Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Se não acabar em pizza, CPI da Petrobrás pode acabar em um chá da tarde- por Gessi Taborda

Eu não diria que a CPI acabará em pizza, mas num chá da tarde entre a gangue instalada na Petrobrás e no governo. O melhor é aguardar as conclusões da Polícia Federal, do Ministério Público e do Tribunal de Contas.

MULHER DE CASSOL

Ivone umDifícil acreditar na inteligência de quem manobra os cordéis da política nesse momento de organização das chapas que irão para a disputa eleitoral. Dona Ivone, a mulher do (ainda) senador Ivo Cassol não deverá ser escalada para a equipe titular. Segundo fonte credível, ao dar pleno apoio ao lançamento da mana Jaqueline para disputar a sucessão estadual na cabeça de chapa, o ex-governador Cassol decidiu que sua mulher só poderá ser escalada para fazer figuração, como a de ser suplente de possível candidato ao senado, o transplantado (recentemente) deputado Carlos Magno.

SOCORRO MPs E TCE

BOBPode parecer coisa de doido, mas o PT rondoniense insiste no informe de que Roberto Ali Babá Sobrinho será candidato a deputado federal. E na Câmara Municipal, onde pululam mal feitos, até vereadores que estiveram hospedados no xilindró estão prontos para candidatarem-se. Essa é uma demonstração de que estamos no mato sem cachorro. Se as nossas instituições não interferirem para colocar um “basta” em tanta corrupção e desrespeito às leis, a cidade de Porto Velho e o Estado, que já estão com dificuldades econômicas, viverá no futuro próximo momentos mais complicados. Essas instituições existem para garantir a todos os brasileiros a Constituição e as leis; Tribunal de Contas, Ministério Público e Judiciário. E, diante de tantas falcatruas, maracutaias, desvios do erário, superfaturamentos de serviços e obras, além da corrupção desenfreada em todos os níveis da administração pública (sem a condenação desses larápios que, pelo visto, ainda serão candidatos), está transparecendo que estariam coniventes. Será?

APOSENTADORIA ESPECIAL

dilma-rousseff-sorriDemorou, mas a vitória chegou. Após 13 longos anos de muita luta, mobilizações e trabalho árduo, as mulheres policiais podem, finalmente, respirar um pouco mais aliviadas.  É que a presidente Dilma Rousseff, finalmente, sancionou o projeto de lei complementar que trata da aposentadoria especial de mulheres policiais. A medida, publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (dia16), reduz para 25 anos o tempo mínimo de contribuição para que mulheres policiais se aposentem. O projeto havia sido aprovado na Câmara no dia 22 de abril.

CONTADORES LOQUAZES

logocrcroMais do que responsáveis pela contabilidade, os contadores rondonienses querem melhorar sua capacidade de comunicação verbal. E para isso, diretores, conselheiros e delegados do Conselho Regional de Contabilidade de Rondônia terminaram a semana em curso de oratória, ministrado por Carlos Conce, especialista carioca em comunicação. Certamente, agora além de dar orientação aos candidatos e partidos políticos sobre a contabilidade da campanha, os contadores poderão dar dicas valiosas de como falar bem ao público

CARA DE PAU

dumA maior preocupação do nosso governo incompetente é de aumentar impostos. Quanto mais aumenta a arrecadação, mais cresce a roubalheira. Com um governo sério e com a superarrecadação que temos poderíamos dar uma vida digna a todos. Mas o ladrão comum rouba e foge, o ladrão do dinheiro público rouba e, mesmo comprovado o roubo, tem a maior cara de pau de negar.

COPA DA BUNDA

compaumGosto não se discute, mas se lamenta. Já ouviram a música “We are one” oficial da Copa 2014? No clipe da música, somos um país de belos cenários naturais e, pelo visto, de nádegas e seios em profusão, rebolando ao som de um gênero musical que certamente não é brasileiro, cantado na maior parte em inglês e espanhol por cantores americanos de origem hispânica. E ainda querem que acreditemos que combatemos o turismo sexual.

SE FALTA EDUCAÇÃO…

n1É inquestionável que a redução da criminalidade, não só em Rondônia como em todo o país, está na educação. Entretanto, como não é conveniente ao Estado uma população que tenha consciência da infeliz realidade do Brasil, é necessário pensar em outra coisa. Como alternativa, existe a redução da maioridade penal; penas mais severas para os infratores ou, até mesmo, permitir que o povo tenha acesso a armas de fogo, uma atitude radical, mas que mostra resultados em diversos países mais desenvolvidos.

O MEDO

PTTEm 2005, Duda Mendonça criou o slogan vitorioso “a esperança vai vencer o medo” para alavancar a candidatura de Lula e que o levou à Presidência da República. O objetivo era combater um medo disseminado e que era associado ao nome de Lula. Agora, depois de 12 anos no poder, com o país aos trancos e barrancos, o partido apela para o mesmo medo em sua nova propaganda política, tentando amedrontar os eleitores brasileiros a não mudarem.

MENOS MÍOPE

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O Brasil pegando fogo, com protestos espalhados pedindo reparação dos malfeitos cometidos por nossos governantes, e eles maquinando incessantemente contra seu povo, como fazem agora os senadores da CPI da Petrobras, que não vai investigar nada, só driblar a sociedade. Não percebem que este povo está menos míope, enxergando de longe sua desfaçatez e canalhice?

ELES ADORAM DINHEIRO

b1Não há mais diferença entre os partidos políticos. As revelações em torno dos vários escândalos e da corrupção mostram que nem os “comunistas” resistem a um pacote de verdinhas. Tá explicado, agora, o exagero da paixão dos senadores José Pimentel (PT-CE), Humberto Costa (PT-PE) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) vinham atuando na defesa dos malfeitos do PT no que se refere à Petrobrás. A “comunista” do Amazonas deixou de lado a postura moderada do acreano Jorge Viana, que é petista. Agora entendo a possível razão: os três, membros da CPI da Petrobrás, receberam em 2010 doações de campanha milionárias de empresas que são fornecedoras da estatal. O que esperar desta “CPI da trapaça”?

Eu não diria que a CPI acabará em pizza, mas num chá da tarde entre a gangue instalada na Petrobrás e no governo. O melhor é aguardar as conclusões da Polícia Federal, do Ministério Público e do Tribunal de Contas.

TELHADO DE VIDRO

PTTO PT, quando na oposição e sem ter experimentado o deslumbramento que o poder dá aos fracos, era a imagem da ética e da moral e podia, então, apontar o dedo a quem bem quisesse. Em contrapartida, a oposição da atualidade, com seu telhado de vidro, em suas tentativas de mostrar à população os deslizes do governo atual, esbarra na Lei de Talião. E quem perde com este “olho por olho, dente por dente” entre governo e oposição é o contribuinte, que vê o seu suado dinheiro indo embora pelo ralo sem ter com quem possa, de fato, contar para estancar esta vergonha nacional: a corrupção.

Enquanto isso, nós, cidadãos honestos, não estamos interessados em saber quem foi melhor ou pior governo, quem desviou mais ou menos do nosso dinheiro. Nós queremos é saber se ainda podemos pensar na existência de um políco que possa nos devolver a esperança de acreditar numa Rondônia melhor. Uma Rondônia que, governo a governo, não nos faça lembrar-se de um provérbio português que diz “atrás de mim virá quem de mim bom fará”.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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