Em Linhas Gerais

Bizarrice empurra PSDB para o suicídio em Rondônia – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“A política só serve para dividir o povo. É uma bobagem, pois faz o povo confiar em um homem, que não pode fazer nada por nós. Se você não tiver sua vida, você não tem nada.” BOB MARLEY (1945/1981), compositor e guitarrista jamaicano, responsável por tornar o reggae conhecido mundialmente.

PMDB DIFÍCIL

Fica cada vez mais difícil para eleitores com maior padrão de inteligência e mais interessados em contribuir com a faxina política votar no PMDB, em qualquer lugar do Brasil. Isso ficou mais claro com o noticiário em torno da dupla Picciani e Puccinelli, revelando que o partido está contaminado com o roubo do dinheiro público da beira do mar (Rio de Janeiro) ao cafundó do sertão (Pantanal mato-grossense). E nesse realismo Rondônia não fica de fora. Os réus também são caciques políticos.

TOMARA

Que o eleitorado rondoniense não seja subjugado pela síndrome do avestruz e nem se comporte como vaquinhas de presépio, usando a possibilidade existente no voto de combater toda essa canalhice. O estado merece um destino melhor.

BIZARRICE

Por aqui as coisas não funcionam a muito tempo. E agora a gente assiste peemedebistas investigando (rárárárá!) peemedebistas, a Globo investigando a Globo e Lula se declarando a alma mais honesta do mundo. É coisa de doido. Se o eleitorado não tomar vergonha na cara, não sei onde vamos parar.

FERIDO DE MORTE

Não é difícil identificar o risco de falência que o PSDB rondoniense está correndo por conta de uma manobra que feriu de morte a possibilidade de energia eleitoral que o partido – apesar de seu desgaste em nível nacional – tinha. Afinal, foi exatamente isso o que aconteceu com o precipitado lançamento do nome de José Guedes como pré-candidato do partido durante a convenção realizada para a renovação do diretório estadual.

INCONGRUÊNCIAS

Num passado distante o inexpressivo José Guedes participou da formação do PSDB. Mas não demorou muito para abandonar o ninho tucano, fazendo pouso em outras siglas, inclusive o próprio PMDB, por onde sondou as possibilidades (não concretizadas) de disputar cargos eleitorais importantes, até mesmo o de governador.

Suas reivindicações não encontraram eco pelo simples fato de sua incompetência de articulação política, incapaz que foi de vencer as eleições posteriores ao seu mandato de prefeito, não conseguindo nem dar vitória à sua mulher numa disputa de vereança.

RACHA

Mesmo não sendo uma alternativa viável, o nome de Guedes foi ungido no pior momento da vida pública para o partido no país, especialmente para o grupo mais identificado com Aécio Neves, onde o nome mais importante dessa torcida era o da deputada federal Mariana Carvalho.

Quem acompanha de perto o tabuleiro da política no estado de Rondônia identificava com facilidade o claro interesse da deputada, influenciada certamente pelo seu clã, em derrubar as torres tucanas mais sólidas para a disputa sucessória no estado. No princípio se imagina que tudo não passaria de uma fenda no ninho tucano que seria superada. Mas, como se viu, o racha foi estabelecido.

MINGUANTE

O lançamento de José Guedes teve exatamente o significado de realçar a dificuldade do diálogo com clã dos Carvalhos, alimentado em sentimentos de ciúmes e inveja. Não dava mais para ver o prato da balança pesando mais favoravelmente para o lado do ex-senador Expedito Júnior, historicamente ligado ao grupo político liderado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

O PSDB responsável pelo lançamento de um nome que até recentemente não tinha qualquer expressão no partido conduziu o ninho tucano para o aspecto decadente e envelhecido da sigla em nível nacional, após a manobra de Aécio para atender os apelos do Palácio do Planalto.

REPETECO

Foi exatamente quando teve na direção o clã Carvalho que o PSDB entrou na canoa furada de apoiar João Cahula para o governo rondoniense.

Ao lançar José Guedes os tucanos entram num redemoinho claudicante em contraposição à vitória maiúscula que obteve na eleição municipal passada, quando ganhou a prefeitura de Porto Velho. Bobagem imaginar uma troca, na hora certa, no político que se apequenou pelo nome da vistosa tucana de alta plumagem, Mariana de Carvalho.

SEM CORAGEM

A jovem (já não tão mais jovem assim) não teria coragem de entrar nessa corrida. Quando vivia melhores momentos fugiu da raia na hora de disputar a prefeitura. Certamente é preciso reconhecer méritos eleitorais, mas se fosse bem orientada politicamente não tomaria as rédeas do partido como aconteceu.

Como alguém que tem um nome da importância eleitoral de Expedito Júnior poderia lançar um “candidato” como José Guedes que não gera nenhum entusiasmo e sim desespero naqueles que já contavam com uma nova e retumbante vitória do partido no estado rondoniense?

EGO ENORME

Deixaram de alertar o clã dos Carvalhos sobre os riscos do tiro sair pela culatra. A vaidade e o ego são mortais para qualquer pessoa, especialmente na seara da politica partidária e eleitoral. Atos obscuros quando se concretizam em algo semelhante a golpe são como sementes mal plantadas que, quando vingam, dá frutos amargos.

TAPEAÇÃO

Provavelmente um novo caminho deverá permitir a Expedito Júnior cumprir seu destino político mais visível na disputa de 2018. Será, como imagino, impossível ludibriar o eleitorado com um nome nessa disputa ímpar, um nome que ainda não saiu verdadeiramente do frio. O PSDB rondoniense está, pelo visto, perdendo sua grande chance de consolidar-se, como rara e honrosa exceção no Brasil, como figura principal da política rondoniense. Se perder nomes do gabarito de Expedito Júnior e do prefeito da capital, Hildon Chaves, o partido agora tendo na presidência sua tucana mais linda, estará cometendo suicídio.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by