Em Linhas Gerais

“Reforma politica” proposta não atende em nada os interesses da população – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho.” PETER DRUCKER (1909/2005), nasceu na Áustria e morreu nos Estados Unidos. Foi considerado o pai da administração moderna, respeitado por estudar os efeitos da globalização na economia.

REVISÃO

Vem ai a revisão do Plano Diretor de Porto Velho, um instrumento legal para orientar a gestão que quase nenhum prefeito anterior a Hildon Chaves respeitou. O novo prefeito pretende não só fazer a revisão do Plano Diretor, determinada por lei, mas observa-lo especialmente nos seus pontos principais para os próximos projetos de melhorias das condições urbanas.

VAZIOS

E hora de levar em conta os vazios urbanos da capital. Vazios urbanos são espaços de terra entre duas áreas urbanas, ou seja, espaço entre duas áreas municipais que possuem infraestrutura, asfalto e energia elétrica. Como ao longo das gestões passadas essa orientação Plano Diretor não foi levada em conta, ainda hoje os moradores convivem com as dificuldades, por exemplo, de atravessar o vazio urbano para chegar em uma urbanidade pode causar transtorno por conta da escuridão e por falta de infraestrutura. Além disso, o transporte não atravessa essa localidade.

SEM DISFARCE

O assunto principal na imprensa do país nesta semana será certamente a “reforma” política que avança com o comando do PMDB, esse partido onde pululam figuras políticas como Valdir Raupp, o senador rondoniense que nos últimos dias sofreu um bloqueio de um luxuoso imóvel de Brasília por determinação do Ministro Edison Facchin, do STF.

CONTINUISMO

Não é preciso ser um perito nos assuntos da política para saber que a “reforma” proposta não atende em nada os interesses da população, do eleitorado. Ela está sendo tramada exatamente para favorecer o continuísmo, a eternização no poder das figuras que estão ai dando as cartas com a desculpa de trabalhar para o bem do país. O povo sabe claramente que boa parte desses políticos só representam seus próprios interesses. Não há como disfarçar.

LONGE DO POVO

O objetivo da “reforma” não é outro: os políticos dos quais o povão se cansou estão impondo novas formas, pelas quais se garantem, sem eleição. São “eleitos” longe do povo, permanecem através das famigeradas listas, pelas quais se garantem nos gabinetes.  Enquanto o cidadão que paga tudo, ainda tem a obrigação de ir referendar a farsa, na qual transformam o sistema eleitoral.

Além das listas, ainda querem impor o vergonhoso e falsificado “distritão misto”, quem vence no distrito, fica com a vaga, os votos de todos os outros candidatos são voluptuosamente jogados no lixo, os lideres (?) partidários ficam com o luxo de se considerarem vitoriosos.

É ASSIM

É difícil imaginar que a classe dirigente brasileira (uma vergonha!) vai tomar simancol um dia. O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Salvador, licita empresa “para assessorar magistrados e servidores em aulas de corrida e caminhada”. Quem está no andar de cima parece não entender a crise em que se debate o país e nem percebem que a paciência do povão já acabou.

ESTÉRIL

Foi apenas uma obra de reforma e mesmo assim alimenta uma enorme suspeição sobre seu custo total e a qualidade do serviço. O governo de Confúcio Moura nem de longe parece com sua propaganda oficial. Na realidade é um gestor árido, sem quase nada para apresentar como “obra de verdade” nessa sua última gestão estadual.

INVESTIGAÇÃO

Agora ficou claro: a alagação registrada no Ginásio de Esporte Cláudio Coutinho, em consequência da última chuva acontecida na capital, mostra que alguma coisa muito errada aconteceu com execução daquele projeto confuciano. Certamente, o MP não vai perder sua coragem de investigar possíveis desvios ou contratos mal elaborados para uma reforma tão cara (aliás, o preço deve ser outra preocupação dos órgãos do Controle Externo) custeada pelo erário.

REPETECO

Não é a primeira vez que uma “obra” com a chancela desse governo sofre questionamentos. Esse é o mesmo governo que entrou com tudo no tal projeto “Espaço Alternativo” que, após o crivo do controle externo, acabou motivando até a prisão de empreiteiro e membro do “staff” governamental por desvios e outras mumunhas apuradas. Agora é a vez do tal Ginásio de Esportes, inaugurado recentemente com as pompas reservadas para uma obra original e não uma simples reformas. Impossível entender justificativas para a demora da conclusão (quase 6 anos) da reforma e seu custo (consta, segundo fontes dos bastidores políticos, o gasto de algo próximo dos 7 milhões), principalmente depois da inundação verificada na semana que passou. O povo espera respostas de quem de direito.

COM LUPA

Intolerância com as críticas e com a livre maneira de pensar ainda existente em parte da mídia no âmbito da Assembleia não conseguirá – mesmo com o andamento de artimanhas para intimidar cobranças de atitudes transparentes da cúpula que toma conta dos cofres do poder – impedir a realização de levantamentos com lupa sobre o desenvolvimento (incluindo custos, atrasos na execução das obras, termos aditivos, fornecedores, etc) da nova sede da Assembleia.

BLINDAGEM?

As instituições de controle externo vão cumprir o seu papel de defensoras da aplicação dos recursos públicos. Segundo consta, um cidadão já entrou com pedido nessa esfera do controle externo pedindo informações sobre detalhes mantidos fora das praxes da transparência na gestão pública. Embora existam vários ex-deputados curtindo xilindró ainda tem gente que prefere acreditar numa blindagem frágil e cada vez mais rompida.

RESGATE

Um dos mais importantes patrimônios históricos de Porto Velho e de Rondônia agora está sob a responsabilidade da prefeitura da Capital. “Nossa gestão está totalmente comprometida com o resgate de Porto Velho. Vamos transferir o gabinete do prefeito e toda sua estrutura para aquele prédio, o que significa estarmos no marco zero da cidade e do próprio Estado. Foi ali no complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que tudo começou há mais de 100 anos”, disse Hildon. O prefeito também se comprometeu em restaurar todo prédio e encontrar uma maneira de fazer o relógio funcionar novamente.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by