Teia Digital

CESTA BÁSICA DE PORTO VELHO AUMENTA – por Silvio Persivo

Não tem jeito! “A globalização não é uma coisa que a gente prefere ou não. Ela está aí” (Toni Negri).

AINDA OS EFEITOS DA TEMPESTADE

Porto Velho ainda ontem, terça-feira, se ressentia dos efeitos da tempestade com ventos de 80 km, segundo o Sipam, que contabilizou entre as vítimas a torre de transmissão da TV Record, mas, que também derrubou telhados, barracões, árvores e, principalmente, deixou muitas empresas e famílias sem energia, televisão e internet. Ainda ontem os estragos, em muitos lugares, permaneciam visíveis sem que providência alguma tivesse sido tomada. Inclusive esta coluna foi uma das vítimas, pois, não circulou por não poder ter sido enviada, via e-mail, para o Alto Madeira e a Folha Rondoniense.

O JORNALISMO EM DEBATE

Numa promoção da Associação de Imprensa de Rondônia-AIRON e da Associação de Imprensa do Vale do Jamari- APIMVAJ aconteceu, sábado, dia 10 último, em Ariquemes, o seminário “Rumos da Imprensa” que foi muito prestigiado, inclusive na festa de encerramento, realizada na Cantina da Irene, pelo governador Confúcio Moura. Entre os destaques as homenagens aos mais antigos jornalistas de Rondônia, como Euro Tourinho, Ciro Pinheiro e Osmar Silva.  Também compareceram e foram homenageados o criador de jornais, Valdir Costa, o fotografo Rosinaldo Machado e Adair Perin, um dos mais antigos jornalistas do interior do Estado. Registre-se ainda a presença do proprietário do site Rondôniaovivo, Paulo Andreoli, e de Antônio Carlos, entre muitos outros mais jovens que participaram ativamente da discussão do futuro da imprensa. Foi, sem dúvida, um grande evento da AIRON e da APIMVAJ, tudo muito bem conduzido pela batuta de Alexandre Fernandes, que está de parabéns pelo sucesso do evento.

DIÁRIO DA AMAZÔNIA,

Por falar em jornalismo é preciso registrar também os 23 anos de circulação que, hoje, comemora o Diário da Amazônia, na atualidade o jornal que atinge mais o interior de Rondônia. O jornal também já registrou um grande, e importante, pedaço de nossa história foi iniciado por Emir Sfair com investimentos de Assis Gurgacz e, atualmente, como todo o Sistema de Comunicação Gurgacz-SGC possui um papel importante na consolidação da imprensa rondoniense com iniciativas inovadoras como a de conduzir a Rádio Globo Am, em Porto Velho, ou criar o Portal SGC, possibilitando acesso a informações pela rede mundial de computadores.

ENCONTRO DISCUTIU AS RELAÇÕES COMERCIAIS COM O PERU

Ontem, terça-feira, 13 de setembro, na Maison Madeira, se discutiu formas de superar os problemas de integração, como os de logística e expansão comercial entre Peru e Rondônia. O vice-governador, Daniel Pereira, foi quem recebeu a comitiva peruana chefiada pelo vice-ministro do Comércio Exterior, Edgar Vasquez Vela , o Consul Geral do Peru para a Amazônia, Felix Vasques Solis, o diretor geral do Escritório  Comercial do Peru, Antônio Castillo e o Diretor de Facilitação de Comércio Exterior, Fernando Cerna. Presentes as mais importantes personalidades empresariais de Rondônia no encontro que pretende criar um grupo de trabalho para fortalecer as relações com o Peru via a estrada para o Pacífico.

CESTA BÁSICA DE PORTO VELHO AUMENTA

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos-DIEESE, que realiza a Pesquisa Nacional de Cesta Básica, verificou que, na maioria das 27 capitais brasileiras houve um aumento dos alimentos da cesta. As maiores altas aconteceram em Florianópolis (3,1%), Macapá (2,9%) e Curitiba (2,6%). Mas, entre as nove que registraram redução, destacaram-se Goiânia (-3,2%) e Aracaju (2,7%). Porto Velho ocupou, em agosto, o oitavo lugar entre as capitais com menor custo da cesta, mas, mesmo assim teve um aumento de 2% e, nos doze meses, um acumulado de 13,9%. Atualmente a cesta básica está custando na capital de Rondônia R$ 395,84. A cesta básica mais cara é a de São Paulo, R$ 475,11 e a menor a de Natal com o valor de R$ 365,46.

 GERAÇÃO DE EMPREGOS AINDA CONTINUA NEGATIVA

Rondônia teve, no mês de agosto, uma retração de 0,46% no nível de emprego com a perda de 1.119 postos formais, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados-CAGED. Os setores de Serviços, com -479 postos, Comércio, com -306 postos e a Construção Civil, com -227 postos, foram os que mais contribuíram para a redução dos empregos. De qualquer forma é um bom resultado, pois, o Estado só contribuiu com 1,2% da redução dos 94.724 empregos que o país perdeu no mês passado.

 POSSE DA MINISTRA CARMEN LÚCIA NO STF

Não posso deixar de registrar, por sua relevância, a posse da segunda mulher a assumir a maior corte do país. Inclusive pelas esperanças que desperta ao reconhecer as deficiências do Judiciário e se propor a tentar resolvê-las, em especial, na questão da redução do tempo dos processos. Como dizem os próprios membros do judiciário e advogados: justiça que tarda é injusta por natureza.

 FORA CUNHA

Como era esperado Eduardo Cunha foi cassado por uma maioria avassaladora. É certo que tem razão ao dizer que prestou um serviço ao país quando dirigiu a sessão de aceitação do afastamento de Dilma, mas, isto não o isenta das suas culpas. E, se tivesse pensado mesmo no país, teria feito o que fez muito antes.

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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