Em Linhas Gerais

TROCA MISTERIOSA: Deputados da ALE estão tentando “matar a charada” com a troca do diretor de Finanças do Legislativo-por Gessi Taborda

PARA PENSAR

“A ideia de que o Leviatã estatal deve tutelar a sociedade está nas raízes do fracasso político e econômico do governo Dilma.” Afirmação feita pelo líder ruralista goiano Ronaldo Caiado, líder do DEM no Senado.

“Foi Dilma quem colocou o impeachment em pauta, em vez de apresentar projeto para recuperar a economia.” Moreira Franco, presidente da Fundação Ulysses Guimarães, do PMDB.

DEPRIMENTE

É impossível não aceitar como um espetáculo deprimente o cenário de total decadência em que está o centro (histórico) de Porto Velho. O cenário é pior nos dias de domingo. As praças completamente tomadas pelo comércio marginal (pirataria e contrabando) e ilegal, devastadas de equipamentos simplórios para cumprir seu papel de convivência urbana e comunitária, numa prova incontestável de que o poder público de Porto Velho não cumpre as leis mais comezinhas e nem teme as ações das chamadas instituições do controle externo e defesa do cidadão e do cumprimento da legislação.

PASSOU DA HORA

O cenário de verdadeira terra arrasada que se sustenta na área central pela absoluta incapacidade do prefeito de cumprir com a legislação em vigor, é como se gritasse que já passou da hora de entidades como Ministério Público, Tribunal de Contas e outros órgãos de defesa da cidadania cumprir com suas obrigações, exigindo que o prefeito cumpra com sua obrigação ou sofra as medidas extremas por não assumir sua responsabilidade na gerência do município. Até quando Ministério Público e demais entidades com obrigação de exigir o cumprimento da lei vai continuar fechando os olhos para esse descalabro?

DANOS

Emerson Castro é um daqueles personagens recobertos de sorte. Sem ter nada de importante em sua bagagem política e sem formação brilhante, sempre conseguiu cargos públicos de relevo. Seu pobre currículo nunca foi impedimento. Mostra ser personagem de sorte e com boa capacidade de manobra nos bastidores, especialmente por estar disposto sempre a ficar do lado que a vaca deita.

SORTE EM RISCO

Falta menos de um ano para a eleição de prefeito. E surge novamente o informe de Emerson Castro está deixando a Casa Civil para disputar a prefeitura.  O jovem até ligado ao setor hoteleiro pode ver sua “buena dicha” reduzida. A enorme perda de popularidade de Confúcio Moura na capital pode ser muito danosa ao seu sonho de mandar na prefeitura da capital. O quadro para candidatos saídos da cozinha confuciana, é como um cerco se fechando.

FREIO

De iniciativa do PSDB na Câmara dos Deputados, a emenda que define que os aumentos de impostos e taxas pelo governo por decreto não podem ultrapassar a variação do índice de inflação, foi aprovada na Câmara por 201 votos a favor e 200 contra. Um voto de diferença favorável ao cidadão contribuinte contendo a voracidade tributária do governo.  Há casos de aumentos de taxas em até 200%. A oposição tenta manter um freio evitando aumentos estratosféricos por decreto.

VALIDADE MÍNIMA

Não sei se o leitor já percebeu, mas além do excesso de semáforos (colocados sem justificativa técnica) que custa uma grana preta não só na compra e instalação, e também com a manutenção ao cidadão-contribuinte eleitor, mas em Porto Velho é cada vez mais comum uma nova modalidade de sinalização de trânsito, a do buraco. As poucas chuvas que caíram em outubro (e sempre esperadas para novembro) mais uma vez revelaram a fragilidade do nosso asfalto, produzindo riscos de acidente, sem entrar no detalhe de danificar carros exigindo reparos.

Donos de veículos sofrem com perda de pneus, rodas e até suspensão. O prefeito, sem obras estruturais para apresentar, tenta fazer da operação tapa-buracos o seu carro chefe. Mesmo assim a validade do conserto é mínima, logo em seguida volta a buraqueira, e no mesmo lugar.

PREFEITINHO “VAGABA”

Um prefeito de uma cidadezinha do interior foi à Nova Iorque, a convite de alguns empresários prestigiados pela sua gestão na compra de produtos e serviços sem concorrência pública. Ao descer do avião, deparou-se com alguns cartazes que diziam: “Wellcome Alencar”. O prefeito ficou puto e pensou:- Eles devem estar pensando que sou veado! E, para mostrar que eles estavam enganados, o prefeito convidou-os para vir em sua cidade. Lá chegando, encontraram faixas por todos os lados, com os seguintes dizeres: “Alencar come Well”.

TROCA MISTERIOSA

Ontem alguns gabinetes de deputados da Assembleia quebraram a cabeça procurando “matar a charada” com a troca do diretor de Finanças do Legislativo. Sem nenhuma explicação, numa manobra tida como misteriosa até por alguns deputados, Moacir perdeu o cargo para Edno Aparecido da Costa e Silva. O novo comandante da gestão financeira da Assembleia é mencionado como “integrante do grupo político” liderado pelo ex-deputado Neodi Carlos, um coringa do PSDC no estado.

NINHO PERIGOSO

A diretoria financeira da Assembleia é conhecida como um ninho perigoso para quem ocupa sua direção. Vários nomes saíram chamuscados de lá. Uma pelo menos sofre a desdita de responder processo originado no rombo da quadrilha chefiada pelo ex-presidente Carlão de Oliveira. Isso sem falar no caso notório do ex-deputado federal Natan Donadon. O processo que o levou a conhecer a Papuda em Brasília e à perda do mandato, teve origem nas suas “pedaladas” do tempo em que foi o bambambã da diretoria financeira da Assembleia.

MORTOS VIVOS

É uma praxe antiga entre parlamentares rondonienses, ser contrários à decisão do eleitorado em apear da vida pública personagens com data vencida. Escorraçados pelo voto, a corja sempre dá um jeitinho de continuar na ribalta. Assim, uma deputada com liderança importante na região centro-sul rondoniense chamada para seu chefe de gabinete exatamente o personagem que as urnas de Guajará-Mirim decidiram decretar seu falecimento eleitoral.

VOLUME MORTO

Outro nome que conseguiu mais uma alavanca na Assembleia para sair do volume morto é José de Abreu Bianco. Exatamente quando um seu súdito garante que ele vai tentar mais uma vez a prefeitura da cidade comandada por Jesuíno, surge a surpreendente notícia de sua nomeação na ALE para um cargo de “apenas 4 mil reais”. Dá uma ideia de que ai tem truta. Afinal, como um cara desses depois de tantos cargos, liderando um partido antigo, aceita só “4 mil” de soldo.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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