Em Linhas Gerais

A TRÓIKA DO MDB RONDONIENSE DEVE ACABAR SOZINHA NO PICADEIRO – Por Gessi Taborda

ATÉ EU

Depois de ouvir as lengalengas do presidente Temer tentando contar a lorota de que seu governo foi um sucesso, realizando em dois anos mais do que se conseguiu em 20 anos, não me surpreendi com a hipócrita afirmação de Pedro Parente, afirmando que a Petrobras recuperou-se da falência causada pela mais fantástica prática da corrupção que se viu no Brasil.

Para conseguir um lucro bilionário, o que se viu foi a elevação dos preços da gasolina e do diesel às nuvens. Leve-se em consideração que nesse período não houve mais investimentos; ao mesmo tempo em que a Petrobras se beneficiou da alta do petróleo, pois, graças ao pré-sal o Brasil passou de importador a exportador. O preço que o povo brasileiro está pagando por isso é muito caro. Assim, até você, leitor, poderia ter conseguido esse lucro bilionário da estatal.

LINCE

Li numa dessas colunas de sites umbilicalmente ligados aos interesses políticos do presidente da Assembleia Legislativa rondoniense na hora do pega prá capar, os aliados Maurão de Carvalho, Confúcio Moura e Valdir Raupp estarão sozinhos no picadeiro, com cada um defendendo apenas seu próprio interesse, num autêntico cenário de guerra de bugio. Como a revelação dissimulada teve como autor um dos linces da crônica político acho melhor botar fé nesse desfecho.

EXTEMPORÂNEA

É espantoso constatar como os deputados estaduais não estão nem ai para uma mudança de posição dos órgãos de controle externo, nem mesmo de uma ação mais direta do Ministério Publico Eleitoral. O modus operandi de veicular publicidade visivelmente eleitoral continuou nas edições dos jornais do dia 16, com a veiculação de propaganda de página inteira para a autopromoção dos parlamentares. É fácil compreender o motivo desse desrespeito à legislação da publicidade paga com o dinheiro do contribuinte. Ela é apenas uma cortina de fumaça para a propaganda eleitoral antecipada, na esperança de que assim vá reduzindo a resistência do eleitorado em reeleger os políticos da atualidade. É uma pena que os responsáveis para coibir esse tipo de abuso parecem resignados e decididos a não fazer nada.

UMA DÚVIDA

Se Brasília não tivesse sido construída, será que teríamos nos dias de hoje esse escândalo da “Lava Jato”?

É DO PT

Regina Célia é senadora pelo Piauí. É claro que ela é do PT. Ganhou destaque nas redes sociais ontem por uma posição inusitada: a defesa do aborto porque a criança pode nascer com rinite ou sinusite. E bate o bumbo…

FRAUDULENTA

Ninguém sabe o tamanho do rombo nas contas públicas das instituições políticas de Rondônia. Falta investigação. Mas os números são de milhões. POLÍTICOS PRONTOS A PEDIR NOVAMENTE O VOTO SÃO USEIROS E VEZEIROS DE LESAR A SOBERANIA POPULAR. Enquanto esse tipo de político se mantiver na vida pública o estado não estará sujeito à vontade do povo. Exemplo: vide o que acontece agora em Vilhena na eleição suplementar. O clã maldito faz de tudo para continuar dando as cartas e aprofundando a corrupção em benefício próprio e seu grupo. Até quando?

PATAMAR POSSÍVEL

O empresário Chagas Neto anunciando a recuperação da saúde e a disposição de participar da disputa eleitoral. Chagas teve todas as chances no passado, quando foi o grande empresário da construção civil em Rondônia e influente no mundo político, mesmo antes de comandar o PTB, onde era um dos grandes financiadores de campanhas.

Chagas foi deputado federal e secretário de estado (no tempo do Jerônimo Santana) até cair no ostracismo. Para federal não teria chance alguma na disputa desse ano. Agora parece estar decidido a disputar uma vaga na Assembleia. Nesse patamar tem chances, pequenas, mas tem.

IMPLACÁVEL

A roubalheira tem se mantido implacável por muitos anos. E as autoridades rondonienses continuam distante da nova ordem, especialmente no Judiciário federal, de combater sem trégua a corrupção. É por isso que nem mesmo os personagens enriquecidos adoidamente são alcançados pela Justiça. Não podemos esquecer do “investimento” fabuloso feito na Praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e naquela pedaço de orla do Rio Madeira não passou mesmo de uma maquiagem fuleira. Tudo acabou e o cenário existente hoje lá é idêntico a um muquifo. No entanto que inventou aquela “obra” continua protegido pela impunidade e enriquecido pela corrupção.

COMO ENTENDER?

Com quase todos os amigos íntimos de antigas legislaturas presos ou foragidos da Justiça o presidente da Assembleia Legislativa continua livre e lépido sem ser molestado pelos órgãos do controle externo e pelos responsáveis por inquéritos e ações no judiciário. Mantém com a obsessão eleitoral, imaginando que seu destino está ligado ao comando do Palácio Rio Madeira, onde manterá a blindagem dos tempos atuais.

SOLUÇÃO

O prefeito Hildon  Chaves está determinado a encontrar a solução definitiva para o sistema de transporte urbano de Porto Velho, hoje operado emergencialmente pelo SIM, um meio inventado pela gestão anterior, incapaz de realizar uma licitação para o sistema definitivo de transporte.

O prefeito praticamente já está informado sobre as melhores diretrizes para resgatar esse seu compromisso de campanha, dotando a capital de um sistema moderno no segmento do transporte coletivo. Para isso tem de superar todas as dificuldades herdadas da gestão anterior, resolvendo inclusive as pendências de ordem legal.

E assim, no dia 23, próxima quarta feira, a prefeitura realizará mais uma audiência pública apresentando o projeto básico do novo sistema, no Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU), localizado no bairro JK, às 19 horas.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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