Em Linhas Gerais

Eleiçoes 2016: A disputa desse ano tem tudo para ser uma das mais disputadas dos últimos pleitos- Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Todos os partidos são variantes do absolutismo. Não fundaremos mais partidos; o Estado é o seu estado de espírito”. Raul Seixas (1945/1989), músico, compositor e produtor. Considerado um dos maiores representantes do rock no Brasil.

NOSSA CIDADE

Porto Velho tem, através dos anos, mostrado que é um microcosmo do Brasil, apresentando os mesmos problemas e defeitos, tanto em nível estadual como nacional. Para o forasteiro, a cidade dá a impressão que está abandonada, perdida administrativamente, caracterizando uma prefeitura desgovernada e sem rumo.

Há grande semelhança entre Porto Velho e a “Nau dos Insensatos”, antiga alegoria da cultura mundial que compara o mundo e a sociedade humana como uma embarcação cujos passageiros sequer se preocupam com o seu destino.

FIGURAS CARIMBADAS

E quem seriam os insensatos portoelhenses? São aqueles que direcionam o destino da cidade, manipulando o jogo do poder e suas influências sobre uma população que, em sua maioria, desconhece a força da cidadania, porque são sobreviventes que lutam todo dia e que tiveram outro tipo de educação e valores. São insensatos porque não medem o resultado de seus atos inconsequentes.

PÉ ATRÁS

Dificilmente o eleitorado de Porto Velho chegou a um momento eleitoral como o desse ano. Depois de praticamente 12 anos de fracasso na gestão do município que é a capital do estado de Rondônia, o eleitor portovelhense (em sua maioria) está mais interessado em quem pode oferecer projetos factíveis do quem nomes tidos como medalhões da política rondoniense.

Enjoado das gestões (??) mequetrefes que não solucionaram nenhum dos graves problemas responsáveis pelo estrangulamento do crescimento sustentável de Porto Velho, essa eleição que terá, também, decisão em dois turnos, deverá ser uma das mais disputadas dos últimos tempos. O eleitor deverá resistir a candidatos que não conseguir convencer o público de sua capacidade de administrar. Em outras palavras: promessas demais deixaram os eleitores com um pé atrás.

SÓ NO PAPEL

A gestão de Mauro Nazif chega ao fim cercada frustrações. O eleitorado – em sua maioria – está consciente de que a característica do governo de Nazif foi exatamente a de propostas demais e resultados de menos. Ou seja: as propostas feitas para que se tornasse o alcaide da capital rondoniense após o desastre petista nunca saíram do papel. Daí esse final do primeiro mandato onde o máximo que conseguiu foi atenuar uns poucos problemas que a população enfrenta por anos e – diante desse fracasso inegável – irá continuar enfrentando.

AGONIZANTE

Mauro não demonstra temer o desfecho da disputa desse ano, exatamente por fazer parte daqueles políticos que continuam acreditando na falta de memória do eleitorado. Só irá aceitar que também em Rondônia o eleitorado está mudando e está mais consciente quando o peso da cobrança popular aparecer nas urnas garantindo, primeiramente, que a decisão irá para um segundo turno.

Vai ser nesse momento que a agonia de um eleitorado vivendo as situações precárias na educação, saúde, saneamento, transporte, infraestrutura, etc, vai dar o cartão vermelho para o prefeito mequetrefe, na esperança de que estará escolhendo um nome capaz de implantar uma gestão qualificada, moderna, arrojada, transparente, participativa e honesta.

SEM AGUENTAR

Porto Velho não aguenta mais quatro anos de engodo, com a renovação do mandato do atual prefeito. Além de não aguentar, não merece ser mais uma vez enganada com promessas de “mudança”, uma palavra tão desgastada que para alguns e que, em se tratando dessa gestão que termina no final do ano, se tornou um palavrão.

Nesse exato momento não dá para apontar o nome do político que possa ser traduzido como a renovação desejada.

GANHANDO FORMA

O quadro eleitoral para a disputa da prefeitura de Porto Velho, malgrado estarmos no final de Junho, ainda está ganhando forma. Até o dia hoje há uns três nomes que poderão se destacar nessa pugna. Tais como o do engenheiro Edgar (do Boi) Tonial; o do deputado Leo Moraes e de Williames Pimentel. Pode acrescentar na lista o nome do ex-promotor de Justiça Hildon de Lima Chaves, o mais cotado para substituir a deputada Mariana Carvalho que, pelo visto, não aceitará a indicação para representar o PSDB na disputa sucessória.

INVENTADOS

Embora não pareça, a disputa desse ano tem tudo para ser uma das mais disputadas dos últimos pleitos. Além dos nomes acima citados, há também as prováveis candidaturas do PSOL, do PDT e de outras siglas menores. O desempenho de todos os candidatos pode influenciar no resultado final quando chegar o momento de declarar apoio para esse ou aquele candidato no segundo turno do processo eleitoral.

Com uma campanha mais curta e menos espetacular, com o eleitor cada vez mais exigente, as mirabolantes intervenções feitas entre quatro paredes das agências de marketing deverão contar pouco no resultado final.

RECADO

Já é possível ouvir (e ler) nas redes sociais o recado do eleitor: Chega de sorrisinhos candentes no horário eleitoral.

Chegou o momento do candidato parar de brincar com a inteligência da população por meio de programas eleitorais bem produzidos e que prometem, como num passe de mágica, resolver todos os problemas da cidade.

PRESSA

O fato é que Porto Velho nunca teve tanta pressa de se tornar, enfim, uma capital digna de ostentar o título de Patrimônio da Humanidade. Infelizmente, os últimos gestores lhe negaram a condição mínima de ser uma cidade boa para se viver. O caos ainda é uma realidade. Isso vale também para Mauro Nazif.

Vença quem vencer a corrida pela prefeitura da capital rondoniense, espera-se do vencedor não somente compromisso com a palavra empenhada na campanha, mas principalmente vergonha na cara para, uma vez empossado no cargo, resgatar todas as promessas feitas ao eleitorado durante a campanha.

Exatamente o contrário do prefeito que ai está. Ele chega ao fim de sua primeira gestão como alguém que contribuiu para a desesperança na política, num estado e numa capital onde os valores morais deveriam ser os esteios para construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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