Em Linhas Gerais

Administração Nazif ” fábrica de factóides tenta transformar em notícia até ações de enxugar gelo da prefeitura” – por Gessi Taborda

 PRÓXIMO LANCE

Ex-deputado CarlãoO ex-deputado e ex-presidente da Assembleia, Carlão de Oliveira, a levar em conta comentários nos bastidores da política, não tem o menor receio com decisões da Justiça em relação ao rosário de processos contra ele, nem mesmo com as condenações já existente. Pego na Operação Dominó, Carlão ficou mais de 100 dias na cadeia e teve de abdicar de seu projeto pessoal na política do Estado. Mas nem por isso deixou de mostrar força e influência no estado. Se pessoalmente não pode mais se candidatar a coisa nenhuma, Carlão elegeu o filho Jean, primeiramente a vereador. Depois conseguiu fazer de Jean deputado estadual. Nesse cargo o “menino” acabou seguindo os exemplos de maus feitos do pai, envolvendo-se nos esquemas de corrupção do legislativo, conforme investigação de Operação da Polícia e do Ministério Público que apontou o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia, o irmão Valter.

SUCEDENDO NAZIF

Ex-deputado CarlãoJean conseguiu reeleger-se no último pleito, sem sofrer qualquer tipo de restrição nos arraiais do Judiciário. Seu pai, como sempre, foi o grande guia de sua vitória. Embora com bens bloqueados (??) por decisões da Justiça, Carlão não deve dificuldades em alimentar a campanha de reeleição do filho, visivelmente rica.

Certamente por não temer nenhum tipo de revés da Justiça rondoniense, Carlão de Oliveira já começa a preparar o novo lance para seu menino prodígio: a disputa de 2016 pela prefeitura municipal de Porto Velho. Ele quer porque quer colocar o “menino” na sucessão de Mauro Nazif.

PESQUISA

Ex-deputado CarlãoOntem uma importante fonte com trânsito livre no meio em quem Carlão dá as cartas deixou escapar que um grupo solidário ao ex-deputado Carlão já encomendou uma pesquisa com nomes dos eventuais candidatos à sucessão do prefeito Mauro Nazif para averiguar as chances de Jean Oliveira.

Carlão acha que a rejeição de Mauro Nazif é irreversível.

O ex-presidente da Assembleia parece não temer os muitos anos de condenação na Justiça e nem mesmo acredita, como diz, que vá para cadeia um dia. Assim, age como “investidor” do mercado financeiro, ficando de olho em “bons negócios” como parece ser o comando da prefeitura.

Enquanto o condenado Carlão estiver longe da cadeia, certamente saberá cuidar bem dos investimentos no filho. A pesquisa pode revelar ao grupo de Carlão que nesse caminho há uma pedra, uma pedra em perfeita lapidação, chamada Mariana Carvalho.

PARCERIAS

ConfucioA serem verdades as afirmações do governador reeleito Confúcio Moura numa entrevista dada a uma emissora de rádio da capital, os rondonienses não têm motivos para apreensões com a economia do Estado no próximo ano. Segundo o máximo mandatário rondoniense, as finanças do estado estão perfeitamente saneadas e serão confirmadas as melhores previsões, inclusive a de crescente arrecadação de tributos. Ou seja: tudo aquilo que não foi possível fazer no primeiro mandato será feito nesses próximos quatros anos.

Na entrevista o governador voltou a garantir a construção de obras fundamentais para a consolidação de Porto Velho como a capital do estado. Segundo ele, obras como a nova rodoviária, como o Centro de Convenções e até a Ceasa serão realidades muito mais rápido do que imaginam os pessimistas. É esperar para ver.

ENXUGANDO GELO

mauroO tempo vai passando e o prefeito Mauro Nazif não consegue anunciar nada capaz de modificar para melhor a vida da cidade. Porto Velho continua abandonada, mal amada, suja, sem fiscalização de nada, sem um prefeito aparente. Como não tem nada para mostrar, a fábrica de factóides tenta transformar em notícia até ações de enxugar gelo da prefeitura. E ai vem mais uma rodada de “blitz educativa” do trânsito, nas diversas regiões da capital.

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VOCÊ VIU?

mauroA prefeitura comemora a redução (???) de acidentes no trânsito da capital e mais de 30%. A queda nos acidentes é atribuída ao investimento de 5 milhões de reais (???) na sinalização da cidade (atenção MP, onde foi gasta essa grana toda?), em placas, faixas e semáforos.

Ora, na importante avenida Calama as lombadas estão sem pintura a muito tempo. Isso acontece também na Raimundo Cantuária e em muitas outras vias de grande movimento de Porto Velho.

Aliás, por falar em sinalização, a prefeitura de Porto Velho ainda não descobriu que a tinta para sinalização do trânsito deve ser a reflexiva e não simplesmente do tipo látex.

SEM CNH

multas-de-transitoTenho observado que o número de pessoas que dirige e provavelmente não tem nem sequer habilitação é grande. Isso porque dirigem e carregam passageiros sem cinto de segurança, falam e digitam ao celular, são meninos com cara de pré-adolescentes, não ligam a seta ao virar ou mudar de faixa e fazem tudo com janelas abertas, escancaradas para todo mundo ver – inclusive as autoridades de trânsito. Por isso chego à conclusão de que eles não têm CNH!

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E VOCE É QUEM PAGA

cam.muPrá que serve os vereadores pagos regiamente com o dinheiro arrancado do cidadão-contribuinte-eleitor?  Muitas vezes para chover o molhado ou para apresentar propostas inócuas e improvisadas às vezes com o intuito de fazer demagogia e enganar o eleitorado.

Hoje, terça-feira, a edilidade vai se reunir para debater (??) coisas do gênero, tão absurdas como anedotas da idade média. E ai entra, só para citar alguns exemplos, “Projeto de Lei 3126/2014” inventado pelo vereador Chico Lata estabelecendo diretrizes gerais (??) de acessibilidade à pessoas portadoras de necessidades especiais aos cemitérios.

É ou não é surfar na maionese. Ora, sem nas principais vias públicas a prefeitura cuida dos passeios públicos para garantir acesso a esse segmento da sociedade, imagine se fará isso em cemitérios. Se isso fosse virar lei para ser cumprida, a prefeitura teria de refazer todos os cemitérios da cidade.

OUTRA LOROTA

DelsonSabe aquele vereador que se apresenta como Pastor Delson. Ele apresenta hoje um projeto instituindo o “Programa de Indenização Social” que a prefeitura de oferecer a famílias desalojadas (despejadas) por ato do Poder Público ou por ocorrências de calamidade pública. Tai: esse pastor deve acreditar em fadinhas, em papai Noel ou no Mandrake. Ora, se a prefeitura não consegue tirar da rua os indigentes, como fará isso. É claro que Delson sabe muito bem que não é de sua competência fazer projetos que causem aumento de despesas do orçamento municipal. A quem ele pretende, então, enganar com esse tipo de lorota.

DELAÇÃO PREMIADA

Batista2Vivemos tempos em que até os conceitos populares, de credibilidade intangível, estão sendo salpicados pela dúvida e incerteza. Veja-se, por exemplo, o que anda acontecendo por aí: mentiras sórdidas, que se apregoava, até então, como tendo perna curta, estão a passar rasteiras nas verdades mais incontestes, e saindo vitoriosas. Entretanto, creio que a hora da verdade está chegando. As revelações irrefutáveis que hão de explodir das delações premiadas são mensageiras dessa boa nova. Agora é botar fé na busca de agilidade do Judiciário, mesmo na investigação de personagens que se imaginam blindados por mais uma vitória eleitoral

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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