Em Linhas Gerais

A fonte informa, os Homens de preto estão pronto para tirar do forno mais uma operação- por Gessi Taborda

OPERAÇÃO QUENTINHA

O período de férias se aproxima, concomitantemente com o do recesso da Assembleia. Mas o período não deverá ser de total tranquilidade. De acordo com aquela fonte quente, que quase sempre acerta seus prognósticos, os temíveis homens de preto estão prontos para tirar do forno mais uma operação que deverá balançar o coreto de algumas autoridades tidas como intocáveis nessa banda do Brasil. Tem camarada que não aprendeu ainda que um pingo é letra. Sabe que não pode frequentar a Casa de Leis e mesmo assim está sempre presente num gabinete de gente próxima e até dirige veículo da frota do parlamento. Pode dar xabu a qualquer momento. Isso sem contar outros detentores de contratos nada republicanos. Podem ser férias lamentavelmente inesquecíveis.

 O BURACO É MAIS EMBAIXO

Embora os senadores Gurgacz e Raupp digam em todas as oportunidades que o programa de concessões (privatizações) e investimentos em infraestrutura lançado por Dilma contemplam Rondônia como nunca, até com a “Ferrovia Transoceânica”, isso sem falar na anunciada privatização da BR364, não obterão, como imaginam, dividendos políticos eleitorais para as próximas refregas.

As medidas anunciadas, mesmo saindo das meras intenções, não impactam a população de Rondônia com a rapidez que imaginam. Principalmente o senador Valdir Raupp, depois de passar a ser investigado como beneficiário da Lava Jato ficou muito mal na avaliação da opinião pública rondoniense e sua gloria política fulgurante não vai parar de cair com promessas ocas como essa “ferrovia transoceânica”.

 INSENSATEZ

Quando pensamos no fim da insensatez como prática da gestão administrativa da capital, com malogro dessa conversa fiada de contrato emergencial de empresas de transporte para substituir as péssimas empresas do consórcio que explora o transporte urbano de Porto Velho, vem mai um exemplo de que na gestão do dr. Mauro não há limite  para a insensatez.

Isso é o que se depreende da denuncio do vereador Everaldo Fogaça em relação a Emerson Lopes, o diretor de comunicação social da prefeitura. O moço não entende bulhufas de jornalismo, mas mesmo assim é quem comanda a pasta transformada numa fábrica de factóides da prefeitura.

 BARONETE

Não é novidade para ninguém qual foi o “QI” (quem indica) que serviu para a nomeação desse DJ ligado às emissoras de Everton Leoni, o novo poderoso das comunicações no estado. Por iniciativa do vereador Fogaça, Emerson será denunciado no Ministério Público por não cumprir horário no serviço público, onde parece desempenha o papel de baronete. “Como pode o cara trabalhar até as 14h00 horas na prefeitura e às 11h30 já estar ao vivo na SIC TV”, perguntou Fogaça, esperando que o Ministério Público investigue o caso para dar uma resposta sobre isso.

 E QUEM É MARCITO?

Ele não é nenhum cientista no segmento de economia e nem um político com reconhecimento regional. Mesmo assim, Marcito Pinto se imagina com todas as condições para defender “o projeto” (que na verdade nem existe ainda) da ferrovia transoceânica, ligando o Atlântico ao Pacífico, passando por Rondônia.

Para Marcito (que é apenas vice-prefeito de Ji-Paraná) as vozes pessimistas sobre a intenção dessa ferrovia estão a serviço de uma conspiração internacional coordenada pelo canal Bloomberg, uma TV especializada em noticiar fatos econômicos.

 INOCENTE ÚTIL

Certamente o vice-prefeito de Ji-Paraná faz coro com os senadores Gurgacz e Raupp que vendem essa “intenção” como uma coisa concreta que vai acontecer em curto prazo. Na sua tese de conspiração, há o dedo americano interessado no malogro dessa “promessa” que, se concretizada, pensa ele, poderia esvaziar o Canal do Panamá.

Para a coluna, o senhor Marcito (que nome!) age como um inocente útil para interesses políticos prontos para manipular essa promessa que dificilmente sairá do papel.

 VIROU TRAQUE

Pelo menos em termos de Porto Velho a Lei Ficha Limpa, que parecia (quando lançada) uma bomba, nessa capital virou traque. Ela não cria o menor embaraço para o prefeito Mauro Nazif com as nomeações de pessoas encalacradas no judiciário. O prefeito consegue mantê-los nos seus cargos altamente remunerados municiando-se de liminares.

A presença de pessoas com “enormes cabritas” no andar de cima da gestão do médico Nazif é a maior prova de o mundo gira e a Lusitana roda ao sabor dos ventos da política, onde sempre se pode provar o contrário.

A falta de Oposição, não cria nenhum embaraço para o prefeito manter essas nomeações seguras em liminares. Como o próprio Ministério Público não parece muito interessado em tocar investigações sobre quem tem contas a acertar com a Justiça, o pepinaço que poderia até colocar em risco o mandato de Mauro, não dá em nada. Tá todo mundo livrando a cara.

 COM A PENEIRA

A prefeitura da capital está anunciando a realização da primeira Consulta Pública sobre o Plano de Mobilidade Urbana, no próximo dia 15, na Paróquia São José Operário, no Bairro Conceição. Das 19 às 20h30, por determinação do Ministério Público estadual, os presentes debaterão com membros da prefeitura temas como transporte coletivo, calçadas, rede de ciclovias, abrigos e terminais de ônibus, acessibilidade para as comunidades residentes no “Baixo Madeira”, entre outras questões correlatas. Essa iniciativa tem toda aparência com aquela história de se tapar o sol com a peneira.

 PLANO DIRETOR

Até pela quantidade de temas em debate é fácil constatar que isso tudo não passa de mais um biombo usado a favor do prefeito que certamente não tem planejamento para suas ações. Boa parte dos temas exige formação técnica específica para a definição de um projeto. Ora, o que foi feito, afinal, do Plano Diretor da cidade, um estudo científico e técnico onde certamente estão contempladas soluções para todas as questões a ser debatidas nessa primeira Consulta? E só para lembrar: o Plano Diretor custou uma montanha de dinheiro dos cofres municipais.

VALBRAN CANDIDATO

O jornalista Valbran Júnior confirmou a possibilidade de estrear como candidato no próximo ano. Conhecer a cidade ele conhece como poucos, afinal são vários anos como repórter dos principais veículos de comunicação da capital. E Valbran tem uma motivação para entrar na disputa eleitoral depois de tantos anos (as últimas décadas como jornalista político), como explicou: “Se eu decidir me candidatar, será por uma razão única: o povo. Sinto que o povo está mais amadurecido e interessado em escolher alguém com capacidade verdadeira de representá-lo”.

 ECONOMIA

A crise queira ou não, está ai visível. Grandes corporações fabris, como as montadoras de veículos, estão dando férias coletivas aos seus empregados, para evitar demissões em massa. A ordem é economizar. Com parte das linhas de produção suspensas, elas economizam despesas com água, energia, etc, etc.

Esse modelo bem que poderia ser seguido aqui em Rondônia, por instituições como o parlamento, durante o recesso. Ontem saiu a regra de funcionamento da Assembleia no período do recesso de julho. A Casa vai funcionar plenamente no primeiro expediente.

Sem deputados não há necessidade do funcionamento de todos os setores. Se seguisse o exemplo das corporações industriais, certamente a Casa faria uma grande economia do dinheiro público. Era assim num passado não muito distante. É claro que a maioria dos deputados não ficará lá, durante o recesso, dando plantão.

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Gomes Oliveira

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  • É BOM QUE O GRAECO E MPF, CONTINUEM COM INVESTIGAÇÃO EM CIMA DESSES COORRUPTOS QUE GOSTAM DE SE DAR BEM COM COISA INDEVIDA.PARECE QUE FOI EM MINAS GEREAIS, QUE PRENDERAM UNS 59 AUDITORES FISCAIS DA RECEITA E SECRETARIA ESTADUAL, FAZENDO ALGO ERRADO. E EM RONDÔNIA? A CORRUPÇÃO É TÃO GRANDE QUE O PT QUER FAZER DE TUDO PARA O LULA NÃO SER INVESTIGADO E NEM CONVOCADO A COMPARECER NA CPI DA PETROBRÁS. LULA TEM QUE SER INVESTIGADO, CHEGA DE MARACUTAIA, NÉ LULA?

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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