Atualidades

Regina Duarte na Cultura é feliz acerto de Bolsonaro

A chegada da atriz para cuidar de uma pasta polêmica e praticamente sem verba trará alguma graça e inegável empatia – só torcidas partidárias negarão

A área de Cultura, em todos os governos, sem exceção, é um cafofo em que se reúnem pessoas que se levam em alta conta intelectual, mas normalmente são solenemente ignoradas pela plateia composta de 200 milhões de brasileiros ocupados em pagar boletos e sobreviver. É, a rigor, um órgão desprestigiado, sem verbas, incapaz de interferir diretamente na produção cultural do país.

Não, não estou dizendo que a pasta, a secretaria, a repartição deva ser fechada. É legal que exista. Existem leis de fomentos e patrocínios que foram criadas em gestões anteriores e ajudaram muito a girar a roda da chamada economia criativa.

Recursos para o Audiovisual e, principalmente a odiada, crucial, aviltada, deturpada e alvo da mais nefasta e desonesta campanha de desinformação da história da civilização ocidental, a famigerada Lei Rouanet são exemplos de iniciativas regulatórias que – polêmicas e fake news à parte – geraram milhares de empregos e milhões de reais circulando na indústria do entretenimento.

Mas arte, produção, escolha de autores, repertório, peças teatrais ou playlist de corais de coreto não devem ser responsabilidade de governo nenhum. Se não for por questões constitucionais ou ideológicas, a absoluta ausência de dinheiro impediria qualquer ambição nesse sentido.

A dotação que o ex-secretário Roberto Alvim havia reservado para seu “ambicioso” projeto de uma produção cultural patriótica era de R$ 20 milhões. Essa aparente fortuna não paga metade da produção de um musical como “O Fantasma da Ópera”. É mixaria num país continental.

Que a chegada de Regina Duarte à secretaria de Cultura trará alguma graça e inegável empatia, só torcidas partidárias negarão. A sua figura pública, o sorriso aberto, o assumido conservadorismo de uma moça bem-criada e filha de militar foi um acerto do presidente Bolsonaro. O resto a gente sabe que não será fácil.

FONTE: R7.COM

FRNEWS TV: 43 anos da Faperon e 33 anos do Senar Rondônia solenidade celebra a força do agro rondoniense

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]