Resenha Politica

Quem pensa que a vida eleitoral de Confúcio Moura vai ser fácil, pode tirar o cavalo da chuva- Por Robson Oliveira

AUTOFILIA – Ao anunciar solenemente e não definitivamente que vai às eleições estaduais em outubro com chapa única para Governo e Senado, o velho e surrado MDB (entra nas eleições perdendo um P), através dos seus dirigentes, opta por ignorar os demais partidos para evitar um racha interno que provocasse fissuras irremediáveis.

 PREVISÍVEL – O próprio governador Confúcio Moura, em entrevista à uma emissora de TV de Ariquemes, reconheceu que o quadro interno mudou – antes não havia vaga para ele ao Senado Federal – e confirmou que é candidatíssimo ao Senado pela legenda numa chapa ao lado de Valdir Raupp e com Maurão de Carvalho para governador. Uma decisão que esta coluna desde ano passado anunciava que ocorreria, embora o governador por inúmeras vezes publicamente declarou que não era candidato e repetia como um bordão aos que o instavam a falar sobre o assunto. Era previsível a candidatura de sua excelência ao Senado Federal já que nos últimos trinta anos não fez outra coisa senão política. Somente os bobos acreditaram no contrário.

 MOTIVAÇÃO – Parece que o que motivou Confúcio Moura a permitir que a direção do MDB antecipasse o anúncio de que fica no partido e que é um dos candidatos teria sido uma pesquisa interna que contrataram para aferir as probabilidades eleitorais de uma chapa única para as duas vagas senatoriais disponíveis. A pesquisa, segundo uma fonte que passou os números à coluna, aponta percentuais aparentemente animadores aos peemedebistas. Apesar de que esta não teria sido a mesma motivação dos cardeais do MDB para ceder uma vaga ao governador: o que motivou a cúpula partidária a confirmar o nome dele (Moura) foi evitar que deixasse o partido em direção a outro, como se especulava na imprensa, já que seria candidato de qualquer jeito. Então que seja no mesmo grupo que venceu as últimas duas eleições.

NUVEM – O problema é que este jogo ainda não está jogado, visto que nem todos os partidos definiram seus pré-candidatos e que os números apurados atualmente (seja qual for) retratam uma circunstância do momento e invariavelmente muda de acordo com fatos novos que vão surgindo. Tudo indica que o jogo de aparência do MDB mexeu com o tabuleiro eleitoral e obriga os demais partidos a retardarem seus anúncios até que a renúncia do governador seja efetivamente confirmada. Já profetizava o cacique mineiro Magalhães Pinto: política é como nuvem… Aparência em razão da condição que estabeleceu o próprio governador para renunciar e passar o governo ao vice, o ex-petista Daniel Pereira.

 CONDIÇÃO – Para renunciar ao mandato em 5 de abril, Confúcio Moura declarou que exigirá um compromisso do vice em manter a mesma linha de trabalho estabelecida nesses sete anos de administração peemedebista e o apoio à chapa que o grupo lançou. Ou seja, Daniel Pereira tem que assumir o compromisso de apoiar a chapa anunciada pelos caciques do MDB, caso contrário Confúcio não sai e desiste da candidatura senatorial. Uma condição que na prática não impedirá que o vice capitule inicialmente e, empossado legalmente, tome outra direção. Basta que saiba utilizar com competência as funções para em três meses viabilizar a própria sucessão. E quem garante que esta condição não seja mais uma daquelas jogadas de mestre do sabido Confúcio?

 CPI – Quem pensa que a vida eleitoral de Confúcio Moura vai ser fácil, como estão prevendo alguns “magos” da política, pode tirar o cavalo da chuva. Ressabiados com as manobras do governador, seis deputados estaduais assinaram um pedido de CPI para investigar o realinhamento contratual de trinta milhões para uma ponte do anel viário de Ji-Paraná que ainda vai dar muita dor de cabeça ao governador e ao Diretor Geral do Departamento de Estradas e Rodagens, Ezequiel Neiva. Falta apenas uma assinatura de um deputado estadual para que seja instalada. Daí uma manobra de Confúcio Moura em direção a outra candidatura a governador senão a de Maurão de Carvalho pode lhe custar muito caro. Uma CPI durante um processo eleitoral contaminado por questionamentos judiciais faz qualquer um sangrar.

MANOBRA – O que pode mudar outra vez o cenário eleitoral é o fato de que o Governo de Rondônia, através do DER, está sendo contestado na Justiça Estadual por ter feito um realinhamento contratual de trinta milhões de reais, num juízo arbitral, com resultados imprevisíveis. A justiça determinou a suspensão dos pagamentos das parcelas avençadas entre as partes (governo e empreiteira) por em tese conter ilegalidades. Uma delas, segundo consta nos autos, pareceres da própria procuradoria do órgão contrários à revisão contratual por não comprovar desequilíbrio econômico e financeiro. Mas o dirigente do órgão optou em suplementar a verba nas cifras astronômicas em descompasso ao parecer jurídico.

 DECISÃO – Na suspensão dos pagamentos o juiz disse: “O realinhamento contratual fundamenta-se no art. 65, II, “d”, da Lei nº 8.666/93, sendo instituto de revisão contratual que objetiva a manutenção do equilíbrio econômico e financeiro inicial do contrato, na hipótese de sobrevierem fatos imprevisíveis, como a majoração do preço dos materiais ou mão de obra utilizadas na prestação dos serviços contratados, com base no preço do mercado local. O fato de no ano anterior a realização do acordo arbitral já existir parecer de procurador autárquico, fundamentado em laudo apresentado por equipe técnica de engenharia do DER/RO, no sentido de inexistir justificativa para o realinhamento pretendido, deveria ser levado em consideração pelo presidente da autarquia, o qual, na situação de gestor público, era obrigado a buscar meios de analisar se o pedido de realinhamento, naquele momento, era pertinente, já que entre o ano de 2010 a 2016 foi indeferido administrativamente de forma fundamentada, conforme relatado anteriormente”.

 IMPROBIDADE – Para piorar a situação dos governistas o magistrado acentuou que no ano de 2016 o diretor do DER/RO, conforme relatado pela procuradora autárquica (id. 15322436 pag. 2), teria sido favorável ao parecer nº 272/2016, que indeferiu o pedido de realinhamento, assim como teria indeferido novo pedido de realinhamento feito pela Construtora em 9 de janeiro de 2017, o que é totalmente contraditório face a aceitação da tentativa de solução de conflito perante o Juízo Arbitral, pois estar-se-ia tratando-se de um vultuoso montante de verbas públicas que deveria ter tratamento especial, com a necessidade de análise documental e até perícia técnica, demonstrando indícios de irregularidades que poderiam causar danos ao erário e caracterizar ato de improbidade administrativa praticado pelos envolvidos na forma escolhida para solução do conflito. Apontou ainda que em audiência no Juízo Arbitral, com a presença dos demandados, foi pactuado acordo entre as partes no montante de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais), que seriam pagos pelo DER/RO em 12 parcelas, sem que ao menos o gestor tivesse se preocupado em realizar estudos junto à equipe técnica do DER/RO a justificar o pagamento de tais valores, até porque em momentos anteriores, via administrativa, já teriam sido indeferidos requerimentos de realinhamento de forma fundamentada pelo corpo técnico de obras do DER/RO e procuradoria autárquica. Uma CPI com estes fatos contidos na decisão judicial pode influenciar muito caso seja instalada. Embora Daniel Pereira tenha dito que não é candidato, deputado  aliado de Maurão e ouvido pela coluna duvida que mantenha o acordo após ser empossado. Razão pela qual defende a permanência de Confúcio Moura na titularidade do cargo.

 TCE – Há quem defenda a posse imediata de Maurão de Carvalho no governo em 5 de abril, mas para que vire verdade, além da renúncia de Confúcio Moura, o ex-petista Daniel Pereira teria que abdicar da linha sucessória. A alternativa a ser oferecida ao ex-petista seria uma vaga vitalícia no Tribunal de Contas. Uma possibilidade tentadora que exigiria mais uma renúncia. Um tema para outra coluna. 

BÁRBARE – Uelinton Brizon foi assassinado em plena via de Cacoal sem reação. Trata-se de mais um profissional do jornalismo que tomba nas ruas dos municípios rondoniense. Uma profissão que vem sendo vítima de pessoas que querem garrotear a imprensa livre. Esperamos que os órgãos de segurança do estado solucionem com a rapidez que o caso requer e desvende os motivos pelos quais Brizon teve a vida ceifada, identificando os seus executores e/ou eventuais mandantes. O repórter também era suplente de vereador naquele município.

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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