Teia Digital

Vacinação contra gripe começa dia 16 de abril – Por Sílvio Persivo

Isto é tão lógico que contraria o senso comum. “Se você me deixar partir, eu juro que eu nunca irei” (John Mayer).

VACINAÇÃO CONTRA GRIPE COMEÇA DIA 10 DE ABRIL

Será distribuída a partir desta semana às regionais de Saúde do Estado a primeira remessa de vacina contra influenza (gripe). São 165.310 mil doses, de um total de 423.156 da vacina trivalente para atender aos grupos prioritários durante a Campanha Estadual de Vacinação contra a Gripe, que ocorrerá entre os dias 10 deste mês a 31 de maio. As regionais de Saúde irão repassar o primeiro lote aos municípios em quantidades relativas à população de cada cidade. Segundo a diretora geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Ana Flora Camargo Gehardt, a preocupação é que se faça a imunização como prevenção ao vírus influenza A (H1N1) que vem circulando na região. No Amazonas já foram registrados 31 casos de óbitos nos últimos dias. Informações da Agevisa dão conta de que os dois casos de óbito em Porto Velho eram pessoas do grupo de risco: uma criança de sete meses de vida, que já seria vacinada este ano, já que faz parte do grupo infantil de seis meses a cinco anos de idade; e uma jovem com obesidade mórbida, que fazia parte do grupo de pessoas com morbidades. Rondônia tem meta de alcançar 90% de vacinação em cada grupo prioritário, sendo eles: Crianças de seis meses a cinco anos de idade; profissionais de saúde; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); indígenas; idosos; pessoas com morbidades; professores; população privada de liberdade (presos); e funcionários do sistema prisional.

AVISO

Prezados amigos, por razões de trabalho, em particular organizar temas e livros em andamento ou pesquisas, não estou conseguindo mais escrever diariamente. Assim, vou deixar de escrever a coluna diariamente, como tenho tentado fazer e me limitar a fazê-la nas segundas, quartas e sexta-feiras.

SETUR ALERTA SOBRE NECESSIDADE DE CADASTRAMENTO NO CADASTUR

Com uma série de ações e projetos para impulsionar o turismo em Rondônia, a Superintendência Estadual de Turismo (Setur) alerta a todos os atuantes no setor turístico para o cadastramento no sistema do Ministério do Turismo (MTur), o Cadastur. O sistema online aceita o cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor e, além da legalidade e reconhecimento com certificado do MTur, garante vantagens e oportunidades de crescimento aos cadastrados, sendo fonte de consulta para turistas de qualquer lugar do mundo. Segundo informações do chefe do Cadastur na Setur, Isaac Júnior, o programa é do Ministério do Turismo em parceria com os órgãos oficiais de turismo nos 26 estados do país e no Distrito Federal. Desde 2008, a lei 11.771 define a obrigatoriedade do cadastro para acampamentos turísticos, agências de turismo, meios de hospedagem, organizadores de eventos, parques temáticos e transportadoras 

turísticas. Também é obrigatório estar inserido no Cadastur quem exerce a profissão de guia de turismo, de acordo com a lei 8.623 de 28 de janeiro de 1993. “A obrigatoriedade garante ao profissional ou empresa do setor a certificação e a abertura de linhas de crédito para o negócio, o apoio em eventos, feiras e ações do MTur, participação em programas federais e estaduais de qualificação, visibilidade nos sites do Cadastur e em futuros programas de governo, e incentivo à participação em programas e projetos do governo federal e estadual – como é o caso do Programa Viaja mais Servidor”, explica. Giseli Louise, projetista da Setur, conta que o Viaja Mais Servidor está em fase de conclusão, e irá incentivar os servidores públicos a fazerem turismo no estado, prevendo descontos em pacotes de viagens, hotéis, bares e restaurantes.

CONVÊNIO DO PROJETO ESCOLA DE ENERGIA VAI SER ASSINADO

O Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e a Ceron-Energisa celebram, a partir das 9h desta terça-feira (02), no auditório da Casa da Indústria, um convênio para formação de mão de obra e modernização de três centros de treinamento do Senai em Rondônia, localizados em Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena. Denominado Escola de Energia, o projeto nasceu da parceria da Energisa com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e atende outros cinco estados onde a Energisa atua. O programa conta com investimento de aproximadamente R$ 1,3 milhão destinados a formação de novos profissionais e a restruturação de centros de treinamento. O presidente da Fiero, Marcelo Thomé ressalta as parcerias como fundamentais. “A ideia é aumentar a oferta de cursos de qualificação profissional em Rondônia através do Senai, principalmente visando a formação de 300 novos eletricistas e 60 técnicos para atender a demanda crescente do setor energético”, disse. O líder empresarial afirma que os investimentos também vão garantir a modernização dos laboratórios utilizados por professores e alunos, a atualização dos educadores do Senai e transferências do conhecimento técnico da Energisa. O evento vai contar com presença do presidente da Energisa-RO, André Theobald, a diretora de Gestão de Pessoas e Comunicação do Grupo Energisa, Daniele Salomão, gestores da CNI, lideranças políticas, secretários municipais e estaduais, dentre outros convidados.

AGRIS NO PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES

No Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) se conteúdos que englobam todas as esferas do setor agrícola. Um deles é a plataforma AGRIS: International Information System for the Agricultural Sciences and Technology. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), “nos últimos 40 anos, o Brasil saiu da condição de importador de alimentos para se tornar um grande provedor para o mundo”. Ao longo do período, foram conquistados aumentos significativos na produção e na produtividade agropecuárias e o país se tornou um dos principais players do agronegócio mundial. Para a entidade, “a agricultura se modernizou, mas ainda existem desafios. Há grande concentração de riqueza em pequena parcela de propriedades rurais, existem milhões de hectares de solos e pastagens degradados, há grande ineficiência no uso de água na irrigação, e o uso inadequado de agroquímicos oferece riscos à saúde e ao meio ambiente, entre outros problemas”. Tal como a participação da atividade brasileira no que diz respeito à produção agrícola, é também importante a contribuição científica nacional. Adicionalmente, é fundamental que os profissionais que atuam, direta ou indiretamente, no segmento estejam atentos às tendências em âmbito mundial. Com conteúdo livre, a AGRIS é uma base de dados com mais de 9,5 milhões de registros bibliográficos sobre ciência e tecnologia agrícola, permitindo aos usuários um alcance amplo e aprofundado em categorias da área.

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO  –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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