Em Linhas Gerais

Prefeito deve continuar ação civilizatória de liberar praças ocupadas – por Gessi Taborda

Prefeito deve continuar ação civilizatória de liberar praças ocupadas

 FILOSOFANDO

“A vida é aquilo que acontece enquanto você está planejando o futuro.” JOHN LENNON (1940/1980), nascido John Winston Lennon, foi um dos fundadores da banda britânica The Beatles.

 DESVIRTUADA

Com pouco critério para gastar e muito dinheiro público à disposição, continua sendo veiculada pela Assembléia a péssima propaganda tendo como claro objetivo a promoção de uma inexpressiva banda de rock sem, pelo que sabe, que até agora os órgãos de controle externo do estado se manifestem sobre esse desperdício do dinheiro do contribuinte. A publicidade paga regiamente com dinheiro público desvirtua completamente essa conversa de que “desperta” o orgulho de ser rondoniense. Não tem nada a ver, a não ser escamotear práticas antirepublicanas.

 JORRANDO IMPUNEMENTE

É mais uma manobra da Assembleia para tapar o sol com a peneira e repassar dinheiro do contribuinte para tal mídia amestrada. Não tem outra finalidade plausível e só acontece pela crença total na impunidade e na ojeriza demonstrada até agora pelas instituições que precisam defender o erário e os interesses do povo, em cumprir sua responsabilidade investigativa.

Mais um ralo por onde se esvai impunemente o dinheiro do cidadão-contribuinte-eleitor para garantir a blindagem dessa representação mequetrefe. Atenção MP e TCE: o povo não é bobo e espera que essa permissividade que admite essas farras com o dinheiro do erário tenha um ponto final.

 SEM DESISTIR

Um apelo que se faz ao prefeito Hildon Chaves. Que ele não jogue a toalha em relação a livrar logradouros públicos (como praças e calçadas) da ocupação dos camelôs. A determinação de retirada daqueles que vendem pirataria, contrabando e “muchas otras cositas mas” nesses ambientes que devem pertencer ao povo não foi obedecida até agora.

 CIVILIZATÓRIO

Esse trabalho não deveria ser interrompido. Não só uma questão de cumprir a lei do uso do solo e das boas normas da urbanização. Hildon tem de ser diferente dos prefeitos anteriores e não deixar de lado o trabalho civilizatório que anunciou… Precisamos de uma tolerância zero às ocupações das áreas públicas, principalmente no centro da capital.

 BACANAL

Valdir Costa, o principal homem da Assessoria de Imprensa da Assembleia chegou a demonstrar uma certa surpresa pela noticia recente. Mas caminhamos celeremente para isso.

Governantes e políticos sujos tanto fazem contra o Brasil que até os piores da sociedade se julgam no direito de participar do comando que considera um bacanal de corruptos. Dai surgir no cenário das especulações de candidatos de 2018 o nome de Oscar Maroni, dono de um puteiro de luxo em São Paulo. Ao colocar seu nome para disputar o pleito pelo PTdoB, Oscar justificou: “O Brasil está uma zona; e de putaria eu entendo”.

 BORROU

Osmar Serraglio chegou explicou porque não aceitou se tornar Ministro da Transparência. Com o governo acossado pelo Ministério Público, transparência é uma palavra borrada, prescrita com reservas e para uso apenas discursivo.

 EXPOSTO

Com a decisão de Serraglio, o personagem que foi braço direito de Temer, Rodrigo Rocha Loures, e estava ocupando a cadeira de Osmar na Câmara dos Deputados fica totalmente exposto à Justiça, tornando-se outra pedra no caminho de Michel Temer se, como pode acontecer, optar por uma denúncia premiada.

 DESCONECTADOS

O problema todo é que tem muita gente sem visão real da política atuando numa mídia desmiolada. E esse pessoal adora afagar o ego de quem pode mais à frente render uns caraminguás para esse pessoal especializado em bajular quem está ou quem pretende esta no Poder.

Não, personagens como Chagas Neto, José Guedes, Amir Lando, Odacir Soares e tantos outros das safras antigas são definitivamente cartas fora do baralho. Estão desconectados da realidade de hoje. Ou como dizia hoje o advogado Caetano Neto, pretenso candidato ao senado no próximo: “São nomes que deveriam ser citados para museus ou homenagens póstumas”.

 BOBALHÕES OU CUMPLICES

Tem “neguin” jornalista defendendo essa j* de publicidade da Assembleia paga pelo contribuinte. A impunidade que mantém essa porcaria na TV promovendo uma banda de rock (como se rock fosse expressão genuína da cultura rondoniense) demonstra claramente que nós, o povo, somos os bobalhões que ficamos apenas de longe observando nossos péssimos governantes e representantes fazer maracutaias sem nenhuma punição.

Como os deputados mantém essa joça na TV sem levar em conta a indignação popular fica uma certeza: Para eles, pouco importa o que nós pensamos de tudo isso. Alguns consideram que o fato de terem sido eleitos com nossos votos nos torna seus cúmplices inadvertidos.

 PERDE FORÇA

O desgaste do PSDB da linha de Aécio Neves se reflete nas pretensas candidaturas daqueles que, em todo o Brasil, rezavam na cartilha do político mineiro. Aqui em Rondônia – como admitem certos observadores – perde força o nome de Mariana Carvalho para a corrida sucessória de 2018. A desidratação ocorre de forma lenta o que ainda faz permanecer para alguns a aura de favoritismo.

 FALÊNCIA

A manutenção da prática que transformou os servidores comissionados na maioria de instituições como a Assembleia Legislativa – completamente desinteressada em realizar Concursos Públicos – é apenas a sinalização da falência da moralidade. A repetição (que pode ser constatada pelos MPs da vida) das táticas das “folhas de gafanhotos” mostra a imponência da corrupção que num passado recente colocou na cadeia ex-deputados e ex-presidentes.

 ONDE LER

Além da publicação no centenário jornal Alto Madeira e na Folha Rondoniense (impresso) a coluna Em Linhas Gerais pode ser lida também no facebook pelos grupos Informação Sem Censura; Rádio Alternativa FM; Amizades do Sul; Sindicontas; Os Defensores da Lei; Notícias Urgentes; Política, Políticos e Politiqueiros; Jornalistas da Amazônia; Jornalistas de Rondônia; Capa de Notícias; Amigos de Guajará; Amigos de Cacoal; Repercute Rondônia, História Arte Política e Ativismo (Unir) e na página de Gessi Taborda; além de sites de jornalismo independente em Rondônia.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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