Teia Digital

Lavoura do Café melhora sua produtividade – Por Sílvio Persivo

Fácil de fazer. “A descoberta consiste em ver o que todo mundo viu e pensar o que ninguém pensou” (Jonathan Swift).

LAVOURA DO CAFÉ MELHORA SUA PRODUTIVIDADE

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Embrapa Rondônia divulgaram que, em 2019, a área cultivada com café em Rondônia é de 72 mil hectares, sendo 8,1 mil em formação e 63,9 mil em produção. É um tamanho de área cultivada 23,9% menor do que a da colheita de 2015. Todavia, a produção estimada será 21,6% maior do que a daquele ano. Isto decorre das tecnologias no sistema de clonagens, manuseio, irrigação, correção de solo e cuidado na época de floração que melhoraram a produtividade em 66,9%, saltando de 19,7 sacas de 60 quilos por hectares plantadas, em 2015, para uma média de 32,8 sacas previstas para safra de 2019.  Com área cultivada 23,9% menor do que a existente na colheita de 2015, este ano a produção estimada será 21,6% superior a daquele ano. Segundo a Embrapa, a cafeicultura no estado vem passando por um acelerado processo de renovação nos plantios, com erradicação das plantas propagadas por sementes e variedades clonais, mais produtivas. Neste sentido, a Embrapa está empenhada em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) em ampliar as cultivares clonais, colocando à disposição dos produtores rurais de Rondônia, Acre, Amazonas e Mato Grosso espécies mais resistentes.

REVISTA IGARAPÉ FAZ CHAMADA PÚBLICA DE ARTIGOS

O comitê editorial da Revista de Estudos de Literatura, Cultura e Alteridade – Igarapé torna pública a chamada para submissão de artigos para o Dossiê com a temática “Estudos Discursivos sobre a Amazônia” a ser publicado em julho de 2019 sob a organização das professoras Marília Lima Pimentel Cotinguiba, da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), e Cristinne Leus Tomé, da Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT). Os interessados poderão enviar seus artigos até dia 5 de maio de 2019. Além dos artigos do dossiê, a revista recebe, também, até o dia 5 de maio de 2019, artigos, resenhas e traduções com temática livre. Os trabalhos podem ser das mais variadas linhas de pesquisa em estudos de Literatura, Educação, Letras e das Ciências Humanas que promovam discussões sobre cultura, diversidade e alteridade. Este dossiê propõe-se a reunir textos inéditos para divulgação de pesquisas acerca dos estudos discursivos no Brasil, sobretudo na Amazônia. O espaço está aberto para as questões de caráter teórico e político sobre os objetos e seus métodos no que diz respeito ao gesto analítico diante das diversas materialidades discursivas, sobre os caminhos da relação entre teoria e prática e, também, sobre a possibilidade de ressignificação do conceito de discurso enquanto objeto de conhecimento. Os artigos devem ter no máximo três autores, contendo de 10 a 15 páginas. Cada autor ou coautor pode publicar somente um artigo. Todos os autores devem estar devidamente cadastrados para realizarem a submissão diretamente na plataforma da revista de acordo com as regras de submissão. Os artigos podem ser enviados para o e-mail: [email protected] ou por meio do endereço eletrônico  http://www.periodicos.unir.br/index.php/igarape.

ESCOLA DO LEGISLATIVO OFERTA MAIS DE MIL VAGAS EM 26 CURSOS

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes, anunciou na quinta-feira (27) que as atividades letivas da Escola do Legislativo reiniciam em abril com a oferta de 1.215 vagas em 26 cursos destinados a qualificação dos servidores do Poder Legislativo. Laerte disse que o número de vagas é um dos maiores já ofertados pela Escola e que nos próximos meses será ainda maior. Ele explicou que no início deste ano, a Escola foi transferida de sua sede anterior, na rua Afonso Pena, para o prédio da antiga Assembleia Legislativa, na rua Major Amarante. E declarou que  “O objetivo da Escola é qualificar os servidores para que exerçam suas atividades da melhor forma possível, seja no atendimento ao público, no assessoramento aos parlamentares ou na gestão pública”.

REUNIÃO DOS PARLAMENTARES DO AMAZONAS COM PAULO GUEDES

A primeira reunião da bancada amazonense com o ministro da Economia, Paulo Guedes, ocorrida na segunda (25), em Brasilia (DF), foi considerada bem sucedida no sentido de assegurar um diálogo e a segurança jurídica da ZFM (Zona Franca de Manaus).  Estiveram presentes também o governador Wilson Lima, o prefeito, Arthur Virgílio Neto e o superintendente da Suframa, coronel Alfredo Menezes. O ministro apresentou argumentos para sensibilizar os representantes do Amazonas para a votação da Reforma da Previdência. Já os deputados e senadores, por sua vez, buscaram, na conversa discutir os temas sobre a ZFM: destravamento dos PPBs (Processos Produtivos Básicos), autonomia da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) e manutenção dos incentivos do modelo. O vice-presidente da Cindra (Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia), deputado Sidney Leite (PSD-AM) considerou que a reunião foi produtiva, de vez que o ministro ponderou sobre muitos pontos de interesse para o Amazonas – como a diversificação e fortalecimento do CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia) –, além de concordar em buscar um consenso para conseguir a celeridade na aprovação dos PPBs da ZFM.

CARTÕES DE CRÉDITO TERÃO PARCELAMENTO COM JUROS

A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito) anunciou as condições do sistema do parcelamento com juros no cartão de crédito, chamado pela entidade de “crediário no cartão”. O produto já está disponível para consumidores. O parcelamento sem juros, que é a prática tradicional do mercado, continua existindo. Caberá ao banco emissor do cartão definir as taxas para cada cliente, conforme seu perfil de risco, tipo de compra e número de parcelas. O limite também dependerá do cliente: pode ser o mesmo do cartão ou ser próprio do crediário. Especialistas avaliam que o novo modelo prejudica o consumidor e o comerciante. O comprador com menos renda deverá pagar juros mais altos, por causa dos riscos de inadimplência. Os lojistas também deverão ter taxas operacionais mais elevadas.

CARGA TRIBUTÁRIA ALCANÇA O MAIOR NÍVEL DESDE 2010

O ex-presidente Temer fez uma promessa de austeridade e combate ao Custo Brasil, mas,  sua equipe econômica conseguiu, em 2018, se destacar por ter a maior carga tributária desde 2010, ano em que o Tesouro Nacional iniciou o cálculo. O peso dos tributos sobre a economia alcançou 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2017, a carga tributária, conforme a metodologia usada pelo Tesouro, tinha ficado em 32,62%. Segundo o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, a carga tributária decorreu da recuperação da economia. Isto porque, no ano passado, a arrecadação cresceu acima do PIB não apenas na União, mas, nos estados. Mas,  difícil mesmo é explicar como a recuperação não se refletiu no PIB. A carga tributária subiu nos três níveis de governo. No Governo Central, passou de 22,13% para 22,66%. Nos estados, subiu de 8,42% para 8,65%. Nos municípios, aumentou de 2,06% para 2,27%.

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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