Em Linhas Gerais

A presidente Dilma não fica nem vermelha com tanto escândalo de corrupção – Por Gessi Taborda

PERGUNTINHA
A presidente Dilma não fica nem vermelha com tanto escândalo de corrupção e indícios de mais irregularidades?

BARBAS DE MOLHO

GurupiFonte da coluna está praticamente certa sobre uma nova operação policial a ser desencadeada em Rondônia nas próximas semanas, para investigar e desarticular esquema de desmatamento e exploração ilegal de madeira. Segundo nossa fonte, “há informes” de que madeireiros envolvidos nessa prática têm apoio de políticos com mandatos e também de servidores públicos em vários níveis.

NO DOSSIÊ

GurupiAs recentes reclamações de políticos sobre a fiscalização feita no estado do Mato Grosso sobre a madeira de origem rondoniense entrou no dossiê da operação que pode ser desencadeada a qualquer momento.

Quem pratica o desmatamento ilegal ou utiliza esquemas para esquentar a madeira deve ficar com a barba de molho diante da possibilidade real de serem presos. A operação esperada para Rondônia será similar à “Operação Madeira Limpa”, realizada recentemente no Pará.

TOMBO GRANDE

 dolar3 Com a recessão e a valorização do dólar, o Brasil vai terminar o ano como a nona maior economia mundial, prevê o FMI (Fundo Monetário Internacional). O País, que tinha o sétimo maior PIB global no ano passado, não apenas será ultrapassado pela Índia, como o próprio Fundo previa em suas projeções de abril, como também ficará atrás da Itália. A última vez que o Brasil não ficou entre as oito maiores economias mundiais foi em 2007. Naquele ano, o País tinha o décimo PIB global, mas a crise americana veio logo a seguir, arrastando a economia europeia e derrubando os PIBs de Espanha e Itália, que antes estavam à frente do brasileiro.

FALANDO DE FUTEBOL

12-medidas-para-transformar-o-futebol-brasileiroO colunista confessa ter perdido o deslumbramento pelo futebol. A ponto de ter renunciado aos anos em que torceu pelo Palmeiras. E mesmo considerando hoje o futebol brasileiro como assunto menor, pela primeira vez a coluna coloca no seu foco esse assunto que na noite de hoje o Brasil inicia sua participação nas eliminatórias sul-americanas, enfrentando o Chile, à noite, em Santiago do Chile.

CULPA DA CORRUPÇÃO

12-medidas-para-transformar-o-futebol-brasileiroA práxis brasileira de deixar correr frouxa a corrupção acabou afetando o esporte mais popular do Brasil. A meu ver nosso país (que não conseguiu enxergar até hoje um caminho para combater esse câncer) depois do 7 a 1 aplicado pela Alemanha também não melhorou nada no futebol. À coluna parece impossível resolver os problemas do nosso futebol, em campo, enquanto não exterminarmos a corrupção dos cartolas.

SEM ANIMAÇÃO

6u56u56u5u5u_0Assim como a política do Brasil (e até mesmo de Rondônia), a Seleção que joga hoje não anima ninguém. Ele enfrenta a seleção de um país menos corrupto, e faz isso sem Neymar, o principal craque, suspenso pela confusão na Copa América.

Quando se fala de Brasil, o que vemos é a descrença em sua recuperação, enquanto estiver no comando do país o time apelidado de petralhas. É mais ou menos o mesmo que acontece em relação ao futebol brasileiro, quando lembramos que o ex-presidente José Maria Marin está preso na Suíça, acusado de corrupção, e o atual mandatário da entidade, Marco Polo Del Nero, não pode sair do Brasil, temendo o mesmo destino.

SEM IDENTIDADE

6u56u56u5u5u_0Mais uma vez dá para ver similaridade entre o que acontece com o Brasil, com o apequenamento dos atores da política (Renan, Jader, Cunha, Raupp e vai por ai afora), com o que acontece com a Seleção. Lá estará, no comando, a arrogância de Dunga (que, após a Copa de 2010, não deixou saudades) e um monte de jogadores que nem de longe lembram o nível daqueles que nos motivavam a ir ao campo, a torcer pelos nossos times.

A seleção brasileira virou um amontoado de atletas sem identidade, com raríssimas exceções. Não ficarei surpreso se a Seleção do Dunga encontrar na noite de hoje uma barreira instransponível.

CONTRADIÇÕES

DinheiroA presença do Secretário de Finanças do Estado, Wagner Aguiar, para falar sobre a situação real da economia rondoniense mais alimentou as contradições do que esclareceu deputados sobre o sombrio futuro próximo das finanças rondonienses.

Wagner, embora seja o titular da Sefin, agiu como se tivesse algum interesse em esconder a realidade dos fatos. É isso o que demonstra a seguinte declaração produzida por ele: “Num horizonte a curto prazo podemos afirmar que teremos um crescimento razoável de receita, mas no momento estamos com perdas”. Ora, se estamos com perdas agora, o que leva o tal secretário a supor em crescimento de receita no curto prazo?

BLÁBLÁBLÁ

DinheiroSabendo que estava diante de uma plateia parlamentar amplamente favorável ao governo, Wagner produziu pérolas como essa, mesmo reconhecendo que houve perda de receitas nos 27 estados da federação: “[…] nossa economia é fortemente impactada pelo agronegócio, commodities agrícolas” e acrescentou que a arrecadação cresceu 8,39% de ICMS. E continuou: “Não acredito que vá despencar, mas se cair teremos (Sic) de cortar gastos voluntários (??)”

DIFICULDADES

DinheiroMas mesmo se esforçando para pintar um cenário cor de rosa nas finanças estaduais, Wagner deixou escapar algumas indiscrições: “O governo vem cortando alguns gastos (??), enfrentando dificuldades com despesas obrigatórias e fazendo ajustes” para manter a folha de pagamento em dia.

O chefe da Sefin compareceu perante a Comissão de Finanças da Assembleia atendendo convite do deputado Cleiton Roque (PSB), para quem os parlamentares precisam estar atentos à realidade financeira rondoniense, para não serem surpreendidos.

CASSAÇÃO IMPROVÁVEL

Mauro222Novas vozes no meio político colocam o prefeito Mauro Nazif na alça de mira de cassação, como responsável pelo caos em que vive nesse momento o segmento do transporte urbano, decorrente do capricho do prefeito em dar o monopólio do serviço a uma empresa escolhida numa “solução emergencial” que dispensou a prática constitucional da concorrência pública.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by