Resenha Politica

Daniél Pereira governador, não hesitará em ser candidato a reeleição, com as bençãos de Confúcio – pór Robson Oliveira

ANÁTEMA

Em privado não são nada amistosas as relações entre o governador rondoniense, Confúcio Moura, e o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho, embora em público ambos troquem elogios e anunciem apoio mútuo. A verdade é que em decorrência das eleições estaduais, quando Maurão anuncia que disputará a sucessão estadual e Confúcio uma vaga senatorial os interesses andam se chocando

DESCONFIANÇA

Maurão desconfia que as declarações dúbias do governador ao cobrar uma posição pouco contundente do vice-governador em apoio à chapa do MDB sejam apenas jogo de cena combinado entre eles. E que em privado Confúcio Moura estimule Daniel Pereira a entrar na disputa pelo Governo de Rondônia dias após assumir as funções com a renúncia do titular. A desconfiança do deputado estadual é compartilhada também com alguns próceres da legenda que esperam do vice-governador apoio à chapa majoritária do emedebê.

 HIPÓTESE

A coluna apurou junto a alguns correligionários próximos a Daniel Pereira que o PSB, partido de filiação do vice-governador, apalavrou um acordo de apoio à candidatura a governador do senador Acir Gurgacz (PDT). O senador espera esse apoio e não conta com uma traição do PSB, apesar do partido assumir em abril a titularidade da governança. No entanto, quem conhece Daniel Pereira garante que ele não hesitará em se lançar a reeleição na hipótese de perceber alguma viabilidade eleitoral. Uma possibilidade possível de ocorrer, particularmente caso se confirmem as desconfianças do PMDB de que o atual governador seja o maior entusiasta da candidatura do ex-petista. Daí se explica a anátema entre o chefe do legislativo estadual e o chefe do executivo estadual.

 PIDISE

O principal programa estruturante implementado pelo Governo de Rondônia com recursos do BNDES, Programa de Desenvolvimento e Inclusão Socioeconômico do Estado de Rondônia (Pidise), ainda vai dar muito o que falar por aqui. É que as obras realizadas através desta fonte de financiamento começam a ser analisadas amiúde pelos órgãos fiscalizadores que já detectaram “anormalidades”, segundo uma fonte da coluna. Aguardemos!

 LOROTA

Não passam de especulações que a posse de José Genaro na Secretaria de Fazenda do município de Porto Velho seja um acordo prévio entre o grupo do prefeito e o do senador Ivo K-Sol para as eleições estaduais. Tudo lorota. O prefeito Hildon Chaves havia inicialmente convidado para o cargo o advogado Amadeu Machado que, por razões pessoais, declinou do convite. O ex-secretário de K-Sol, José Genaro, foi a segunda opção técnica do próprio prefeito. Nenhum acordo em relação às eleições estaduais envolveu esta nomeação, pelo menos foi o que garantiu Chaves a este cabeça-chata.

 LENTIDÃO

Hildon disse que está muito chateado com a lentidão nos projetos de infraestrutura da capital que estão sendo feitos pela área técnica. A falta de celeridade atrasa a licitação das obras que, por sua vez, provoca irritação na população que torce para que tais obras sejam imediatamente realizadas. Os recursos existem, o que falta à municipalidade são os projetos.

 RETALIAÇÃO

Médicos do município de Porto Velho, revoltados com a reação do prefeito ao número alto de atestados, querem que o CREMERO intensifique a fiscalização nas UPAS como retaliação às críticas feitas pelo prefeito. É função finalística do Conselho fiscalizar a área e assim deve proceder tanto nos municípios, no estado, união e rede privada para que a população tenha um atendimento digno. Além de atuar firme nos erros dos seus inscritos. O que não é recomendável é utilizar do poder discricionário para atender interesses inconfessáveis.

 BOMBOU

Um vídeo postado no Youtube pela jornalista rondoniense Luciana Oliveira foi acessado por mais de um milhão de internautas e compartilhado por outros milhares de pessoas. No vídeo a jornalista desanca o monopólio da poderosa Rede de TV “vênus platinada” e faz críticas acerbas ao governo do presidente Michel Temer a quem a blogueira acusa de golpista – o que é a mais absoluta verdade. São poucos internautas no mundo que conseguem o feito da jornalista rondoniense. Há quem tenha criticado duramente o conteúdo do vídeo, mas é indiscutível que Luciana sabe utilizar com extrema competência a ferramenta. Talento que falta aos seus detratores.

 JULGAMENTO

Embora haja torcida favorável e contra a condenação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva no julgamento do recurso de apelação que começa a ser analisado pelo TRF-4, em Porto Alegre, nesta quarta-feira (24), o que se espera é um julgamento justo, isento e sem a interferência midiática de grupos. Especialistas na área criminal ouvidos pela coluna – incluídos aí juízes – disseram que as provas contidas nos autos são precárias. Houve quem alegasse existir espaço para condenação de parte das acusações, ou seja, Lula seria absolvido em crime de corrupção passiva e condenado por lavagem de capitais, ou vice e versa. Enfim, são meras especulações.

PREVIDÊNCIA

O anúncio feito por governistas de que a Câmara dos Deputados vai votar em fevereiro a Reforma da Previdência é mais um embuste do governo com objetivo de acenar ao mercado financeiro internacional. Não há clima entre os congressistas para que se vote a proposta, especialmente ano eleitoral. Ademais, as categorias que mais sangram os cofres da previdência estão fora do projeto original de reforma proposto pelo Planalto. O eleitor terá que ficar atento, já que a estratégia é colocar a proposta em votação após as eleições. Quem não se eleger vai querer se vingar.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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