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Rondônia: o Governo, a Pedagogia e o Projeto GÊNESIS… – por Professor Francisco Xavier

O governo de Rondônia encontra sempre muita dificuldade para implementar medidas na educação, porque envolve nas discussões pessoas sem nenhuma qualificação técnica para debater tais questões. Esse tipo de barbeiragem tira qualquer pretensão de seriedade ou de credibilidade que se possa cogitar, em relação à boa fé do Governo da Cooperação. Esta semana, mais uma vez, esta barbeiragem foi demonstrada, quando o governo cooptou entre seus defensores o deputado Ezequiel Junior e o apresentador de TV Everton Leoni, duas pessoas que podem até convencer em alguns assuntos, mas que não entendem absolutamente nada de educação e nem sabem o que se passa dentro desse governo em que, muitas vezes, impera a plutocracia, mas nunca a Pedagogia…

Antes de qualquer esclarecimento, convém registrar que não estou entre as pessoas prejudicadas nem beneficiadas pelo chamado “Projeto Gênesis”, ação seletiva do governo de Confúcio e aplicada com maior intensidade em pessoas que emitem opiniões sobre esse desgoverno. Eu tenho a obrigação legal de dar 32 aulas, mudança promovida por esse governo e com a conivência dos deputados. Antes, nós tínhamos que dar 27 aulas. Na escola onde trabalho, compareço todos os dias e dou 35 aulas, sem nunca ter reclamado dessa mudança absurda. Logicamente que o projeto é defendido por alguns deputados sem nenhum compromisso com a educação e que defendem o governo apenas para manter suas conveniências, visto que não possuem capacidade de exercer um mandato dentro das atribuições estabelecidas na legislação. Os deputados que defendem o governo, em prejuízo da educação, nunca visitaram uma escola para conhecer a realidade e falam apenas aquilo que o governo determina, por isso que eles estão sempre na contramão da realidade. E estes problemas acontecem com frequência.

Com relação ao senhor Everton Leoni, que proferiu inúmeras verborragias esta semana, em seu programa de TV, ele deveria conhecer a realidade das escolas, para depois falar em defesa do governo, ele deveria saber quem são as pessoas que prejudicam a educação e quais são as verdades. É fácil entrevistar deputados picaretas e controlados pelo governo. É fácil falar de números passados pelo governo, sem conhecer a realidade. Se o governo diz, e a imprensa irresponsável reproduz, que aproximadamente 7.000 professores estão em outras secretarias, isto é prova cabal da falta de compromisso desse governo com a educação. Se o governo tem esses números, por que mantem essas pessoas recebendo pela conta da educação? Se existe esse número de professores em outras secretarias, onde está o secretário de educação que não lota essas pessoas em escolas? Por que essas pessoas estão em outras secretarias? Essa imprensa que atua a serviço do governo deveria mostrar esses professores que estão em outros setores, mas não têm coragem para isso.

Certamente, o senhor Everton Leoni, o deputado Ezequiel Junior e o secretário de educação de Rondônia não conhecem a senhora Vanessa Rosa Dahm, que fez concurso para trabalhar em Nova Brasilândia, na área de Matemática, uma das áreas mais críticas em relação à falta de professores, no que diz respeito às áreas específicas. Essa senhora nunca foi ao município para o qual foi concursada, porque está entre os protegidos do governo da cooperação. E Nova Brasilândia sofre com a falta de professores de Matemática. Duvido que o governador ou o secretário de educação tenham coragem para lotar a professora Vanessa onde ela deveria estar. A maior parte dos servidores que reclamam da SEDUC citam essa senhora. Certamente o senhor Everton Leoni não conhece os motivos pelos quais ela nunca foi lotada em Nova Brasilândia. E não conhece, porque é mais fácil dizer aquilo que agrada o governo e ele faz isto desde quando era deputado. Essa imprensa paladina da moralidade e defensora do “Projeto Gênesis” deveria entrevistar os professores que conhecem a realidade das escolas e que sabem como funcionam as coisas. A professora Vanessa é tão privilegiada pelo governo que tomou posse em agosto de 2014 e em janeiro de 2015 recebeu a Licença Pecúnia, coisa que muita gente tem vontade de receber há décadas…

Ao contrário do que apregoam o deputado Ezequiel Junior, o secretário de educação e o apresentador Everton Leoni, esse projeto está tirando as pessoas lotadas em escolas e colocando à disposição das CRE’s. Enquanto isso, os 7.000 professores que a SEDUC mente que estão em outras secretarias vão continuar fora de sala. Essas coisas acontecem, porque faz anos, muitos anos, que pessoas como a senhora Vanessa Rosa Dahm e Mirlen Graziele de Almeida estão longe das escolas. Certamente elas nem lembram mais qual foi a última escola onde trabalharam, sendo que esta segunda nem está entre os professores efetivos do estado. Um governo comprometido com a educação deveria discutir os problemas da educação com os profissionais que conhecem a realidade das escolas e não com deputados incautos e jornalistas seletivos. O projeto Gênesis, foi copiado de Goiás, justamente porque as pessoas que estão desde 2011 fazendo bobagens pedagógicas na SEDUC não possuem capacidade para planejar e implementar medidas rondonienses. A realidade de Goiás não se aplica a um estado como Rondônia. Aliás, foi por causa de copiar coisas de Goiás que Jerônimo Santana, também do PMDB, praticamente faliu o estado de Rondônia.

Finalmente, a professora de Matemática Vanessa Rosa Dahm é tão polivalente, que foi contratada para Nova Brasilândia, a empresa de dela fica em São Francisco do Guaporé, ela mora em Ariquemes e trabalha em Porto-Velho. Enquanto nosso estado tiver pessoas sem as devidas qualificações discutindo a educação, e enquanto o secretário não tiver autoridade para lotar na SEDUC esses milhares de professores que ele diz estarem em outras secretarias, vamos ter que tolerar os desmandos de pessoas como dona Vanessa que deveria estar em Nova Brasilândia dando aulas de Matemática, mas que nunca esteve lá, porque é protegida pelo governo que prega a Gênesis da educação, mas promove um verdadeiro apocalipse pedagógico, em que os critérios são ditados pela imprensa governista… Tenho dito!!!

FRANCISCO XAVIER GOMES

Professor da Rede Estadual e Articulista

Registro Profissional 1.698

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

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