Teia Digital

Dívida Pública que pode ser recuperada ultrapassa R$ 1 Trilhão de Reais – Por Sílvio Persivo

Falta de tempo se estende ao fim do mundo. “Uma das maiores utilidades do Twitter e Facebook será provar no Último Dia que a falta de oração não era por falta de tempo” (John Piper).

LOUVADA INAUGURA FÁBRICA DE CHOPE EM PORTO VELHO

A Louvada irá inaugura sua nova fábrica em Porto Velho, nesta quarta-feira (27), às 19h, com um evento, voltado aos jornalistas rondonienses, que poderão conhecer as instalações da empresa e degustar os quatro tipos de chopes fabricados em Porto Velho: Louvada Pilsen, Louvada Weiss, Louvada IPA e Louvada Hop Lager – eleito o melhor do Brasil pelo Festival Brasileiro de Blumenau (SC). Além disso, os profissionais da imprensa ainda ganharão brindes, entregues especialmente a cada um. A Louvada nasceu há três anos em Cuiabá (MT), com a produção estimada de 14 mil litros e fechou o ano de 2018 com 130 mil litros. “Já a escolha de Rondônia para investirmos foi por causa do cenário econômico do estado que é um dos mais prósperos do Brasil e por observarmos que aqui o mercado de cerveja artesanal está crescendo”, conta o sócio diretor comercial, Ygor Quintella. O sócio diretor, Leonardo Czerwinski, que reside em Porto Velho, ressalta que a cerveja da Louvada é propícia para regiões quentes assim como Rondônia, justamente por ter como uma de suas características o sabor refrescante. “Também decidimos investir aqui por causa dessa fase inicial de mercado artesanal. A missão da Louvada é expandir a cultura cervejeira artesanal”, conta Leonardo, que ainda ressalta que o objetivo da Louvada é ser referência no estado.Atualmente, a nova fábrica de Rondônia conta com a capacidade de produção de 27 mil litros por mês e 324 mil litros por ano. Para isto, foi necessário um investimento acima da casa dos R$ 2 milhões. A expectativa é de que sejam gerados logo no início em torno de 60 empregos diretos e indiretos.

CHARUTOS E MINI CHARUTOS

A pedida maravilhosa, que indico, são os charutos de couve tradicional e mini charutos, acompanhados de dois tipos de molhos, um especial de tomate e um de pimenta artesanal, do Charutos Villas Food Delivery. Peça já seu o charuto de couve com um belo molho artesanal. Encomendas ? (69) 99279-0919. Quem quiser pode também ir no próprio restaurante Rua Marlos nobre, 5460, bairro Flodoaldo Pontes Pinto.

CUSTOS INDUSTRIAIS TIVERAM O MAIOR AUMENTO EM 2018

Os custos industriais aumentaram 8,8% em 2018, na comparação com o ano anterior, no que foi o maior crescimento desde o início da série histórica, em 2006, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O crescimento do indicador foi puxado pelos custos com insumos e com energia. No caso do custo de insumos, que subiu 13,4% no ano passado, a CNI informou que uma das possíveis causas para o aumento acentuado foi a greve dos caminhoneiros, que ocorreu no segundo trimestre do ano, e, também, a tabela de preço mínimo do frete rodoviário. Segundo a Confederação Nacional da Indústria, o custo com energia, que apresentou um aumento de 18,2% em 2018, na comparação com a média de 2017, foi o segundo maior aumento da série histórica, atrás apenas do aumento de 41,3% verificado em 2015. Este foi o outro fator que impulsionou os custos industriais no ano passado. Se por um lado a alta do dólar aumentou o custo de insumos importados no ano passado, por outro contribuiu para 

elevar a competitividade da indústria brasileira frente aos produtos manufaturados importados (que ficaram mais caros com a alta do dólar).

CONTA DE ENERGIA LIDERA RECLAMAÇÕES EM MANAUS

O Procon Manaus divulgou o ranking das empresas com maior número de reclamações em 2018. A concessionária Amazonas Distribuidora de Energia lidera a lista com 937 reclamações, Manaus Ambiental vem em seguida com 738 e em terceiro Net Serviços (Claro Combo) com 309. A ação tem como objetivo cumprir o código de proteção e defesa do consumidor, que determina a atualização e divulgação periódica das reclamações contra fornecedores e serviços. Segundo a diretora do Procon Manaus, Patrícia Lima, o número de reclamações gira em torno de preços abusivos nas faturas de energia elétrica e na dificuldade de renegociação de dívidas. “Muitos consumidores não concordam com o valor cobrado, e aqui fazemos todo o procedimento para verificar a fatura. Muitos reconhecem a dívida mas não têm condições de pagar e às medidas oferecidas pelas empresas não atendem a capacidade de pagamento do consumidor”, disse. Bem, como em Porto Velho, lá também os preços das contas mais do que dobraram.

DÍVIDA PÚBLICA QUE PODE SER RECUPERADA SUPERA R$ 1 TRILHÃO

Cerca de um terço da dívida com a União é fácil de recuperar por envolver empresas com patrimônio, receita e ainda atuantes, além dos débitos serem mais recentes, estima o procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi Mello do Amaral Júnior. Como a dívida total fechou 2018 em R$ 2,196 trilhões, o governo poderia, caso se empenhasse, reaver R$ 732 bilhões. Além disto, outros 22%, ou cerca de R$ 483 bilhões, são considerados recuperáveis, porém, com mais dificuldade. Desta forma, poderia ser obtido R$ 1,215 trilhão, valor superior ao R$ 1,16 trilhão que o ministro Paulo Guedes pretende cortar da aposentadoria dos trabalhadores. A quantidade de devedores da União chegou a 4,6 milhões, em 2018. Porém, os grandes devedores, aqueles com débitos acima de R$ 15 milhões, somam apenas 28.339 e são responsáveis por 62% da dívida ativa da União e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no valor total de R$ 1,368 trilhão. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) considera que apenas 44,8% dos R$ 2,196 trilhões devidos são irrecuperáveis, por envolver empresas sem patrimônio ou falidas. Do total da dívida ativa, 71% são débitos tributários, 22% são previdenciários, 6% não tributários (como multas), e 1% são referentes ao FGTS.

FRACA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA ESTIMULA NEGÓCIO PRÓPRIO

O país fechou 2018 com 2.534.785 de novas empresas formalizadas e bateu recorde histórico desde o início da série, em 2010, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Na comparação com 2017 (2.202.622), o aumento foi de 15,1%. Do número total de novos empreendimentos no ano passado, os MEIs representam a maioria (81,4%) e por segmento, os Serviços de Alimentação predominam (8,2%). Segundo os economistas da Serasa Experian, a fraca recuperação da economia, o reflexo negativo na reversão da taxa de desemprego e na retomada da criação de novas vagas formais de trabalho levaram muitas pessoas a buscarem um negócio próprio como alternativa para geração de renda.

CADASTRO POSITIVO NÃO É GARANTIA DE QUEDA DE JUROS

É fato que a aprovação do Cadastro Positivo não garante automaticamente uma queda dos juros e do spread bancário, segundo a opinião de Domingos Monteiro, CEO da Neurotech.Ele explicou qye “Só vai surtir um efeito benéfico se o sistema financeiro o usar de forma apropriada. Inovação é o nome do jogo.” Segundo ele, o sistema financeiro já dispõe de várias ferramentas para identificar o perfil do tomador de crédito e continua ampliando os investimentos em análise de dados. “Essas soluções, porém, não são utilizadas hoje para a redução da taxa de juros. Servem, somente, para a garantia de concessão de crédito, o que acaba levando o bom pagador para a vala comum no que se refere aos juros”, observou. Monteiro acredita que fintechs de crédito podem capitanear o movimento de queda nos spreadas e juros variáveis.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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