Em Linhas Gerais

Queremos uma Porto Velho bonita, capaz de comemorar natais com alma, com alegria, com solidariedade- Por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Minha concepção do Natal, seja ela à moda antiga ou mais moderno, é algo bastante simples: amar uns aos outros. Mas, pense comigo, por que nós temos que esperar pelo Natal para agir assim?” BOB HOPE (1903/2003), era o nome artístico de Leslie Townes Hope, que nasceu em Londres, Inglaterra, mas acabou se tornando um dos maiores comediantes dos Estados Unidos, onde foi criado. Fez dupla com Bing Crosby e foi o mais emblemático apresentador do premio Oscar.

 FANTASIA INESQUECÍVEL

Nessa data não tem como, no meu caso, deixar de lado as reminiscências.

Como se esquecer dos meus tempos de criança, quando o meu saudoso pai Antônio Taborda Neto – certamente combinado com minha mãe – me levava para o quintal onde, com sorte, eu poderia ver no céu estrelado o Papai Noel na sua carruagem puxada por renas da Groelândia.

Da Groelândia? Para o seu “Toninho”, sim (hoje acho que meu pai não tinha muita certeza de que o bom velhinho vinha era da Lapônia).

Tudo isso para dar tempo à também saudosa minha mãe, dona Lael, de colocar os presentes no pé da árvore de natal, como se ali tivesse ido parar pela mágica do Papai Noel, figura em que eu na minha inocência infantil acreditava de verdade.

Como era gostoso comemorar a data em que a família – com parentes que vinham de longe – e alguns vizinhos convidados se reuniam para uma mesa farta, decorada com coisas brilhantes, numa ceia em que não faltavam cantigas e até orações.

 CIDADE FEIA

Tudo isso ficou no passado distante. Hoje, sem meus pais e com cada filho vivendo com suas próprias famílias, praticamente não se comemora mais o natal em nossa casa. A mulher, dra. Conceição Mesquita Taborda, deixou de lado os penduricalhos do Natal e nem árvore cheia de luzes e enfeites existe mais. Nossos pais vivem na eternidade, nossos parentes já não aparecem com a frequência de antigamente. O Natal não é mais o antigo cenário de alegria e brilho. Até parece que a gente já nem liga.

 NA CIDADE SEM BRILHO

A própria cidade onde nós vivemos, essa Porto Velho querida, perdeu a beleza especial das antigas festas natalinas. Vítima de um prefeito mequetrefe a cidade está escura, sem brilho, sem a tradicional decoração. O prefeito de malas prontas para certamente gozar a “dolce vita” que o cargo proporcionou à chamada “Turma do Quibe” fechou de forma inquestionável sua biografia de político de baixo clero deixando a cidade nessa situação de vergonha, para vingar a derrota acachapante sofrida nas eleições.

 REAÇÃO DESVAIRADA

E assim, aqui estamos na única capital de estado do país onde a malfadada incompetência de um prefeitim mequetrefe anulou a cara natalina da cidade.

Criou tamanha decepção no povo e especialmente entre jovens desvairados a ponto de dois desses desequilibrados irem a Ji-Paraná tentar apagar o Natal daquela que é a segunda mais importante cidade rondoniense, incendiando seu Papai Noel gigante.

Estão presos e devem estar imaginando, agora, que o mais racional seria demonstrar suas iras diante da casa do lamentável prefeito (por mais uns dias) Mauro Nazif.

 TRISTEZA

O embusteiro Mauro Nazif não compreendeu muitas coisas em seu papel de homem publico. Inclusive sua responsabilidade como burgomestre diante da data de 25 de Dezembro, que deve ser tratadas por quem é cristão como a data da maior importância de todos os tempos.

Afinal, trata-se da data do nascimento de Jesus. E graças à sua irresponsabilidade que não deve ser nunca mais esquecida pelos moradores de Rondônia, a indelével tristeza paira no ar da capital dos rondonienses.

Uma tristeza talvez maior do que essa sentida por todos nós que sofremos com a perda irreparável de entes queridos, sem os quais não vemos mais sentido em comemorarmos como antigamente esse dia tão especial.

 INIMIGO DOS SONHOS

Se por enquanto a cidade rasga sua vestimenta enriquecida pela decoração natalina, nós pelo menos nos confortamos com as ausências dos parentes e amigos que se foram ao acreditarmos que a vida é eterna, e que eles na verdade apenas passaram desse plano para um melhor.

A vida existirá enquanto houver sonhos de enlevo. E se há agora menos sonhos edulcorados pela magia do Natal, debite-se isso na conta desse prefeito que vai certamente cair, dentro de poucos anos, no ostracismo dos cidadãos-contribuintes-eleitores.

 O PRESENTE

Mas há perspectivas de que nem tudo está perdido. Temos, como um presente de Natal, um pacote de esperança pronto para ser desembrulhado. Trata-se do novo prefeito, Hildon Chaves, tomando posse no primeiro dia de 2017. Ele – até pelas circunstâncias de sua vitória – pode mudar a visão dessa cidade tão abandonada nos últimos anos pelos últimos prefeitos, dando-nos um novo sentido de esperança.

Em décadas, Hildon poderá ser o prefeito que deixará de lado o egoísmo personalista para abraçar de verdade Porto Velho. Poderá ensinar com seus exemplos pessoais o amor ao próximo, não essa prática de só amar quem está próximo do poder, de sua tenda partidária.

 SEM VIRAR FUMAÇA

Que seja o melhor presente recebido pela cidade após mais de um centenário de vida. Que seja o timoneiro capaz de compreender os anseios da maioria. Que ele tenha como prática o desapego, a solidariedade, a caridade, a determinação de fazer a cidade crescer em cultura, em saúde, em educação e segurança, em empregos, em felicidade para todos nós.

E assim certamente a cidade e seu povo não viverão mais esse Natal descolorido de hoje. Sinceramente isso é o que almejamos como o grande presente: ter pela primeira vez – de forma concreta – um prefeito que não deixe as promessas feitas durante a campanha dissolver-se no ar como fumaça.

 DESEJOS

Queremos uma Porto Velho bonita, capaz de comemorar natais com alma, com alegria, com solidariedade, com amor e com uma população orgulhosa do lugar onde vive. Então, desejando os melhores augúrios ao prefeito Hildon e seu vice Edgard e a todos os leitores, ficamos ainda revestidos da esperança de que o sacrifício feito para eleger os novos timoneiros de Porto Velho não tenha sido em vão.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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