Em Linhas Gerais

Rondônia vive uma crise sem precedentes, Renuncia é a unica alternativa possível- por Gessi Taborda

CLIMA DE PAVOR

Raupprr22pet.fwNa opinião dessa fonte, o barbudo senador de Rolim quase entra, em certos momentos, num clima de pavor, imaginando que só uma citação nessa tragédia do “Petrolão” pode dar início a um longo processo.

O barbudo senador teme o repeteco de acontecimentos vividos por personagens meramente citados no “mensalão”, que acabaram condenados, mesmo não passando de bagres pequenos. A aparente “ingenuidade” de Valdir Raupp não serve para convencer que ele não sabia a origem da tal “doação legal”: a arrecadação de propinas do assalto do “Petrolão”.

 SERÁ

Dilma afirmou que não há “razões para impeachment”. Será que ela pretende renunciar?

 SEM PRECEDENTES

bandeiraNão parece, mas Rondônia vive no momento uma crise sem precedentes. A cassação do governo do estado, a falta de credibilidade de várias instituições; a corrupção cercando praticamente todos os nichos de poder, a falta de políticas públicas básicas de saúde, educação, saneamento básico, segurança, transporte são, por si só, suficientes para alimentar as paralisações de servidores antes do fim desse mês.

E some-se a tudo isso o rosário de incompetência do governo (isso sem se falar no executivo municipal) na gestão dos recursos, como outros ingredientes muito perigosos para colocar na rua protestos de dimensões muito maiores do que simples movimentos grevistas de segmentos dos servidores públicos.

 MODISMO

bandeiraA insatisfação da maioria da população com seus governantes – especialmente contra o governador Confúcio Moura, é fácil de ser percebida pelos analistas mais atentos. Mas a classe política resiste avaliar essa inegável dimensão da frustração do eleitorado.

Ora, diante da contundência de denúncias sobre desvios de máquinas e equipamentos rodoviários de órgão do governo como é o caso do DER e também de outras denúncias muito graves sobre a gestão do Detran, não dá para entender motivos de priorizarem a criação de uma CPI para investigar sumiço de bebês em hospitais públicos do estado. É certo que esse é, sim, acontecimento imperdoável. Não dá para acreditar que uma CPI terá mais sucesso na investigação de um drama dessa natureza do que conseguiria o aparato policial.

Dá para se imaginar que o deputado Jesuino Boabaid, autor do pedido de criação da tal CPI, está contagiado pelo modismo dessa modalidade de investigação parlamentar.

Se ouvisse os gritos de descontentamentos do povo com a corrupção no estado, com as altas tarifas dos serviços públicos e com o agravamento da crise de um governo que nada faz no campo econômico para gerar empregos e aumentar a renda da população, certamente proporia outros temas para a criação de CPIs no âmbito da Assembleia.

 DURA LEX

bandeiraNão dá para entender como há pessoas duvidando de que Confúcio Moura será obrigado a cumprir a sentença de cassação do mandato aplicada pela justiça rondoniense, ao julgar o processo de abuso do poder econômico e político na campanha eleitoral.

Ora, não dá para imaginar que a lei utilizada para definir a sentença de perda do mandato é “um texto de mentirinha”. Parece que a explicação  do senador Odacir Soares divulgada nessa semana põe um ponto final nessas incompreensões.

A pena de cassação do mandato de Confúcio e seu vice não é um exagero no julgamento dos magistrados rondonienses. É como disse Odacir (tido como um especialista do direito), é uma questão de lei. A lei é dura mas é lei, e certamente Confúcio assumiu todos os riscos previstos na lei quando praticou o abuso do poder econômico e político, bancando a comilança do eleitores que foram participar da festa de sua convenção.

 HONRADEZ

Recorrer é a saída? Se ainda existe um mínimo de honradez e bom senso no governo cassado e, também, um pouco de amor ao estado, renúncia é a única alternativa possível.

 ROUBALHEIRA REVELADA

PetrobrasCom impressionante desembaraço, o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco revelou na CPI que investiga o esquema de corrupção da estatal os detalhes da operação criminosa que vinha subtraindo recursos públicos da sociedade brasileira. O próprio servidor, que detinha um cargo subalterno na estrutura da empresa, admite que recebeu o equivalente a US$ 70 milhões em propina durante o tempo em que trabalhou na empresa.

E está se propondo, como parte do acordo de delação premiada que fez com a Justiça, a devolver nada menos do que US$ 97 milhões depositados no Exterior. Como, segundo as denúncias, diretores, parlamentares e partidos políticos também participavam do butim resultante dos contratos superfaturados pelo consórcio criminoso de empreiteiras, fica difícil quantificar a roubalheira que minou a solidez da maior empresa estatal do país.

 SUSPEIÇÃO ELEVADA

PetrobrasO que se sabe, a partir das revelações do senhor Barusco, é que a corrupção passou a ser sistemática e institucionalizada a partir de 2003, inclusive com a participação direta do tesoureiro do partido governista, senhor João Vaccari Neto, que está sendo investigado.

Pelo que disse o depoente, não é difícil confirmar a veracidade da acusação, uma vez que os encontros entre os operadores do esquema ilícito eram realizados em hotéis e outros locais públicos monitorados por câmeras de segurança. Tudo o que disse o senhor Barusco precisa ser comprovado, evidentemente, mas os detalhes revelados no seu depoimento de mais de seis horas, elevam a suspeição sobre o PT e sobre o próprio governo.

 BANQUINHO BONDOSO

PetrobrasCom carências em qualquer setor da vida brasileira – tais como ética, moral, saúde, educação, infraestrutura, o dólar americano indo às alturas, além de uma inflação que ameaça escapar do controle -, vejo o BNDES liberando US$ 150 milhões para reforma e ampliação de aeroporto em Havana, Cuba, para que aviões norte-americanos e seus turistas lá aterrissem. Que negócio bom esse, não? (Menos para nós, brasileiros.)

 COM O DIABO

PMDBO PMDB fez o diabo para Confúcio ser reeleito. Agora, terá de fazer o diabo a quatro para que consiga ficar no governar até o fim do seu segundo mandato. Eu certamente não compraria um carro desse sujeito. Tem gente que manja do riscado apostando que o tal filósofo caipira não chega até o final desse ano.  A conferir.

 

Por Gessi Taborda

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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