Teia Digital

Soja e Carne dominam a pauta de exportação de Rondônia – Por Sílvio Persivo

Não sai mesmo. “A saudade é um parafuso/que quando a rosca cai/só entra se for torcendo/porque batendo não vai./Mas, quando enferruja dentro/nem distorcendo não sai” (Raul Seixas).

SOJA E CARNE DOMINAM A PAUTA DE EXPORTAÇÃO DE RONDÔNIA

A Coordenadoria de Desenvolvimento Agropecuário da Secretaria de Agricultura (Seagri) informando que a carne representa 53% das exportações de Rondônia. A soja, até o momento, 26%. Contudo, a carne, em volume, é apenas 13% de tudo que é exportado pelo Estado. A soja participa com 60% do volume exportado. O volume exportado por Rondônia em 2019 já totalizou 212,2 milhões de toneladas com destaque para soja com 127,2 mil toneladas, representando US$ 43,4 milhões, que representam algo em torno de R$166,3 milhões. O Estado exportou neste período 27,1 mil toneladas de carne, no valor de US$ 80,7 milhões, o que representa R$340,8 milhões de reais. E a soja e carne, em conjunto, somam 79% de todo o valor negociado no mercado interno e 73% do volume exportado para o mundo, principalmente para Ásia, China e outros países. Os governos de Rondônia e Acre trabalham no sentido de que a carne dos dois estados seja certificada  em 2019, para alcançar o Mercado Comum Europeu e Estados Unidos.

ESPAÇO PARA CRESCIMENTO

Otimista o secretário de Agricultura, Evandro Padovani, afirma que o estado tem um potencial imenso para crescer, embora, neste momento, esteja sendo castigado pelo inverno amazônico, com excesso de chuvas, mas, os produtores rurais já conseguiram colher mais de 70% das lavouras cultivadas. Para o secretário, as novas tecnologias, insumos e equipamentos de primeira geração, estão permitindo que num curto espaço de tempo os agricultores possam plantar e colher com mais qualidade. É verdade, mas, como se observa, a nossa exportação é muita restrita as cadeias produtivas já consolidadas. Há uma produção grande que não tem qualidade, não tem padrão, ou seja, não é mercadoria. Por isto, embora haja, de fato, espaço para crescer Rondônia precisa ainda melhorar muito o padrão de sua produção.

CACHAÇA ARTESANAL DE CACOAL

Na 4ª rodada de negócios do município de Cacoal foi lançada a cachaça artesanal João Simão. Fruto de uma tradição familiar, pois, Luan Simão e o pai, Silvano Simão, já tiveram alambique em Minas Gerais, na última quinta-feira (21), passaram a vender a cachaça, por eles fabricada, no alambique montado na propriedade rural da família Simão, localizada na linha 8, em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho. Luan contou que a cachaça sempre esteve presente na vida deles, de vez que da sua fabricação, o bisavô, João Simão, tirava o sustento da família. Há pelo menos quatro anos, começaram a fabricação da cachaça em um pequeno alambique feito na propriedade rural da família em Cacoal. Mas foi este ano que decidiram investir e acreditar no negócio. O proprietário garante que a cachaça artesanal é bem melhor que a industrializada. Ele afirma que a diferença entre uma cachaça artesanal de qualidade para as outras é que a bebida de qualidade não vai intoxicar quem consome, ou seja, não provocará a “famosa” ressaca do dia seguinte. Segundo ele, “Colhemos a cana, tiramos o caldo, fermentamos e após a fermentação colocamos no alambique, que nada mais é que uma panela de pressão. Esse vapor quente que vai subindo, será resfriado e voltará novamente ao estado líquido, se transformando em cachaça. No nosso produto usamos só o ‘coração’. Tudo que é tóxico é descartado. Por isso garantimos a qualidade”.

CONCURSO PARA PROFESSORES DA UNIR EM DIVERSAS ÁREAS

A Universidade Federal de Rondônia (Unir) já divulgou o edital de um concurso público com 24 vagas para professores nas áreas de Engenharia de Produção (Campus de Cacoal),

Psicologia e Educação (Campus de Guajará-Mirim); Engenharias I (Campus de Ji-Paraná); Letras, Administração, Ciência da Computação, Psicologia, História, Ciências Biológicas II, Medicina I, Medicina II, Medicina III, Ciências Biológicas (Campus de Porto Velho); Agronomia, Sociologia, Recursos Florestais e Engenharia Florestal (Campus de Rolim de Moura) e Administração e Educação (Campus de Vilhena). As inscrições começam no dia 1º de abril e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site do processo seletivo até o dia 10 de abril. Não será cobrada taxa de inscrição. De acordo com informações do edital, as provas terão início no dia 16 de maio e término no dia 12 de junho de 2019. O concurso terá três fases, sendo uma prova escrita, uma prova didática e prova de títulos.

CONSCIENTIZAÇÃO EM ALUSÃO AO DIA DA ÁGUA NO SESC RONDÔNIA

Em comemoração ao dia mundial da água, celebrado na sexta-feira (22 de março), o Senac Rondônia, através do Programa de Sustentabilidade ECOS, realizou durante uma semana a exibição do documentário feito pela National Geographic, em parceria com a Procter & Gamble, “O Poder da Água Pura”, para colaboradores e alunos da instituição. O evento foi encerrado com um café da manhã coletivo, onde a equipe, além de ressaltar a importância e o cuidado para com a água potável, também reforçou a campanha “SOS Ribeirinhos”. A atividade teve como objetivo alertar os colaboradores e alunos da Instituição sobre a importância da preservação e cuidado com a água, não apenas como um bem a ser consumido, mas como um suporte à vida. A campanha “SOS Ribeirinhos”, criada no intuito de também destacar a importância da água, através da arrecadação de garrafas de água potável para a comunidade atingida pela cheia do Rio Madeira ocorrida em Porto Velho, movimentou alunos e funcionários que se sensibilizaram e contribuíram com a doação. Segundo o diretor do Senac Rondônia, Hilton Gomes, é de suma importância que colaboradores, alunos e comunidade em geral, abracem campanhas que visem à solidariedade e a preservação ambiental.

PIM GERA MAIS EMPREGOS EM 2019

Segundo o Sindmetal (Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas), sete empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus) devem acelerar o processo de contratação de trabalhadores temporários a partir de abril. São fábricas que atuam nos segmentos naval, eletroeletrônico, duas rodas e meios magnéticos-incluindo bens finais e componentes. Graças à renovação de um acordo celebrado no ano passado, no decorrer de fevereiro e a primeira quinzena de março, em torno de 600 trabalhadores já ingressaram nos quadros do Distrito Industrial por esta modalidade de trabalho, inclusa na CLT (Consolidação das Leis de Trabalho). A previsão é que, até o terceiro trimestre de 2019, período em que o setor tradicionalmente aquece os motores – e as contratações – para atender a demanda comercial das festas de fim de ano, sejam gerados entre 2.000 a 3.000 empregos temporários no Distrito.

LIBERAÇÃO DE VISTO AUMENTA PROCURA PELO BRASIL

Um levantamento da plataforma de viagens Kayak a partir da liberação unilateral de vistos para quem vem dos EUA, Canadá, Japão e Austrália, descobriu que houve um aumento de buscas pelo Brasil a partir destes países. A pesquisa revelou um aumento de até 36%. A pesquisa foi feita na base de dados do Kayake, em 21 de março (três dias depois da decisão), considerando voos saindo de todos os aeroportos dos Austrália (36%), seguida de EUA (31%), Canadá (19%) e Japão (4%) com destino a todos os aeroportos do Brasil. O aumento em % compara a média diária de buscas entre 1º e 15 de março com a média diária de buscas entre 18 e 20 de março de 2019, para viagens de 1º de abril a 31 de dezembro de 2019. Já segundo levantamento feito pelo Ministério do Turismo com base nos dados da Polícia Federal, o aumento de 15,7% da entrada de viajantes australianos, americanos, canadenses e japoneses no território nacional resultou em uma injeção de R$ 450 milhões no país. A economia brasileira foi a maior beneficiada com o primeiro ano de funcionamento do visto eletrônico. A estimativa da pasta é que a isenção de visto, anunciada na última semana pelo governo federal, aumente ainda mais a presença destes turistas no Brasil.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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