Em Linhas Gerais

Viaturas e seus giroflexes vão colocar políticos rondonienses em polvorosa – Por Gessi Taborda

AFINAÇÃO

A disputa eleitoral do próximo ano já começa motivando partidos a discutir o assunto com os chamados pré-candidatos. Esse foi o comentário feito ontem por uma fonte do ninho tucano (partido do prefeito Hildon Chaves) à coluna. Segundo essa fonte o PSDB rondoniense (principalmente o de Porto Velho) deverá realizar encontros com pré-candidatos a vereador. O objetivo é motivar lideranças a participarem do processo do próximo ano, mantendo um grupo alinhado nos diversos assuntos de interesse do partido.

UMA BOA

Já está em vigor a lista “Não Perturbe” para as operadoras de telecomunicações. Os clientes incluídos nesse grupo não poderão ser objeto de ligações de telemarketing de empresas para a venda de serviços, como pacotes de telefonia, acesso à internet e TV paga.  As pessoas que não desejarem receber esse tipo de chamada podem incluir seu nome no site criado para a iniciativa, no ar desde terça-feira.  Empresas como Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. É preciso saber respeitar a privacidade e a vontade dos consumidores.

PONTUAIS

A mudança da sede da prefeitura de Porto Velho para o histórico Prédio do Relógio reduziu o espetáculo de abandono de uma parte do centro da capital rondoniense, levando um pouquinho de vida para as proximidades do Mercado Central. Nos demais logradouros, como a Praça Jonathas Pedrosa, a paisagem do centro de Porto Velho continua feia e disforme. Nossas praças centrais permanecem inviabilizadas para cumprir seu principal papel pela falta dos equipamentos culturais e comunitários. A essência do abandono de nossas praças é decorrente da falta de ações para dar vida a esses espaços públicos ao longo dos anos.

Uma fonte da prefeitura garantiu à coluna nessa semana que um programa de recuperação dessa porção central da cidade está em fase final de detalhamento. O projeto a ser implantado levará em consideração não só o planejamento, mas o vislumbre de uma lógica social, cultural e cidadã em todos os sentidos.

PROTAGONISMO

Sempre fui muito cético em relação ao parlamento brasileiro. Afinal, nas últimas décadas o que se viu foi um parlamento subserviente ao Executivo (inclusive em Rondônia) fruto da compra descarada de votos, com boa parte de seus membros recebendo propinas, cargos e muitas benesses para formar a nefasta base aliada, essa coisa que acabou com Jair Bolsonaro.

Por isso a Câmara volta a ganhar protagonismo político, apesar das trocas de farpas com os membros do Executivo e de opiniões contrárias próprias desse tempo de radicalização. Importante lembrar que as emendas parlamentares, que os contrários dizem terem sido liberadas em troca de votos na reforma, nada têm de negociação, pois constituem direitos que os parlamentares têm de destinar recursos a suas bases eleitorais, e o governo é obrigado a liberá-las desde que tenha dinheiro em caixa.

NECESSÁRIAS

No caso da Previdência, as soluções são duras e até impopulares, mas necessárias, pois o quadro até hoje vivido é o resultado de décadas de governos insustentáveis, que sabiam da necessidade de mudar o curso das coisas, mas não tinham condições ou interesse de fazê-lo. Bolsonaro e sua equipe enfrentaram o risco da impopularidade e propuseram as novas normas que agora os deputados, assumindo sua parcela de responsabilidade, aceitam ou não. É o exercício da democracia e autoridade pública há muito não vistos em nosso país.

SENADO

Espera-se que, ao passar pelo Senado, o projeto receba o mesmo tratamento e seja concluído da forma que melhor atenda aos interesses nacionais, com o menor sacrifício da população. É muito bom que seja assim, pois os parlamentares têm pela frente a vasta tarefa de reformar a economia, a administração pública, a política e uma série de sistemas que a demagogia e a irresponsabilidade administrativa e política levaram ao caos. É daí que se espera surgir o novo e vigoroso Brasil.

EXPLICAÇÃO

Bem, o Brasil passa a presidir o Mercosul. O presidente Bolsonaro assumiu o comando na última quarta-feira, dia 7. Isso depois de um estrondoso sucesso com a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. A esquerdalha ficou morrendo de inveja e procurou logo tisnar o brilho dessa conquista. Afinal, os grupos de esquerda que dominaram o Brasil nas últimas décadas não avançaram em nada nesse sentido.

Na verdade, os acordos saíram porque a União Europeia, finalmente, achou o Brasil, o gigante do Mercosul, confiável na gestão atual. Nos anos anteriores a ideologia de esquerda dos desgovernos brasileiros não inspirava confiança.

Com Macri na Argentina e a eleição de Bolsonaro no Brasil, o gigante da América do Sul, os europeus, finalmente, acreditaram que o Mercosul poderia ser levado em conta como um organismo sério de desenvolvimento dos seus membros, deixando de ser um clube ideológico corrupto e de sustentação de seus membros no poder.

OPINIÃO

Não sei se o leitor pensa assim. Na minha opinião, não deve existir uma comercial (propaganda) mais idiota na TV do que o da Samup! É de dar azia em sonrisal!

CAETANO

O advogado Caetano Neto é com certeza um nome a ser considerado para disputa do próximo ano. É dele a ação propondo, no Senado, a cassação do mandato de Acir Gurgacz. O advogado rondoniense é ético e corajoso. E promete: Se Alcolumbre não pautar o processo de cassação de Gurcaz, poderá, enfatiza Caetano, responder ação judicial por prevaricação. Tomara que Caetano não esmoreça e entre definitivamente na vida pública rondoniense.

FUMAÇA

As denúncias do The Intercept – com o entusiástico apoio de Folha, Veja e Band – continuam fazendo muita fumaça e pouco fogo. Até agora, não provaram ilegalidades nem conluio.

 

GIROFLEX

Políticos metidos a espertos em Rondônia e que por isso meteram a mão em dinheiro público ao aceitaram propina podem ficar de orelha em pé. Uma fonte bem informada contou à coluna que novas operações da Polícia Federal deverão ocorrer nos limites de Rondônia nesse segundo semestre.

Dois personagens de destaque no meio senatorial devem estar mais uma vez na mira das operações destinadas a colocar colarinhos brancos no xadrez. Há também a perspectiva de também estarão na mira alguns personagens que brilharam no parlamento estadual.

AUTOR: GESSI TABORDA –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by