Em Linhas Gerais

Transporte Coletivo: Consórcio batizado de SIM está funcionando sem um contrato válido de operação – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Não deixe que as doutrinas vigentes entorpeçam seu cérebro”. Alexander Fleming (1881/1955), médico, farmacologista, biólogo e botânico inglês. Prêmio Nobel de Medicina em 1945. Descobridor da penicilina.

FALTAM 3 DIAS

Será às 20 horas do próximo dia 17 o lançamento do livro “Estatuto da OAB, Regulamento Geral e Código de Ética”. Na obra, os autores Hélio Vieira (ex-presidente da OAB-RO) e Zênia Cernov, interpretam artigo por artigo do estatuto, do código de ética e do regulamento geral da Ordem. O evento que deverá reunir não só os operadores do direito, mas também membros de A a Z da sociedade rondoniense vai acontecer no Maison Madeira da rua Guanabara.

GANHANDO MAIS

A nova regra de prisão do réu logo após a condenação em 2ª instância está ajudando os negócios dos advogados, segundo os próprios. Um profissional explica: cliente preso é certo de pagar o recurso; já o solto é duvidoso.

FORA DA REALIDADE

A deputada Lúcia Tereza é uma mulher marcante na vida de Rondônia. Foi uma das primeiras prefeitas do estado, escolhida no início pelo próprio Teixeirão, o último governador nomeado de Rondônia, foi deputada da velha guarda e agora está cumprindo mais um mandato no legislativo rondoniense.

A Lúcia conhece bem o comportamento daqueles responsáveis pelo enorme desmatamento praticado contra Rondônia, na maioria das vezes sem nenhum cuidado. E mesmo assim, a parlamentar ainda não se conectou com a realidade dos tempos atuais.

CAMPANHAS INÓCUAS

Após audiência realizada na Assembleia para debater a questão madeireira rondoniense (um evento em que os principais personagens, os madeireiros, simplesmente não apareceram) a experimentada deputada andou cobrando a realização de campanhas promocionais para (pasmem!) conscientizar os contribuintes do desmatamento do estado. Quem ainda desmata em Rondônia tem total consciência do crime ambiental que pratica e não irá mudar com campanha alguma. É preciso aplicar a lei. E certamente a deputada sabe disso.

SEDAM ESCRACHADA

Lúcia deixou claro sua postura de isentar de responsabilidade os madeireiros. Por isso ficou, como disse, surpresa com os elogios feitos à Sedam nessa questão da preservação, esperando pelo visto que a Sedam fosse escrachada na tal audiência. E mesmo assim a deputada insistiu: “É preciso mais entendimento entre a Sedam e madeireiros de Rondônia”. Lúcia, pelo visto, desconhece o óbvio ululante: A Sedam tem de cumprir a legislação e não pode relaxar na fiscalização contra quem provoca os desmatamentos que colocam o estado de Rondônia numa posição ultrajante.

CLANDESTINO

Mais uma demonstração do desprezo de Mauro Nazif pela legislação exigindo critérios de transparência na gestão pública, notadamente no Executivo. Exatamente por não dar a mínima para decisões dos órgãos de controle externo e do aparato judicial, Mauro Nazif mantém funcionando o monopólio criado com o nome de SIM (um consórcio muito estranho, composto ate com uma empresa desqualificada do certame na primeira tentativa) como operador de um sistema de transporte clandestino.

É simples entender: esse consórcio batizado de SIM está funcionando sem um contrato válido de operação, tendo em vista a expiração do contrato emergencial firmado entre a gestão Nazif e os exploradores do serviço. Ora, certamente isso é uma agressão à determinação legal, visto que não se pode, de acordo com entendidos em legislação, prorrogar o tal “contrato emergencial”.

IMPROBIDADE

Certamente o prefeito está confiante em algum tipo de blindagem para simplesmente jogar no lixo o compromisso feito com o Tribunal de Contas do Estado, onde ganhou um prazo (já vencido) para realizar Concorrência Pública para contratar empresas em caráter definitivo para atuar no transporte coletivo. O prefeito recebeu um ultimato para responder ao desrespeito à decisão do Tribunal. Pode, segundo consta, responder por improbidade administrativa diante do método renitente de governar sem cumprir a legislação e decisões de Tribunal.

DÍVIDA BRASIL

A dívida pública do país, constituída através do tempo, atinge hoje quase 70% do Produto Interno Bruto Brasileiro. Ou seja, aproximadamente 3,7 trilhões de reais, já que o PIB oscila em torno de 5,6 trilhões de reais. A dívida pública, finalmente o Ministro da Fazenda reconhece, constitui o maior problema econômico do país.

Basta levar em conta que em cima dessa dívida recaem juros de 14,25% ao ano. Fazendo-se as contas, o resultado dessa operação de rolagem atinge, portanto, pouco mais de 400 bilhões de reais a cada doze meses.

QUESTÃO DE TEMPO

Um dos grandes temores de quem gravita ou gravitou em torno de Dilma Rousseff são as consequências que advirão com a conclusão do impeachment e seu afastamento definitivo. A própria Dilma agora passa a ter certeza de que seu encontro frente a frente com Moro é apenas uma questão de tempo.Dentro de poucos meses, Dilma Rousseff acabará deixando a condição de testemunha, para se tornar indiciada e depois incriminada.

AINDA NÃO

A força-tarefa da Lava Jato ainda não pode investigar a presidente Dilma Rousseff, mas já começa a apertar a corda em volta do pescoço dela. Assim que perder o foro privilegiado e cairá na malha fina da República de Curitiba. No ano passado, Dilma já havia sido arrolada como testemunha por Nestor Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, mas na época ele foi muito pressionando e acabou tirando o nome dela. Agora, não teve jeito e a 13ª Vara Federal Criminal já enviou a intimação ao Palácio da Alvorada, para que Dilma deponha a favor de Marcelo Odebrecht.

ENXUTA

O pré-candidato do PSDC, Edgar (do Boi) Tonial tem conversado sobre a disputa eleitoral desse ano e aposta que vai inovar em sua campanha. Ele garante que vai trabalhar com uma estrutura enxuta, que foge completamente do convencional. Uma ideia, segundo contou uma fonte próxima do dirigente do PSDC, é “não investir em marqueteiros: “O Edgar não aceita esse jogo de vender a alma ao diabo para ganhar uma eleição. Ele vai gastar pouco”, acrescentou a fonte.

APOSTA

Para sua campanha o engenheiro Edgar Tonial vai apostar nas redes sociais. Segundo se informa seu perfil nessas redes já tem milhares de seguidores. O próprio líder do PSDC afirma sempre que a internet será decisiva na disseminação de propostas e debate de ideias com a população. “Foi-se o tempo em que se ganhava uma eleição com jingles bonitos e foguetório. Hoje o eleitor quer conversar e ser ouvido. O que a gente propõe é essa mudança no jeito de fazer política. Além de melhorar nossa presença nas redes sociais, vamos ampliar e muito as reuniões com grupos de moradores por todo o município”, afirma.

REDUÇÃO DA FROTA

Se chegar ao comando da prefeitura, Edgar tem como prioridade “desmontar a fábrica de multas” existente hoje na Semtran. Outros pontos a entrar em sua plataforma são: o corte de gastos públicos, reduzindo ao máximo possível a frota de carros oficiais que servem ao chefe do poder Executivo e seus auxiliares, bem como o número de Secretarias municipais que só servem para aumentar o custo de forma injustificada.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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