Em Linhas Gerais

Até agora, nomes do PMDB estão costeando o alambrado para Raupp – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Ledo engano dos “donos” do poder imaginar que gastos exagerados na publicidade oficial salvará os maus políticos da ira da opinião pública. O eleitorado não quer que a mentira se instale no coração das instituições públicas. O resultado das urnas de 2018 será uma lição para a posteridade”. GESSI TABORDA (1951), jornalista e autor da coluna, com 4 décadas de exercício em jornalismo político.

 DESCRENTES

Tanto a Confederação Nacional da Indústria (CNI) quanto a Fundação Getulio Vargas (FGV) mostraram que os empresários estão descrentes com o momento atual e com o futuro do país. Isso retém, sobretudo, os investimentos produtivos com os quais o governo contava para estimular a atividade, já que o poder de compra das famílias está esfacelado pelo desemprego recorde.

 VELHA POLÍTICA

O secretário municipal Antônio Ocampo sempre sonhou em participar do processo eleitoral desde os tempos de Chiquilito Erse. Ele, que é um sujeito sangue-bom, errou ao seguir ditames da velha política. Por isso perdeu a oportunidade de conquistar na eleição passada uma cadeira na Câmara Municipal.

 ACOMODAÇÃO

Deixou de buscar apoio junto a pessoas de larga experiência com quem conviveu no passado. A derrota eleitoral não criou entraves para tornar-se secretário municipal de novo. Não terá, como gostaria, o escancarado apoio de Hildon.  Mas – pela fraca atuação o cargo – não deverá ter de novo as mesmas chances para entrar no pleito do próximo ano. Se perder o cargo pode viver, politicamente, à deriva por longos anos. Deve ficar, entretanto atento, pois o prefeito Hildon parece não conviver bem com a acomodação preguiçosa que parece ser a tônica da pasta de Ocampo.

 UMA BOA

Vai ser um golpe na indústria da multa. A Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que impede a aplicação de multa e a retenção do veículo se o motorista não estiver com a carteira de habitação (CNH) ou documento de licenciamento anual do veículo.

 LICENCIAMENTO

As prefeituras terão prazo até o dia 27 de agosto para que assumam a responsabilidade de emitir licenciamento ambiental para algumas atividades de impacto local. No caso de Rondônia, segundo fonte, a entidade representativa dos municípios deverá pedir prorrogação do prazo. Muitas das prefeituras ainda não atende aos requisitos para se habilitar  e algumas, como é o caso da prefeitura de Porto Velho, ainda não possuem leis e normas para a cobrança de taxas e serviços inerentes ao licenciamento.

 ESPECULAÇÕES

Não se trata de definição, afinal o próximo pleito ainda está distante. Mas nos bastidores da politica, onde se especulam livremente, já se fala que Confúcio Moura pode até trocar a disputa pelo Senado por uma cadeira na Câmara dos Deputados. Teria assim mais garantias de conseguir o foro privilegiado para enfrentar as ações que já responde na Justiça e também novas possibilidades de mais investigações decorrentes do seu ocaso governamental.

 CORRELAÇÃO

Se desistir contentando-se em concorrer à Câmara, o (ainda) governador contribuirá para melhorar a correlação de forças do cacique-mor da legenda, Valdir Raupp, na anunciada construção da aliança com o senador pedetista Acir Gurgacz. Quem acompanha todos esses lances iniciais aposta que Valdir Raupp fará tudo o que for necessário para garantir sua continuidade em Brasília.

 ALAMBRADO

Para alguns analistas políticos, o governador Confúcio Moura – mesmo afirmando sua decisão de concorrer ao Senado – apenas costeia o alambrado e não entrará numa campanha em que ele e Raupp disputarão um mesmo cargo. Se essa possibilidade não for definitivamente afastada, os dois correm o risco de morrerem abraçados na estrada, abrindo amplas possibilidades para outros pretendentes.

 OPINIÃO DO JÂNIO

Temer não tem a mínima condição de conduzir qualquer processo de reforma. Não tem condições intelectuais, políticas e nem morais. Esta constatação é do insuspeito articulista da Folha de S.Paulo, Jânio de Freitas, para quem, Michel Temer “é só um fantoche, à espera de que alguém conte os seus feitos ou os silencie por dinheiro”.

 BENFEITOR

O primeiro benfeitor do grupo JBS, foi o presidente Lula. Deu caminho livre para que o dinheiro do cidadão (BNDES) fosse imediatamente para a JBS. De açougueiros que se tornaram notórios pela propaganda espetacular do FRIBOI, se transformaram em grandes empresários. Jogaram no lixo o avental branco, passaram a usar ternos caros. Denunciados, os Batista RECLAMARAM de Lula, que sem demora demitiu a direção do banco, colocou como presidente o dócil Luciano Coutinho.

 EVIDÊNCIA

A sessão no STF mostrou que os ministros da 1ª turma agiram certo ao adiar a análise do pedido de prisão para Aécio, da última terça para a próxima semana. Agora, eles vão poder decidir com mais segurança, já certos da validade da delação da JBS. A sessão também evidenciou o crescente isolamento de Gilmar Mendes na corte.

 DESCARTADA

Pessoas próximas do político mais controverso de Ariquemes, o atual vereador Ernandes Amorim, disseram à coluna que está completamente descartada a prometida candidatura do caudilho ao governo rondoniense, um dos poucos cargos que não conseguiu em sua longa carreira política. Embora reticente, o próprio Amorim ainda não disse nada. Uma coisa é certa: ele não ficará fora da disputa de 2018.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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