Teia Digital

SEMINOVOS TEM ALTA NAS VENDAS – Por Silvio Persivo

Nem quero saber do amanhã, dona cigana. “Digo, por favor, senhora, não cometa esta crueldade. Por favor deixe de lado. Pago o quanto quiser para que não me leia o destino. Eu não quero saber o que acontecerá comigo. O melhor é, todavia, o que não me aconteceu. E esta certeza de surpresa, de assombro da coisa desconhecida que me espera é o que me faz viver” (Eduardo Galeano).

 JIRAU TEM A PRIMEIRA EMISSÃO DE CRÉDITOS DE CARBONO

A Organização das Nações Unidas comunicou a primeira emissão de 1,7 milhão de créditos de carbono gerados pela hidrelétrica Jirau (40% Engie) no período de comissionamento entre julho de 2014 e fevereiro de 2015. Esta primeira emissão transforma Jirau no maior investimento em descarbonização e geração de energia renovável já certificado pela ONU. Quando a usina estiver  usando toda sua capacidade operacional, no final de 2016, cerca de 6 milhões de Reduções Certificadas de Emissões serão geradas a cada ano, o suficiente para compensar as emissões de Gases do Efeito Estufa dos voos internacionais do transporte aéreo brasileiro. A primeira emissão concluiu um ciclo iniciado em 2008, juntamente com o Protocolo de Kyoto, ocasião em que Jirau foi concebido como projeto apoiado pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) no contexto da Política Nacional sobre Mudança do Clima Brasileira. Quatro anos depois, em 2012, Jirau foi registrado junto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) e, em seguida, comissionou a primeira de 50 turbinas, uma sequência que será concluída até o final de 2016. Segundo Maurício Bähr, Presidente da Engie Brasil, “Apoiamos os esforços do governo brasileiro de usar o MDL como base do desenvolvimento de mecanismos mais abrangentes de pacificação de carbono. A doação de 70.000 créditos de carbono gerados pelo projeto MDL de Jirau para contribuir com os Jogos Limpos 2016 simboliza nosso apoio ao uso de mecanismos de compensação para promover a sustentabilidade de eventos e da economia como todo”. Como reconhecimento desta doação, a Energia Sustentável do Brasil e seus sócios Engie, Mitsui, Eletrosul e Chesf foram premiados com o selo de sustentabilidade “Jogos Limpos”.

AGRADECIMENTOS

Na Revista Acadêmica (Órgão oficial da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias) na sua Edição do Ano 23, referente a setembro/outubro, número 39, o destaque, na capa sob o título “Euro Tourinho-Ícone da Imprensa Amazônica” acima da foto de Euro Tourinho, faz uma chamada para a página interna onde fala sobre o livro “Euro Tourinho, a Samaúma da Imprensa Amazônica” de minha autoria, uma homenagem ao jornalista mais antigo em atividade no Brasil. Quero, por estas linhas, agradecer as palavras elogiosas do diretor da revista, Reis de Souza, ele também um dos grandes nomes da imprensa nacional e um comentarista político, e escritor, sábio e bem informado sobre a nossa história contemporânea. Meu muito obrigado que, certamente, é endossado por Euro que ficou surpreso e feliz com a homenagem.

RECUPERAÇÃO DE NOTAS DO PASSADO

Recebo, por e-mail, a solicitação de algumas pessoas de matérias publicadas por nossa coluna no Alto Madeira, inclusive me pedindo para obter exemplares. Alguns, mais próximos, até que é possível, mas, a verdade é que vou poucas vezes à redação do Alto Madeira e, em geral, fico pouco tempo. Assim, é muito mais fácil para a pessoa obter cópia via internet. Lembro que a coluna é publicada, simultaneamente, no site Folha Rondoniense (https://folharondoniense.com/) e que também reproduzo no blog Teia Digital (http://teiasilvio.blogspot.com.br/) que são bem mais fáceis de serem acessados e impressas as notas que desejarem. Infelizmente o nosso AM não está ainda disponível em meio digital.

A METROPOLE AMAZÔNICA DOS SHOPPINGS CENTERS

Manaus, que é uma das cidades que mais recebem imigrantes no País, por conta da Zona Franca de Manaus, responde, em grande parte por conta do Distrito Industrial, por 80% do Produto Interno Bruto-PIB do Amazonas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade de Manaus registrou, em 2015, um total de 2.057.711 habitantes, mas, o curioso é que possui, na atualidade, nada mais, nada menos, que 10 shoppings centers, que renderam no ano passado cerca de 3 bilhões de reais.  As áreas dos shoppings somam mais de 326 mil metros quadrados, abriga mais de 2 mil lojas e gera acima de 30 mil empregos. Os shoppings de Manaus surpreendem pelo crescimento rápido e o enorme movimento, pois, mesmo com a crise, que bateu fundo, no setor industrial continuam repletos de consumidores.

SEMINOVOS TEM ALTA NAS VENDAS

A Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto) apresentou um relatório das vendas de veículos seminovos e usados, durante o mês de agosto de 2016, que mostra que as vendas tiveram um resultado positivo de 5,4%. No oitavo mês do ano, 1.262.691 veículos foram comercializados contra 1.198.227 unidades em julho. Apesar de mais uma leve reação entre um mês e outro, os valores acumulados no ano ainda estão 1,8% negativos em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2015, de janeiro a agosto foram comercializados 8.819.276 veículos contra 8.659.963, em 2016. A Fenauto ressalta que uma tendência que vem se mantendo constante neste mercado é o aumento pela procura de veículos seminovos com até 3 anos de uso. Nesta categoria, entre os meses citados houve um crescimento de 5,5%. No período acumulado, o crescimento da procura por esse modelo de veículos aumentou novamente, ficando em 24,1%. Na avaliação do presidente da entidade, Ilídio dos Santos, “apesar de ser um bom resultado, comparativamente com julho, em termos de volume acumulado, ainda temos um saldo negativo, embora menor, em comparação com o mesmo período de 2015. A sensação é que estamos observando um leve movimento de melhora, apesar de ainda estarmos, repito, em terreno com resultados negativos no acumulado do ano”.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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