Em Linhas Gerais

Prefeitos terminam o ano sorrindo diante da promessa bilionária de Temer – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Fui ser ator para não trabalhar, preferia viver.” GERARD DEPARDIEU (1948), ator, cineasta e empresário, nascido na França e naturalizado russo. De origem extremamente humilde de uma família operária metalúrgica, Gérard abandonou a escola aos 12 anos e foi viver nas ruas, sendo acolhido por prostitutas. Sua carreira como ator engloba atuação em mais de 140 filmes.

CURTO RECESSO

Com essa coluna iniciamos um curto recesso. Estaremos de volta no novo ano. Então, aproveitamos a coluna dessa terça feira para agradecer todos leitores, desando um final de ano repleto de alegrias e um novo ano cheio de conquistas. Nosso intuito é, ao retornarmos, seguir construindo e consolidando cada vez mais a longa convivência de EM LINHAS GERAIS nas muitas plataformas em que é publicada.

IMPLOSÃO

A denúncia do deputado estadual José Hermínio, veiculada na semana passada com estardalhaço nas redes sociais, é uma bomba de alto potencial destrutivo politico contra o governo rondoniense, Confúcio Moura. Será difícil dessa vez as táticas de prestidigitação do governador Rondoniense, sempre usada para abafar fatos negativos de sua gestão, dar certo. Não há blindagem capaz de segurar os tirambaços a serem disparados pelas instituições de fiscalização externa, como os MPs (estadual e federal) e certamente das polícias de investigação judiciária, como a própria polícia federal.

DESDOBRAMENTOS

O deputado José Hermínio não é um primor na ação legislativa. Mas quando denuncia que o governo do estado andou pagando dezenas de milhões para uma obra que não existia e, pelo que consta, para uma empresa que nem tinha mais contrato com a administração do estado, é de se esperar que o parlamentar esteja disposto a ir às últimas consequências para defender o erário e punir os ladrões do dinheiro público.

FIM DO AMÉM

Embora não seja um deputado muito prestigiado em seu meio, caberá a Hermínio fazer com a Assembleia saia de sua cômoda posição do amém e inicie uma investigação sobre a grave denúncia. O deputado (que hoje está no PDT) não pode ficar só no barulho, só na denúncia vazia. Tem obrigação de levar o assunto ao plenário da Casa e exigir (no mínimo) a abertura de uma CPI contra o governo do peemedebista Confúcio. A comprovação dos fatos apontados por Hermínio é, pelo visto, mais do que suficiente para tirar da vida pública Confúcio Moura e até apertar o torniquete sobre outras denúncias existentes contra ele na esfera do Judiciário.

MISTÉRIO

O assíduo leitor dessa coluna, Flávio Daniel, chamou a atenção para um mistério que essa coluna levantou por algumas vezes sem conseguir respostas adequadas: orçamento da obra da sede do Legislativo Estadual. O portentoso edifício está na fase final de construção. É obra iniciada a mais de uma década. Fica numa região cercada por sedes de instituições importantes do controle externo como Tribunal de Contas, Ministério Público, Tribunal de Justiça, etc, etc.

MOTIVO

O Flávio Daniel alertou a todos para a falta de informação do custo da obra, do seu tempo de duração. A informação, de acordo com legislação em vigor, deveria estar exposta numa placa colocada na frente da construção. Como isso não existe (e parece não chamar a atenção nem das instituições de controle externo) fica a impressão de que os responsáveis por aquele monumento faraônico tem todo interesse em manter tudo misteriosamente escondido do cidadão-contribuinte-eleitor. Qual motivo???

300 MIL

Pelo ultimo levantamento, nas penitenciarias do Brasil estão 720 mil presos. Desse total, 300 mil são considerados provisórios. O que é um preso provisório? É um pobre, miserável, que não tem direito a coisa alguma, nem de saber que crime cometeu. Pode ter sido alguma coisa insignificante, não têm condições para grandes lances. Sem recursos para pagar advogado, não sabe quando será julgado. Uma barbaridade. Pode ficar para sempre submetido  a esse tratamento selvagem.

MOTIVOS

Governo e políticos governistas vivem apregoando que não existe mais crise no Brasil. Mas os próprios dados oficiais falam de 13 milhões de desempregados e de uma multidão ligada ao subemprego e atividades de “bico” para sobreviver. Ora, se o país está melhorando tanto, o que explica o crescimento do êxodo para o exterior em 160% desde 2011? O brasileiro abandona o país por constatar que não existe aqui uma força política que seja portadora de um discurso de esperança, de um discurso político que seja novo.

ALMOÇO

O prefeito Hildon Chaves reunião personalidades da mídia e políticos (notadamente vereadores) para um almoço no último domingo (10) em sua vivenda. Evento disputadíssimo em torno de mesa farta e chope generoso e boa música. O colunista esteve presente, quebrando um longo jejum com generosas doses do melhor escocês. Pretensos candidatos a participarem da corrida eleitoral do novo ano lá estiveram.

Além da conversa animada sobre questões políticas, o colunista foi premiado com um exemplar do livro Réu do Sexo, um romance portovelhense escrito por William Haverly Martins, membro da Academia Rondoniense de Letras.

LIVRE

Na próxima quinta feira, dia 14, Marcelo Odebrecht deixa Curitiba, vai para a mansão no Rio de Janeiro. Ficou  3 anos preso, fez  a mais opulenta delação, não só pessoal mas também coletiva. Todos foram libertados, ele “colaborou” de todas as formas, mas não obteve a liberdade.

TÁ DIFÍCIL

É cada vez pior a situação eleitoral do PSDB. Mas não deve ser por isso que o nome de maior relevância do partido (Expedito Júnior) não compareceu ao almoço de confraternização do prefeito Hildon Chaves. O partido no plano nacional agora tem um presidente, mas continua sem definição. Foi o próprio Alckmin que disse na convenção onde foi eleito: “pessoalmente sou a favor de Temer e da Reforma da Previdência”.

PREFEITOS SORRIDENTES

Ainda sem votos suficientes para aprovação da reforma da Previdência na Câmara, o governo tenta a todo custo aprovar o texto ainda neste ano. A última promessa foi anunciada pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. De acordo com ele, caso a reforma seja aprovada, serão liberados R$ 3 bilhões para os prefeitos em 2018.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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