Em Linhas Gerais

A cidade de Porto Velho (carente de tudo) continua sendo vítima da tenebrosa falta de gestão -por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

Está mais do que evidente que a cidade de Porto Velho ainda não encontrou quem tenha o peso devido para governá-la sem demagogia, sem populismo, sem visão pequena, partidária ou corrupta. Tomara que o próximo prefeito seja alguém com especialização em gestão urbana, com trânsito político e capacidade de diálogo com os reais problemas portovelhenses.

DEZEMBRO DE RECESSÃO

As entidades classistas rondonienses mantém o costume de ficar de bico fechado, sem revelar o tamanho das dificuldades que pesam sobre suas categorias rondonienses. E assim há uma incógnita sobre como será o comportamento do consumo nesse período natalino, levando os mais otimistas a imaginar que “na ilha” de Rondônia a situação não será muito diferente da registrada no ano passado.

Basta conversar com economistas (e eles existem) de olha na economia rondoniense para perceber os contornos do aprofundamento da recessão, sobre a qual se calam entidades como Associação Comercial ou Clube de Diretores Lojistas.

DESEMPREGO

Os números não mentem. E as combinações dos mesmos, de acordo com economistas mais próximos da realidade rondoniense, apontam para cenários dramáticos, com redução nos postos de trabalho, especialmente em contratações temporárias para esse período do Natal e festas de fim de ano. É certo que haverá diminuição de vendas no comércio.

Este será um natal com o predomínio da mudança de postura dos agentes da cadeia econômica, dos consumidores aos executivos das empresas.

CRISE DE CONFIANÇA

É perceptível a crise de confiança do momento atual. Essa crise vai impactar as decisões a serem tomadas no próximo ano, agravando ainda mais a capacidade de investimento do setor privado. Também o setor público vai sofrer novos abalos com quedas de arrecadação e tendo de adotar medidas amargas, como demissões e paralisações de investimentos na esperança de uma travessia (que será longa) menos traumática.

SEM ENCANTO

Então a fantasia do Papai Noel que encanta as crianças principalmente não fará o milagre esperado e necessário para manter os projetos de expansão do comércio. E assim, mesmo com as peculiaridades do ano eleitoral, os governos (dos municípios e do estado) terão de implementar uma economia de guerra se não quiserem passar por uma situação de descontrole das contas públicas. Tudo indica que vamos assistir uma projeção ainda mais tímida na geração de vagas para atender a demanda do desemprego crescente.

ARMADOS

“O assalto agora será de mão armada: deputados e senadores poderão portar armas de fogo”. Piadinha que se ouvia ontem na radio cipó da capital.

PRISÃO DE CASSOL

Se eu acredito? Está difícil mesmo acreditar nisso. Mas como a Ana da 8 está vendo o sol nascer quadrado… É tanta maracutaia que envolve todos os políticos com as cada vez mais raras exceções… Que qualquer denúncia de corrupção, é mera coincidência. Mas a ladainha segue. Fingem que pune, eu finjo que acredito. Pois tem alguém aí nesse time, que calça n° diferente. Será que o povo rondoniense não está sendo ludibriado mais uma vez?

TRATAMENTO

Lula disse que ladrão não chama ladrão de ladrão. Certo, o tratamento correto é “companheiro”!

NÃO FALTOU

Para não perder o costume, todo ano tem as lambanças do Enem!

ARRECADAÇÃO

Com a decisão na Justiça pondo fim à produtividade de multas pelos “g-mens” do trânsito a serviço da prefeitura, gente ligada ao lamentável prefeito de Porto Velho e à Semtran estão ocupados na elaboração de um novo sistema capaz de ampliar esse tipo de arrecadação. Vem ai, segundo nossas fontes, a implantação de radares por vários pontos da cidade para pegar condutores de veículos que ultrapassar a velocidade limite das vias públicas. Tudo leva a crer que a mentalidade da autoridade do trânsito é de que multas são como “atividade industrial que não pode ter queda”.

FACTÓIDES & ENGANAÇÃO

A cidade de Porto Velho (carente de tudo) continua sendo vítima da tenebrosa falta de gestão. Nazif inventou uma moda para robustecer a administração do factóide. Numa sociedade que sequer conta com um transporte público de qualidade, o prefeito decidiu “reforçar” as baias dos pontos de ônibus, como se isso fosse realmente a prioridade nas demandas do povo. É uma espécie de factóide com muita exposição pública nas ruas, por tumultuar ainda mais trânsito, com o impedimento ou estreitamento de faixas para circulação dos veículos. Nazif vai passar à história como o prefeito que não teve “um conjunto” de obras, digno de ser lembrado e que faz agora é apenas uma maquiagem pobre, como essa cascata dos pontos de ônibus. A cidade continua no seu aspecto de pré-caos pela falta de gestão.

PMDB DISCUTE

O diretório municipal do PMDB em Porto Velho, presidido por Leando Vicente Low Lopes, começa a discutir oficialmente a formação de nominata para as eleições do próximo ano. A coluna recebeu convite para participar dessa reunião marcada para o próximo dia 9, às 19 horas, na suntuosa sede do partido na rua Elias Gorayeb.

SÓ PARA LEMBRAR

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, continua afirmando não ter ferido o decoro parlamentar mentindo sobre as supostas contas na Suíça. A maior empresa de investigação do mundo, que acha até pelo em ovo, contratada por R$ 1 milhão pela CPI da Petrobras, a Kroll não encontrou as contas de Cunha na Suíça.

DENUNCIADOS

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denuncia à Justiça Federal em Curitiba até dia 15 de novembro todo o grupo entregue pelo lobista Fernando Baiano – incluindo o presidente da Câmara. Nomes novos do Congresso Nacional como Eduardo Cunha, Delcídio Amaral entre outros congressistas.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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