ainda não derrubada, impedindo a imediata posse de Expedito Júnior.

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 VAIDADES

tre1Enquanto no palácio os dois zumbis travam uma disputa pessoal para ver quem é mais vaidoso ou que ainda pode ostentar algum poder; um claudica por repartições e eventos tentando cobrir o sumiço do titular. E o titular vai rompendo a imagem do passado, quando era considerado modelo de virtude e ética entre políticos do estado. Hoje vai se consolidando como especialista em fazer mais e pior tudo o que antes condenava, nos outros políticos.

E ai tome anotações e reflexões na tosca forma de crônicas, em um blog onde o zumbi não consegue desfazer a ideia de que se aliou a saqueadores da riqueza do estado, em benefício próprio.

 ENCALACRADO

Stre1e até agora o ex-senador Expedito Júnior apenas rondava o Poder, agora com a manutenção da cassação dos governantes rondonienses, pode-se verdadeiramente imaginar-se com um pé dentro da corte palaciana, cada vez mais próximo do trono.

Porém (e sempre tem um porém!) o nobre (??) ex-senador nocauteado no famoso tapetão, está encalacrado numa denúncia do Ministério Público Eleitoral por falhas na prestação de contas da última campanha. Por tudo isso, mesmo tendo tempo de sobra para elucubrações, será difícil manter o fôlego até o zumbi filósofo beijar a lona, se a tal liminar for para o beleléu.

 PÍFIO? COMO?

É fácil compreender. Trata-se de um secretariado onde não se sabe nem o nome da maioria. Muito menos o que fazem. Se é que fazem. São zumbis cujo único mérito é o servilismo. É a composição política de favores à custa do erário. Pobre Rondônia!

 CADA VEZ PIOR

mauroooParece impossível, mas quem vai à secretaria de obras municipal vê um cenário dando a exata dimensão da incapacidade de gestão dos ocupantes do paço. Muitas máquinas, algumas novinhas e erodidas, esperando consertos. E enquanto isso as ruas estão cada vez mais esburacadas. Algumas máquinas ainda não têm serventia por falta de operadores. Enquanto isso o “doutor” Mauro fica brincado de aplicar uma solução “Emergencial” para o complexo sistema do transporte público urbano…

 NO PÁREO

MauroMaurão de Carvalho, o presidente da Assembleia Legislativa está afivelando as malas para ir direção a outro partido. Na análise duas novas siglas. Maurão está decidido a entrar no páreo de 2018 para o governo do estado. Vai por um partido novo, onde não tenha o risco de sofrer nenhuma puxada de tapete, como aconteceu na disputa do ano passado, quando Ivo Cassol mexeu os pauzinhos colocando no lugar de Maurão a sua irmã, a advogada Jaqueline Cassol.

 EVAPORANDO-SE

MauroComo sexta-feira será feriado nacional (Dia do Trabalho), a Assembleia devera funcionar hoje em marcha lenta. Desde ontem boa parte dos deputados (especialmente aqueles com base eleitoral no interior) trataram de se evaporar, sabendo que não sofrerão nenhum desconto nos estipêndios. E assim se mantém essa costumeira generosidade com quem tem o mandato popular.

 ATORDOADOS

Eleicoes1Os petistas têm motivos justificados para estarem atordoados com todo o noticiário que vincula cada vez mais o partido ao oceano de corrupção e dilapidação das riquezas em todo o Brasil. E assim, nesse quadro de delírios ainda falam em candidaturas próprias para o ano nas principais cidades de Rondônia. Parece que os petistas da linha do padre derrotada na última eleição ainda acham possível ganhar o processo eleitoral no grito.

 

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CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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