Em Linhas Gerais

Prefeito equaciona dificuldades para obras de saneamento da capital – Por Gessi Taborda

RUMO A 2020

Falta um pouco mais de um ano para a realização das eleições em que serão escolhidos novos prefeitos e novos vereadores em todo país. E em Rondônia o debate faz parte das preocupações de todos partidos e políticos que estão em preparação para a corrida sucessória.
Em virtude do resultado das eleições de 2018, certamente no próximo ano deverão surgir vários nomes de gente que nunca disputou uma eleição ou que não se identificam com os políticos mais convencionais nas últimas refregas eleitorais.

FORÇAS CONSOLIDADAS

Haverá muitas novidades na disputa. Uma delas será o peso do bolsonarismo, força política consolidada a partir da vitória de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil. Um baliza desse acontecimento ocorreu no último evento para conseguir novas filiações ao PSL no estado, esforço que vai se repetir em todos os dias 17 dos meses vindouros.
Como nova força consolidada, certamente candidatos ligados ao bolsonarismo disputarão prefeituras, pelo menos nos municípios mais importantes do estado. Isso vale dizer que o PSL deverá lançar candidato próprio à corrida sucessória em Porto Velho.
Afinal, declarações do presidente nacional do PSL deixou claro que o partido pretende ter candidatos em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes.

NOME DEFINIDO

Para a capital rondoniense há no momento dois nomes prontos a ser escalados para defender a bandeira do bolsonarismo: o deputado estadual Eyder Brasil e o federal coronel Chrisóstomo. Ressalte-se no entanto que o bolsonarismo, em Porto Velho, ainda não tem um nome oficializado. Enquanto Eyder é nome da preferência do palácio do governo do coronel Marcos Rocha, o deputado federal Chrisóstomo é quem tem mais influência na esfera do Palácio do Planalto.

TUCANOS

No ninho tucano de Porto Velho o nome que mais sobressai nesse momento é o do próprio prefeito Hildon Chaves. O prefeito da capital rondoniense assumiu o cargo como seu primeiro mandato político. Não sabia o tamanho da herança maldita que recebeu. Ganhou as eleições com uma plataforma ambiciosa e logo ao assumir descobriu que primeiro precisava livrar o município da bancarrota.
Essa batalha travou a realização de seu projeto de grandes obras e acabou sofrendo uma queda nos altos índices de aprovação dos primeiros meses de mandato.
Bem, nesse momento o prefeito recupera rapidamente seus índices positivos diante da população. E nem por isso ele garante ainda que será candidato em 2020.

PRIMEIRO AS OBRAS

Comandando agora um vigoroso programa de obras nos mais diversos segmentos, por todos os bairros e distritos, Hildon Chaves está focado em resolver demandas antigas da população. Ele enfatiza que “só vai falar de eleição quando o jogo estiver marcado”.
O volume de obras anunciadas e em execução mantém o prefeito Hildon Chaves predestinado ao protagonismo político rondoniense.

DESTAQUES

Os destaques de seu trabalho como gestor estão presentes na iluminação pública (essa semana a importante avenida Guaporé recebeu esse benefício), na pavimentação de aproximadamente (só nesse semestre) dezenas de quilômetros de ruas em bairros sempre relegados ao esquecimento pelas gestões anteriores, como o Igarapé, Hildon cacifa-se para enfrentar a disputa do próximo ano com a força necessária para explicar ao eleitorado a necessidade de mais quatro anos à frente do município para resolver o estrangulamento advindo das gestões anteriores.

RESGATE DO SÉCULO

A capital rondoniense está entre as cidades brasileiras de porte médio com os menores índices de saneamento básico. Essa situação perdura a praticamente um século e nenhum dos administradores da cidade conseguiram enfrentar esse desafio.
E agora essa verdadeira mazela vai ser enfrentada com responsabilidade pelo prefeito Hildon Chaves. A Prefeitura de Porto Velho prepara-se para a licitação, ainda este ano, das obras de ampliação da rede de água tratada e implantação da rede de esgotamento sanitário, num investimento que, estima-se, chegará perto da casa dos R$ 2 bilhões.
Resgatando dívidas históricas acumuladas pelas gestões anteriores o prefeito reforça sua gestão como uma autêntica zeladoria municipal, tudo aquilo que era esperado por quem votou nele na primeira eleição que disputou.

ESPORTES

Com a retomada do ímpeto de tocador de obras, Hildon Chaves não precisará do perfil de empresário bem-sucedido utilizado na sua primeira disputado eleitoral. Desse vez poderá se apresentar até mesmo como um entusiasta dos esportes.
Afinal, pelo seu empenho, a cidade acaba de ganhar mais um ginásio de esporte de qualidade e capaz de atender centenas de jovens atletas em formação. O Ginásio Eduardo Lima, conhecido como Dudu, foi entregue após criteriosa reforma depois de vários anos simplesmente abandonado. O ginásio localizado na Avenida Jatuarana voltará a ser motivo de orgulho para as comunidades daquela região.

BOA NOTÍCIA

Uma importante fonte política de Brasília garantiu à coluna que consumidores de energia de Rondônia poderão ter redução tarifária após diretoria colegiada da Aneel se reunir para fazer a revisão tarifária da Ceron. Segundo essa fonte a redução poderá chegar a 11%. O processo de revisão tarifária acontece, sempre segundo a fonte, a cada 4 anos.

UM BI

O governo Bolsonaro quer transformar Angra em uma Cancun brasileira e, por isso, deverá investir um bilhão de reais no projeto. Bem que Rondônia poderia pedir ao governo federal uma ajuda para desenvolver o turismo nessas terras de Rondon. Cadê os nossos parlamentares em Brasília?

DIFERENÇA

Supermercados em Porto Velho estão fazendo mudanças significativas em preços. A diferença de preços entre um e outro são absurdas. Quem não compreender o cenário de concorrência pode seguir o exemplo daquele que faliu. Afinal, vem aí mais uma rede enorme, a Açaí.

QUEBRADEIRA

Grandes redes de TV em Rondônia estão no caminho da falência. Isso tudo pela falta de credibilidade do seu jornalismo subserviente.

AUTOR: GESSI TABORDA  –  COLUNA EM LINHAS GERAIS –  JORNALISTA PARA FOLHA RONDONIENSE

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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