Direto de Rolim

Estado e Municípios são responsáveis por essa escalada no número de infectados por Covid em Rondônia – Por Fernando Garcia

Falharam

O Covid 19, que não parou de infectar e continua levando vários rondonienses em quase todos os municípios de Rondônia, onde Estado e Municípios, são responsáveis por essa escalada no número de infectados, visto, que ambos esmoreceram suas atitudes diante de um monstro que vem assolando o mundo. O governo de Rondônia, jamais teria que desarmar os hospitais de campanha nem tampouco, reduzir o número de UTIs, muito menos demitir centenas de profissionais como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos e outros profissionais correlatos à área de saúde e, agora, observou que tomou medidas incoerentes e volta a fazer chamados para contratação daqueles que não deveriam ser demitidos por critérios de economia, embora, o dinheiro existe a rodo, que foi enviado pelo Governo Federal.

Frouxaram

Somos sabedores que tanto o Estado quanto aos municípios, as rédeas foram afrouxadas, logo que começou a vacinação o pensamento errôneo de que tudo estaria sobre controle, foi um erro gritante que não poderia acontecer, facilitando inclusive no campo da fiscalização deixando as festas e aglomerações acontecerem sem o exercício da Lei. Em consequência disso está aí os resultados alarmantes de pessoas infectadas, por todos os cantos do Estado, o pior, sem UTIs para recepcionar esse contingente de pessoas precisando de internações, mas, com segurança hospitalar de que será mantido em caso de emergência em uma UTI.

Postinho avançado

A prefeitura conseguiu agilizar a inauguração da UPA. Realmente foi um grande avanço pois já estava mais dois anos concluída e faltava organizar para colocar em andamento. O prefeito Aldo Júlio, conseguiu desencadear essas ações, porém, a previsão era que a população fosse contemplada com especialistas de diversas áreas, o que seria uma das principais finalidades da UPA, no município de Rolim de Moura. A propósito, o prefeito teve coragem de assumi o funcionamento da unidade de saúde, contando que num espaço de seis meses de atribuições, conseguiria um montante de verbas através dos governos estadual e federal, para sacramentar com as contratações de especialistas, que infelizmente nenhum deputado estadual, federal, senador ou governador, prontificou-se em dinamizar esses recursos para o cofre municipal. A UPA, tem ajudado dentro dos seus limites, com a colaboração de todo seu corpo de funcionários de modo geral, embora, continua fazendo os mesmos trabalhos relativos a um atendimento de um postinho de saúde, dado a falta de oxigenação financeira para melhorar e impulsionar o atendimento para a qual foi construído.

Dentro da Lei

Rolim de Moura, continua sendo uma cidade muito carente de asfalto ou até mesmo um bloqueteamneto bem feito, que sem dúvida ajudaria bastante no sistema de calor da cidade, uma vez que absorverá com maior abundância as águas oriundas das chuvas. Mas, no momento o alcaide municipal, precisa entrar de sola no que tange ao sistema de saneamento básico da cidade, pois construir asfalto de forma aleatória sem sombra de dúvida é um desserviço para todos os munícipes. Na época do Ministério das Cidades, a ordem era não construir asfalto sem o saneamento básico, depois já extinguiram o ministério e o substituto e ao que tudo indica deixa correr frouxo sem nenhuma ponderação e, assim, além dessas nuances o “asfalto gelo” imediatamente vai tudo se transformado em derretimento, sem falar que depois os moradores conseguem de uma forma ou de outra, quebrarem imensas faixas para fazerem suas encanações. Mas tem um cidadão no município, que pretende acabar com essa fábrica de gastos na construção de asfaltos sem saneamento, segundo ele, vai analisar criteriosamente e o município vai ter que entrar no eixo, os trâmites legais, porque senão, vai impetrar Ação Popular, contra essas desordens administrativas.

Lembranças

O estádio Cassolão, construído no final dos anos 90 pelo então prefeito Ivo Cassol, resultado de muitas brigas com o governador da época, Valdir Raupp, que disponibilizou certa quantia para a construção do mesmo, recentemente passou por algumas reformas importantes, como cobertura e luminárias, sendo considerado portanto, o terceiro melhor estádio da região norte do Brasil, perdendo apenas para Mangueirão em Belém e Vivaldão em Manaus. Além dos recursos públicos através do município, na época o prefeito Ivo Cassol, conseguiu vários prêmios da sociedade rolimourense, que foram traduzidos em bingos para arrecadar e concluir a obra. Decorridos trinta anos do majestoso Cassolão, todas as equipes da cidade, que disputaram o campeonato rondoniense de futebol, Pinheiros e Guaporé, nenhum conseguiu a façanha de ganhar um título estadual, apenas, o Pinheiros, disputou a competição da Copa do Brasil, contra o Vitória da Bahia, há vinte anos atrás, porque um time de Ariquemes, por uma série de fatores abriu mão e o Pinheiros, disputou a peleja em pleno Cassolão, perdendo pelo placar de 2×0 , perdendo o jogo de ida que seria no Barradão ou na Fonte Nova. Agora tudo novamente confirmado, mais um jogo no Cassolão, pela Copa do Brasil, onde o Porto Velho Esporte Clube, deverá enfrentar o Juventude do Rio Grande do Sul, desde já somos todos Rondônia, seja bem-vindo Porto Velho Esporte Clube, estaremos torcendo por vocês 90 minutos mais os acréscimos. Pela Copa do Brasil, o JI-Paraná, jogou no Cassolão, com o Santos Futebol Clube e o resultado foi Ji-Paraná 0x0 Santos.

Revitalizar

Os trabalhos de recapeamentos em alguns trechos da cidade em Rolim de Moura, o prefeito Aldo Júlio, tem acertado em sua maioria, mas, pode melhorar bastante se mantiver essa mesma performance, estendendo esses mesmo estilo de serviço para outras ruas e avenidas como a Guaporé, sentido avenida São Paulo. Recentemente os trabalhos de tapa buracos, desenvolvido pela parceria prefeitura e Estado, na Guaporé, é notório o chamamento para que a mesma seja recapeada, assim como foi feito na Rio Madeira da Fortaleza até o hospital municipal Amélio João, que deveras, ficou com outra aparência dado as melhorias que recebeu. Assim com a Tocantins, do mesmo sentido da São Paulo até à avenida Boa Vista, pois é questão de realidade e necessidade. Na rua Recife, entre Tocantins e Rio Madeira, não adianta fazer operação tapa buracos, pode patrolar tudo e indicar novo asfalto, por ali a coisa está braba, não esquecendo de notificar os moradores que canalizam esgoto para o meio da rua, não acredito que a fiscalização esteja notificando, até porquê, o setor de fiscalização está precisando de novas contratações.

Parada

A obra da construção da sede administrativa segunda etapa, da nova prefeitura municipal de Rolim de Moura, localizada na praça 05 de Agosto, apesar do início da obra constar na placa afixada no local, informando que começou dia 12 de janeiro, até o final do mencionado desse mês, só constava um cercado sem proteção nas imediações. O valor da obra é de quase quatro milhões e meio e o prazo para sua execução, está estabelecido são de 420 dias, onde se espera que o prazo seja realmente cumprido como determina a placa, evitando os constantes aditivos que onera a máquina administrativa. Os recursos são do Ministério da Defesa, através do Programa Calha Norte, o mesmo que deputados e senadores podem levantar as emendas para controle das enchentes e, aplicar os recursos na canalização de vários córregos que afetam a vida dos moradores de Rolim de Moura todos os anos, ficando apenas no jogo de empurra-empurra, ao longo de mais de três décadas, por partes dos gestores públicos.

Vacilaram

Os crescentes números de casos de pessoas positivadas em todo o Estado de Rondônia com Covid 19, mostra, que além da displicência por parte dos cidadãos quase de modo geral, demonstra também a fragilidade do poder público em não editar as normas a serem estabelecidas. Podemos citar como exemplo, a complacência da prefeitura (Semusa), Secretaria Municipal de Saúde, que não estabeleceu decreto rigoroso nem tampouco adotou o mesmo ritmo de trabalho nos bares, lanchonetes e outros, do mesmo modo do ano de 2020, quando foram enérgicos acompanhado de perto e exigindo todos os protocolos. Todos tem conhecimentos da força da Ômicron, mas não tomaram as providências necessárias e cabíveis, para que pudesse evitar esse crescimento de infectados, que cresceram de forma assustadora, causando superlotações na combalida rede pública de saúde do município, inclusive transferindo essa infeliz doença para nossos combativos servidores da saúde que estavam na linha de frente, mas, que agora, infectados pedem socorro por ingerência superior, que se estivesse agido com rigor, não estaríamos sendo um município castigado por essa terrível doença.  Não tenham dúvidas que os números são bem mais alarmantes, uma vez que grande parte da parcela dessas pessoas, preferiram fazer testes particulares em farmácias e laboratórios, não passando esses dados, que por sinal seria muito importante, aliás, o município deveria exigir que ambos passassem os resultados para a Semusa, tanto farmácias como laboratórios.

Rever

A Câmara de Vereadores de Rolim de Moura, as vezes toma umas atitudes acertadas outras não, por exemplo os casos das diárias nenhum vereador se manifestou para demonstrar sua repugna quanto aos valores gastos no decorrer do primeiro ano de mandato, bem como o valor delas, que é  realmente uma importância considerável, no valor de quatrocentos reais a diária, visto, que se almoça e janta em bons lugares pelo preço de 25 Reais cada refeição, exemplo, ali no Mercado Cultural, um ambiente bastante salutar, sem falar em outros também com as mesmas performances. Existem também algumas pousadas e hotéis com preços acessíveis, que giram em torno 80 a 100 Reais com bastante comodidades. Rolim de Moura, já teve até 15 vereadores isso são garantias constitucionais, depois baixou para 13 vereadores, foram para 11 vereadores e finalmente a Câmara de Vereadores, hoje, é composta por 9 representantes e, independentemente dessa diminuição de 6 vereadores, os valores repassados para o Legislativo Mirim, não mudou bulhufas de nada. Alguns presidentes para fazer média colocavam em pauta e se não puseram menos porque também é inconstitucional. No mandato da Câmara de Vereadores, passada, até que foi ventilado o aumento das cadeiras, infelizmente tiveram medo, porque três dos vereadores foram candidatos a prefeito. Câmaras de Vereadores, Jarú (15), Ouro Preto (15), Alta Floresta (13), Ariquemes (13), Vilhena (13) Cacoal ((12) Rolim de Moura (09). Infelizmente a maioria dos vereadores presidentes, que puseram em votação para diminui o número de vereadores, ou não saiu candidato ou perderam suas reeleições. O numerário do repasse continua o mesmo e, com a volta de mais vereadores dificultam sem dúvida, os acertos com vereadores inescrupulosos com o poder executivo.

AUTOR: FERANDO GARCIA  –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM

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FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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