Direto de Rolim

Rolim de Moura foi projetada com muito arrojo visando para despontar no futuro – Por Fernando Garcia

Horrível

A cidade de Rolim de Moura, foi projetada com muito arrojo visando para despontar no futuro, infelizmente, maioria ampla dos seus administradores não conseguiram seguir o traçado desenvolvido pelo seu idealizador. Chegou a ganhar menções honrosas como cidade modelo e mais bonita da região norte, título de capital da Zona da Mata, capital da política rondoniense etc. Há muitos anos não passa de uma cidade cheia de desmazelo, lamaçal em épocas chuvosas e esburacada permanente, diante de administrações frágeis que não vislumbram os avanços que são necessários, trazendo ainda no seu bojo, muitas brigas políticas que fez da cidade um atraso incontestável. Até as emendas parlamentares já chegam defeituosas, visto, a falta de visão dos nossos representantes com o aceite dos nossos gestores, que se limitam em fazer projetos alvissareiros.

Sair da mesmice

Raramente, as emendas chegam para construção de algum logradouro público, mas, para fazer alguns puxadinhos em escolas, creches, postos de saúde e o próprio hospital Amélio João. É preciso mudar essa cantiga que tanto fadiga causa aos rolimourenses, é hora de inverter essa situação, construindo e edificando com seriedade e a necessidade exigida, que deve ser permanente. Muito difícil de se vê deputados federais e senadores, conseguirem verbas para compra de aparelhos, para estruturarem o setor de saúde, que sem dúvida sempre foi e será o calcanhar de Aquiles, de qualquer prefeito. A volta do laboratório municipal, deveria acontecer para evitar transtornos ao paciente, que muitas vezes aguarda até 10 dias para obter o resultado de um exame simples, sem falar na economia que teria, nessa terceirização dos serviços que exige dinamicidade

Só buracos

A tão elogiada parceria entre prefeitura de Rolim de Moura e Governo do Estado, elogiada pelo prefeito Aldo Júlio, carece de muita atenção, pois, ao longo do ano passado os serviços praticados pelo DER, já estão merecendo novos cuidados no que tange a lacração dos buracos. A coisa está tão feia que os trabalhos de operação tapa buracos, ao lado da residência do DER, na rua Tocantins, já estão verdadeiras crateras, deixando claro a péssima qualidade do material usado nos trabalhos. Em frente à residência do Departamento de Estradas e Rodagens, avenida 7 de setembro, não é diferente, os buracos já fizeram parceria também e estão unidos para sempre, ou seja, um próximo do outro. Resta ao alcaide, cobrar do governador ou do Diretor do DER, que da próxima vez, mande melhorar a qualidade do produto, para não gastar dinheiro público às escâncaras com asfalto sem aderência e de péssima qualidade.

Articular

O governador Marcos Rocha, que ficou quase um ano sem visitar o município de Rolim de Moura, no seu primeiro ano de mandato, agora, com mais frequência há cerca de um ano, tens priorizado suas visitas e, lógico algumas ações e muitas promessas também. Se forem executadas todas as promessas feitas pelo chefe maior do Estado, não tenha dúvida que Rolim de Moura, ganhará muito no decorrer desse ano, principalmente por se tratar da corrida sucessória onde ele é o maior interessado. O prefeito Aldo Júlio, vai ter que apertar o cerco pra cima do dos deputados Gean de Oliveira e o federal, Lúcio Mosquini, que são do (PMDB) aliados do prefeito, para que concentre uma bateria de serviços na reconstrução da cidade, que está horrível e precisa de articulação urgente, a partir do início do mês de março, com base asfáltica de boa qualidade e se possível, recursos para cascalhar e compactar os bairros da periferia. Nessa seara aí, somente os dois deputados podem fazer alguma coisa, visto, que Expedito Neto e nem Jaqueline Cassol, conseguem subir as escadarias do palácio Rio Madeira, para reivindicar esses quesitos elencados.

Recorde

Em um ano e poucos dias de administração, o prefeito Aldo Júlio, já nomeou quatro secretários de Obras Públicas, que apesar de ser uma pasta muito importante e cobiçada na administração pública, ela também, é vista como uma pasta conflituosa, onde funciona praticamente vinte e quatro horas por dia, sendo portanto, o termômetro do poder executivo. O atual secretário de Obras Públicas, já geriu a secretaria em outras oportunidades, tendo bastante conhecimento na área, além do mais, atuava na residência do DER local, provavelmente, a sua vinda para a Secretaria Municipal de Obras Públicas, conta com as benesses do primo e ex-prefeito, empresário César Cassol, que por sinal, ajudou de forma satisfatória na eleição do prefeito Aldo Júlio. Ademais, resta aos rolimourenses, aguardar e rezar para que tudo funcione a contento, senão, vai precisar de muito Saravá Meu Pai, para que a Semosp possa andar e evitar as trocas de secretários

Rasteira

O ex-deputado federal Luíz Cláudio, que fez um excelente trabalho em Brasília, ocupando funções importantes na comissão da agricultura, onde defendeu pautas vislumbrantes relativas ao agronegócio, passa por momentos delicados concernente a sua volta ao poder central. Luiz Cláudio, foi nomeado Secretário de Agricultura de Porto Velho, assim que perdeu o mandato, pasta que ele conhece como ninguém, pois sempre desenvolveu essa atividade desde que chegou a Rondônia. Na verdade, ele foi nomeado porque tinha carreado vários recursos para a administração do prefeito Hildon Chaves e, assim que terminou as emendas foi exonerado do cargo sem nenhum motivo e pior, colocando em seu lugar uma pessoa rude em se tratando de agricultura. Esse mesmo grupo, que sacou o secretário Luiz Cláudio, também, participou de forma sorrateira tomando-lhe o partido do qual era presidente, que sem dúvida, seria importantíssimo para alavancar a campanha com os recursos oriundos do fundo eleitoral.

Emendas debilitadas

Rolim de Moura, sempre sofreu com alagamentos em diversos pontos da cidade ao longo dos anos, dessa vez, estamos assistindo tudo novamente e um empurrando para o outro as constantes enchentes, que realmente traz um sufoco danado para os moradores, em pleno centro da cidade. Estamos advertindo sempre, a necessidade de um projeto que vise as melhorias da cidade de Rolim de Moura, principalmente as canalizações nos setores mais frágeis da cidade, que é cortada por inúmeros córregos com características de rios, que atormentam a vida dos moradores que margeiam essas localidades. Como já alertamos a classe política, a cidade precisa ser contemplada com emendas que surtam efeitos positivos, sendo que a área de saneamento é totalmente desassistida pela classe política, que teimam em disponibilizar recursos fajutos para fazer puxadinhos, esquivando-se em investir em saneamento básico que faz parte de políticas públicas, voltadas para a saúde e bem-estar da população. Não adianta prefeito e vereadores ficarem choramingando, se não tiverem coragem de fazer um projeto que possa alcançar, os anseios da comunidade rolimourense, que não suporta mais esses descalabros.

Atritos no distrito

O distrito de Nova Estrela, vai receber este ano muitas benfeitorias, principalmente as ruas que serão todas asfaltadas, vai ficar um xuxuzinho,  assim ventilou o vice-prefeito Alcides Rosa, a coluna. Nova Estrela ou “Jabuti” é o único distrito de Rolim de Moura, mas a política pelas bandas de lá sempre foram muito disputadas, desde a época dos ex-vereadores Anerli Lessa e Josias Custódio. O distrito sempre pontuou com um representante na Casa de Leis, desde a emancipação de Rolim de Moura.
O atual vereador, Eliomar Monteiro e o vice-prefeito Alcides Rosa, pertencem ao lugarejo, mas que de certa forma os ânimos estão sendo acirrados, no quesito das reivindicações para a comunidade. Embora ambos visem o bem comum, os recursos alocados para o distrito, em sua maioria é do deputado federal Expedito Neto, aliado do vereador Eliomar Monteiro, e aí onde reside a problemática, com queda de braços entre o vereador Monteiro e o vice Alcides Rosa, que pertence a outro grupo político. Nessa disputa, termina sobrando para o prefeito Aldo Júlio, uma vez que precisa de sustentação política na Câmara de Vereadores e, certamente é conhecedor da importância de evitar atritos com quem vem lhe apoiando em votações importantes no legislativo mirim.

Muita expectativa

Vários nomes em Rolim de Moura, vem sendo ventilados para disputarem uma cadeira no poder legislativo estadual. Tomara que não ultrapassem o limite de candidatos, para que Rolim de Moura, possa ter um representante e consolide uma vaga no parlamento estadual, para evitar situações vexatórias, como nas últimas duas eleições em que o município não elegeu nenhum deputado estadual, passando dissabores junto ao Governo do Estado, em justas reivindicações para a municipalidade. O ex-vereador Uender Nogueira, candidato a prefeito na última eleição com uma votação satisfatória ficando em segundo lugar entre os cinco candidatos, está se preparando para colocar seu nome em apreciação já tendo inclusive uma nominata completa com vinte e cinco nomes, visando ocupar uma das cadeiras. Outro nome que também vem ganhando destaque e adesão, é o médico Dr. Luís Ferrari, que vem fazendo um trabalho brilhante na área da saúde em toda região da Zona da Mata, e outros lugares do Estado. Os atendimentos feitos pela equipe do dr. Ferrari, tem aliviado inclusive as sobrecargas de vários municípios e do Estado também, em diversas áreas da medicina o que sem dúvida vem amenizando a dor e o sofrimento de muitos pacientes que não podem pagar uma consulta, ou esperar pelas filas inacabáveis do sistema de regulação, onde muitos vão a óbito sem conseguir fazer uma consulta.

AUTOR: FERNANDO GARCIA  –  COLUNA PORTA ABERTA

  • A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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