Em Linhas Gerais

Temor de que a sina da corrupção fique no mastro mais alto de Rondônia – por Gessi Taborda

MAIS OU MENOS

Vou essa semana (mais precisamente na terça-feira) visitar Eduardo Vansa, o médico que cuida (e muito bem) do controle do meu diabetes. Vou mais ou menos confiante de que o sinal vermelho não acendeu de vez. Mas a glicemia, de acordo com os exames, está um pouco alta. Reflexos da pouca disposição para os exercícios físicos e o distanciamento das caminhadas na esteira. E também, claro, do relaxamento da dieta, vencida que foi por guloseimas como sorvetes e chocolates. Mas há um consolo: o medo de engordar não foi justificado, afinal até emagreci mais meio quilo.

OBSESSÃO

Ao contrário da imensa maioria nunca tive obsessão com o peso corporal. Nem quando chegou ao peso extremo de 112 quilos para esse meu corpo longe do 1,70m. O medo de engordar só apareceu na minha vida após o diagnóstico de diabetes. E por isso deveria estar hoje feliz, muito feliz, de pesar (hoje) apenas 88 quilos.

Acontece que nem assim me sinto ajustado completamente ao mens sana in corpore sano. Ser magro (não exageradamente) é muito saudável. Mas para emagrecer não se deve empanturrar-se de coisas como doces e sorvetes ou tantas comidas deliciosas. Não basta só isso: há que se fazer exercícios, caminhadas e constantes queimas de calorias.

FRACA RESISTÊNCA

Não sou obeso e mesmo assim estou cada vez mais convencido de minha pouca resistência às comidas mais saborosas será castigada. E assim vou ao médico responsável pelo meu tratamento esperando que não sejam tomadas medidas mais drásticas. Ainda não tenho a neura que cria sociedades distópicas pelas questões do peso. Mas já me assusto com o horror da sentença de ter fazer aplicações diárias de insulina.

Se você não é diabético faça tudo para não ser pego em excessos de calorias. Atos insanos provocam a obesidade que acaba levando você à fila crescente dos diabéticos.

FRUTO DA ONDA

Na curta história política do estado de Rondônia nunca se viu uma eleição majoritária tão fácil como a do novo governador, o coronel Marcos Rocha. Ele foi puxado pela eleição presidencial. No caso rondoniense a onda que garantiu ampla vitória de Jair Bolsonaro no estado rondoniense só ficou visível em relação ao militar lançado pelo PSL no final do primeiro turno, quando a onda Bolsonaro colocou Marcos para disputar o segundo turno da campanha com o tucano Expedito Júnior. E no segundo turno o candidato de Bolsonaro nem precisou fazer espetáculo e nem mesmo essa coisa que virou moda, a live na internet.

VITÓRIA EFÊMERA

Política é assim mesmo: alguém surge do nada e empurrado por uma onda acaba na crista do sucesso. Isso aconteceu antes em Rondônia, beneficiando Fátima Cleide. Ela chegou ao Senado na “onda Lula”. Que se beneficia disso precisa ter humildade para interpretar esse fenômeno. Não sei se o novo governador de Rondônia tem cabeça para ver isso. Assim como Fátima, seu sucesso na eleição passada pode ser algo efêmero. Passa rápido. Fátima, após 8 anos de Senado, como se viu acabou-se em “béstia”. Não mais cacife para entrar nesse jogo. E se entrar, corre o risco de perder até para a Câmara Municipal.

Eleição – como sempre disse – tem onda, tem o momento da onda. Quando a onda se forma a clareza do resultado surge de forma consolidada.

CENÁRIO DESANIMADOR

Rondônia, não está na relação dos estados mais erodidos da federação. Não pode sequer ser comparado com a tragédia existente em estados como Rio, Minas ou Rio Grande do Sul. Mas também está longe da situação de tranquilidade de um Espírito Santo, onde o governo foi reeleito.

O cenário rondoniense não é nada alentador. A população desconfia dos rumos de Rondônia no curto e médio prazo. E a eleição de governador Marcos Rocha foi um balizamento de que a população se convenceu de que o MDB foi o grande cúmplice do desastre a que se chegou, praticamente zerando o crescimento econômico, a geração de oportunidades, ampliando o desemprego e a miserabilidade.

MODUS OPERANDI

E assim, os cardeais do MDB rondoniense viram seus projetos políticos ruírem. Foi uma resposta marcante do sentimento de indignação dos rondonienses e da sua desaprovação com o modus operandi dos últimos governantes do estado. As instituições comandadas por gente do MDB transformaram Rondônia num estado muito diferente daquele implantado pelo coronel Jorge Teixeira, quando as imensas riquezas naturais de Rondônia eram transformadas em oportunidades visíveis para todos.

ATRAPALHARAM

Hoje Rondônia é um estado complicado, caro, que não utiliza minimamente suas reservas minerais, a fartura das suas terras e nem mesmo a abundância de sua energia elétrica em favor da produção e da geração de empregos.

Nas mãos dos governantes do MDB o estado existiu para atrapalhar e não para fomentar a chamada economia sustentável. Hoje o exemplo é visível em todas as ruas importantes de Porto Velho, com grandes empreendimentos fechados (especialmente no ramo hoteleiro), inacabados e em franca deterioração.

PROPAGANDA

Fontes contam hoje à coluna que o candidato do MDB, o derrotado Maurão de Carvalho, chegou a acreditar numa vitória até tranquila na disputa eleitoral. Afinal era o ungido de Confúcio e Raupp, os grandes caciques do partido.

Possivelmente o deputado que tenta conseguir agora um cargo no próximo governo para não perecer de vez na vida pública, deve ter jogado suas fichas na prática da discricionariedade do empreguismo na Assembléia onde, consta, seu gabinete teria supostamente a lotação de mais de uma centena de servidores. Era sinecura atrás de sinecura custeada com o dinheiro público, dinheiro que sempre fez falta a melhoria e ampliação dos serviços públicos.

14 MILHÕES

E para mascarar o aniquilamento das boas iniciativas de combate ao desperdício de dinheiro, de falta de transparência e atos de corrupção no âmbito do legislativo, Maurão preferiu valer-se de excessos de propaganda (o último contrato assinado supera os 14 milhões de reais) como se o Legislativo precisasse desse absurdo.

A propaganda enganosa custeada pelo Legislativo comandado por Maurão não conseguiu manter quieta a indignação do eleitorado. O Legislativo viveu anos construindo inutilidades, gastando dinheiro a rodo com coisas do tipo “Assembleia Itinerante”; tão inúteis para o povo quanto úteis aos esquemas de corrupção, mesmo da arraia miúda.

DECRETO POPULAR

E assim como a coluna previu bem antes do início da campanha, Maurão perdeu. O decreto popular contra sua continuidade na vida pública não pode ser esquecido. Rondônia já perdeu décadas com seu péssimo legislativo estadual. O resultado eleitoral – que não foi dos melhores – mostra de forma irrefutável o desejo da população em apagar de suas instituições os medíocres, as nulidades. Maurão foi apenas um derrotado saído do ninho parlamentar. Nem a obra faraônica que tentou terminar (o novo prédio da Assembléia) serviu para dar-lhe votos. O povo sabe que ela é quase inútil para promover a qualidade de vida da população.

FINGIMENTO

O novo governador rondoniense nasceu na vida pública do estado em cargos de confiança no governo do MDB (foi secretário na gestão de Confúcio) e na gestão municipal de Nazif, ex-prefeito de Porto Velho e agora deputado federal eleito. Parece um paradoxo!

Ora se serviu aos governos de Confúcio e ao de Mauro Nazif seria mais do que lógico colocar o coronel Marcos Rocha como gravemente culpado das misérias em que se debate o estado e a capital rondoniense. No entanto o coronel teve êxito pelo simples fato de – durante a campanha – ter se comportado como inocente nos desmandos e práticas de corrupção nas gestões onde teve seu papel de bambambã. Nenhum concorrente – em qualquer momento – soube ligar o coronel ao rastro dos destroços indeléveis que ainda estão presentes no estado e nas ruas da capital de Porto Velho deixado por seus ex-gestores.

TERRA ARRASADA

No dia primeiro de Janeiro de 2019 o coronel Marcos Rocha vai desembarcar nessa terra rondoniense semiarrasada. Terá o desafio de transformar esse cenário. E para isso terá de apagar dos postos de comando as inutilidades de seus antigos pupilos. Terá de arquivar o estado tirano dando ao cidadão a presunção de boa-fé.

Normalmente os cidadãos estão propensos a olhar com menos rigor os novos governantes em seus primeiros seis meses. Nesse período o coronel terá de balizar como pretende fazer o desenvolvimento rondoniense, como pretende tirar de cena os representantes da velha política. E agora, nesse exato momento, já se fala nas coxias que o governante está sendo instado a jogar uma boia para personagens derrotados, como o Maurão. Se isso acontecer boa parte de seus eleitores poderão imaginar que a sina da corrupção vai acabar ficando no mastro mais alto.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by