Em Linhas Gerais

Acorda deputados; chega de vassalagem, declarações do dep. Hermínio merecem ser investigadas- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

PoliticoA história pátria nos informa da existência de vários tipos de maus políticos: os que roubam, os que mentem, os incompetentes, os espertalhões, e, os que são tudo isso ao mesmo tempo. Estamos diante de uma endemia secular chamada corrupção, que debilita a democracia e acaba com a esperança dos brasileiros.

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 MERECE INVESTIGAÇÃO

 VassaloAs novas denúncias contidas no mais recente pronunciamento do deputado José Hermínio, ex-presidente da Assembleia Legislativa rondoniense não deveriam ser encaradas como um mero de jogo de palavras. Na verdade o deputado José Hermínio mais uma vez descortinou a dura e irrevogável verdade em que se transformou o governo rondoniense com a gestão do cognominado filósofo caipira de Ariquemes: um balcão de negócios que, como disse o deputado Hermínio a exigir propina de 50% para pagar as dívidas contraídas com fornecedores e prestadores de serviços.

Não dá para acreditar que denúncia dessa natureza não provoque os chamados órgãos de controle externo e iniciar de imediato uma investigação especial para identificar todos os responsáveis, punindo-os de forma severa pela prática desse crime nefasto ao estado e à comunidade rondoniense.

 ENTRE OS DEPUTADOS

VassaloCertamente a denúncia feita pelo deputado em discurso proferido na tribuna deveria ter causado a primeira grande repercussão entre seus próprios pares. Especialmente entre os deputados de primeiro mandato que, imagina-se, não estão contaminados pela indolência e tolerância com as práticas antirepublicanas do governo, praxe antiga do parlamento rondoniense.

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 MERECE CPI

VassaloDenúncia dessa gravidade deveria motivar até mesmo a formação de uma CPI para descobrir como começou o sistema de propinas e se ele ainda permanece com parte dessa má gestão em que se debate Rondônia.

Tão contundente como um morro no estômago, a denúncia de que a propina exigida de quem tem alguma coisa a receber no governo – de acordo com o deputado Hermínio – chega a 50% não motivou reações visíveis no parlamento nesta semana que desembocou no 1º de maio. Pode ser que o silencio seja quebrado semana que vem…

 INTERESSE PÚBLICO

VassaloO estado inteiro quer saber se os deputados escolhidos no último pleito estão prontos para fiscalizar o governo; se têm coragem de investigar ou se pretendem considerar tudo como página virada, de tal maneira que a impunidade continue saindo vitoriosa nesse estado, que lá fora já foi chamado diversas vezes de “Roubônia”.

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 CUIDADO!

De acordo com dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), desde 2008 o Brasil ocupa o lugar de maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado por agrotóxicos, registra o documento.

 FORA DO GOVERNO

acirUm dos senadores rondonienses é cacique do PDT no estado. Deverá sofrer as consequências da linha adotada pelo PDT nacional, de afastar-se do governo. Acir Gurgacz ainda não se manifestou sobre a situação e muito menos sobre a declaração de Carlos Lupi, o presidente nacional da sigla, de que “o PT roubou demais”.

Assim quem deverá ser o grande nomeador dos cargos mais cobiçados será o antigo senador barbudo de Rolim, Valdir Raupp que, claro, já anda espiando longe, lá para o desfecho de 2018.

 CÂMARA DISSONANTE

CamaraPelo visto a Câmara Municipal de Porto Velho ficará como notícia, infelizmente negativa, durante muito tempo. Imprensada entre a corrupção que já levou vários edis ao seu primeiro contato com a cadeia; a incompetência administrativa, que permitiu enormes desgastes com prejuízos colossais conjugado em despesas de viagens desnecessárias de vereadores (com assessores a tiracolo), num claro turismo disfarçado do qual até o presidente do legislativo mirim se aproveitou para uma esticada em Belém; acompanhado (epa!) de seu motorista pessoal (e o meio de transporte foi o aéreo), não sai do esquema falido do blábláblá dessas inócuas audiências públicas que não levam a nada.

 TRANSPORTE

CamaraEnquanto o transporte público de passageiros da capital está à beira do colapso, com o prefeito anunciando o escapismo da solução de emergência para colocar alguma outra porcaria de empresa no lugar das péssimas que dominam o setor por décadas, os vereadores conseguem lotar a Câmara de ingênuos estudantes para falar de desoneração do PIS e do Confins, como caminho para implantação do passe livre estudantil.

São os mesmos vereadores que ao longo dos muitos anos agem com leniência contra as empresas que exploram o serviço de transporte coletivo urbano, que parece não compreender o impasse criado com a bravata do prefeito de tirar o que é ruim para substituí-lo (se anuncia para isso uma opção “alternativa”) por algo muito pior.

 FORA DO MOMENTO

CamaraNo transporte, nesse momento, o assunto não é a questão da gratuidade para estudantes. É antes tudo debater como evitar o caos completo que ronda o sistema. A maioria das audiências públicas levadas a efeito pela fraquíssima edilidade portovelhense são inúteis, principalmente para um esquema falido como é o do transporte coletivo urbano que só atormenta tanto a população por que é praticado com o acumpliciamento desses políticos insensatos.

 MAIS CORRUPÇÃO

mpfO Ministério Público Federal (MPF) em Ji-Paraná (RO) denunciou o procurador federal Eder Vasconcelos Borges e os advogados Marcelo Peres Balestra e Luis Fernando Tavanti por corrupção passiva e ativa, respectivamente. Segundo o MPF, o procurador federal aceitou vantagem indevida proposta pelos advogados em ações previdenciárias as quais patrocinavam.  Na informação enviada à mídia, o MPF aproveita para fazer um esclarecimento: Algumas pessoas confundem o cargo “procurador federal” com “procurador da República”. Mas procuradores federais não fazem parte do Ministério Público Federal. São integrantes da Advocacia Geral da União (AGU).

 BESTSELER

RONDONO multimídia Hercules Goes está pronto a ser consagrado como escritor de temas ecológicos e amazônicos. Seu mais recente livro “O Lendário Rondon 150 – o Marechal da Paz” acaba de receber oficialmente o “apoio” do engenheiro Nélio Alencar, que vem a ser o presidente do CREA-RO. Hércules não mora mais em Rondônia e mesmo assim mantém fortes ligações com o estado. Com tanto apoio, quem sabe ele não acabe indicado para o Nobel de Literatura.

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OUTRO LADO DA MOEDA

aldrynOutro lado da moeda em relação à Indonésia é mostrado aqui no comentário de Aldrin Willy, que além de jornalista é dedicado servidor do TCE. “Como respeitar um governo que solta 800 terroristas nativos em dez anos e que executa forasteiros, ignorando pedidos de clemência? Então as tais leis do país permitem pôr nas ruas celerados que mataram 202 pessoas num único atentado em Bali, em 2002 — a maioria não era da Indonésia —, mas condenam à morte, de maneira inapelável, traficantes estrangeiros? É uma mistura de irresponsabilidade, com autoritarismo e populismo homicida”. Falou e disse.

por Gessi Taborda

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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